Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Fernando Pivetti

Fernando Pivetti

Jornalista formado pela Universidade de São Paulo (USP). Foi repórter setorista de Banco Central no Poder360, em Brasília, redator no site EXAME e colaborou com o blog de investimentos Arena do Pavini.

A tal da B3

O ponto de encontro dos investidores: saiba como funciona a bolsa de valores brasileira e conheça a sua história

Com mais de 120 anos, a bolsa de valores brasileira é o centro de negociação de ações e contratos futuros no mercado financeiro

Fernando Pivetti
Fernando Pivetti
21 de setembro de 2019
5:30 - atualizado às 9:40
bols
Imagem: Shutterstock

Eu me lembro com clareza da primeira vez que ouvi falar na bolsa de valores. Era dia dos pais, eu tinha 11 anos, e meus primos mais velhos comentavam a compra de ações da Petrobras. Meus pais ficaram quase uma hora falando sobre esse tipo de investimento, curiosos sobre a “novidade” que poderia lhe render bons lucros.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Naquela época, eu não fazia ideia do que significava investir em ações. Sabia que era algo importante, que fazia as pessoas ganharem dinheiro. Quase um Papai Noel dos adultos.

O fato é que a bolsa de valores é uma entidade fundamental para qualquer mercado financeiro e significa muito mais do que os investimentos do meu primo com as ações da Petrobras. Mesmo que para você investir em ações pareça um bicho de sete cabeças, saiba que o funcionamento da bolsa é bem mais simples do que muita gente imagina.

O que é a bolsa de valores

Quando você deseja comprar ou vender determinado produto, em geral você busca um centro comercial ou mercado, certo? Agora, se passarmos essa ideia para o mundo das ações, a bolsa faria justamente o papel desse centro comercial.

De forma geral, a bolsa é o local que organiza e dá segurança a todo o mercado de ações do Brasil. É lá que as empresas vão para encontrar novos acionistas e levantar capital, vendendo participações no seu negócio para investidores.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além de ações, a bolsa também realiza negociações de ativos como títulos de renda fixa, opções, cotas de fundos de investimentos e contratos futuros, como os de moeda estrangeira.

Leia Também

Hoje em dia, a bolsa de valores de São Paulo é administrada pela B3, uma empresa fruto da fusão realizada em 2017 entre as antigas BM&FBovespa e Cetip.

Como funciona a bolsa de valores

Para entender como funciona a bolsa de valores é importante observar primeiro o passo a passo para se investir em uma ação. Se você sente que precisa dar um passo atrás para entender este processo, leia a nossa matéria sobre o que são ações.

Tudo começa quando uma empresa resolve “abrir o capital” e disponibiliza suas ações para serem compradas na bolsa. É o chamado IPO, sigla em inglês que significa oferta pública inicial (de ações, no caso). A partir daí, as corretoras vão passar a oferecer esses papéis aos primeiros investidores que demonstrarem interesse, também chamados de investidores primários.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nesta matéria, a Julia Wiltgen explica, com mais detalhes, por que uma empresa faz IPO e quais os tipos de ofertas de ações existentes no nosso mercado.

Uma vez comprada a ação, começa a segunda etapa de negociações, ou o “mercado secundário”. Basicamente ele se dá entre investidores primários e outros investidores, em uma clássica relação de oferta e demanda.

Nessa negociação, o vendedor emite uma “ordem de venda” e o comprador dá uma “ordem de compra” com os preços que consideram justos por aquele papel. Ambas as ordens são enviadas pelas corretoras e, se o valor entre elas for o mesmo, o negócio é fechado.

Concluída a negociação, o valor das ações será debitado da conta do comprador em dois dias úteis, e o vendedor consequentemente receberá o valor dois dias úteis depois de o negócio ser fechado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Se você quiser entender melhor como funciona esse processo de compra e venda de uma ação, esta matéria da Julia explica com detalhes.

Tudo tem hora para acabar

Nem todo mundo sabe, mas os investimentos na bolsa não podem ser feitos a qualquer momento. Inclusive, cada uma das modalidades de investimentos, das ações aos títulos de renda fixa, tem um horário de negociação específico dentro da B3.

Para organizar melhor cada um desses processos, a bolsa costuma dividir sua operação em quatro etapas: pré-abertura, negociação, call de fechamento e after market.

A pré-abertura costuma durar poucos minutos e ocorre sempre pela manhã. É uma espécie de "leilão inicial" da bolsa. Para as ações, são 15 minutos antes da abertura do pregão (das 9h45 às 10h). Já para os contratos futuros em dólar e índices, a pré-abertura acontece entre 8h55 e 9 horas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O período de negociação é o que comumente se chama de “pregão”. Ali ocorre toda a mágica do mercado, como expliquei acima. Faltando cinco minutos para encerrar o período de negociação, a bolsa emite o call de fechamento, no qual são determinados os preços em que as ações fecharão o dia.

Para os atrasados, a bolsa também oferece o after market. Esse período, que costuma durar meia hora após o fechamento oficial, serve como um horário extra de negociação. Nele, é possível negociar ações e fazer algumas operações, sempre com algumas restrições. Por exemplo, apenas ativos que fazem parte do Ibovespa podem ser negociados neste horário.

No vídeo a seguir, a Julia Wiltgen detalha melhor as etapas de negociação de ações na B3:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Uma centenária de respeito...

Quem acompanha as operações da bolsa de São Paulo hoje, rodeadas de tecnologia, muitas vezes se esquece da história por trás dessa instituição. Embora o mercado de ações do Brasil hoje seja concentrado na B3, durante muito tempo ele esteve espalhado por diversas bolsas ao redor do país.

Para entender melhor esse histórico, vale a pena voltarmos ao início da República. Em 23 de agosto de 1890, o negociante de capitais Emílio Rangel Pestana criou a chamada Bolsa Livre, um esboço das operações em renda variável no país. Mas o projeto acabou não vingando por conta da crise financeira no governo e teve suas operações suspensas em 1891.

Já em 1895 nascia a Bolsa de Fundos Públicos de São Paulo, que manteve esse nome por 40 anos, quando então passou a ser reconhecida por Bolsa Oficial de Valores de São Paulo. O nome Bovespa, no entanto, só viria a se concretizar em 1967.

É interessante notar que, até o início do Regime Militar, havia uma bolsa de valores diferente em cada Estado. Essas instituições, consideradas entidades corporativas, eram controladas por suas respectivas secretarias de finanças estaduais. Em 1965, as mais de 20 bolsas brasileiras se tornaram independentes dos governos e se transformaram em associações sem fins lucrativos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O senso comum pode te levar a pensar que, entre todas essas instituições estaduais, a mais importante delas era a de São Paulo, certo? Errado! A principal bolsa do país até a década de 1970 era a do Rio de Janeiro.

Mas, a partir de então, a bolsa carioca foi perdendo protagonismo para a rival paulista até que, no fim dos anos 1980, um escândalo financeiro envolvendo o megainvestidor Naji Nahas levou-a a uma perda de confiança por parte dos investidores da qual ela jamais se recuperaria.

Nos anos 2000, houve uma unificação do mercado de ações brasileiro, com a fusão das operações das nove bolsas então ativas no país: Minas-Espírito Santo, Brasília, Extremo Sul, Santos, Bahia-Sergipe-Alagoas, Pernambuco, Paraíba, Paraná e a Bolsa Regional.

O acordo de fusão estabelecia que as ações passariam a ser todas negociadas na Bovespa, enquanto a bolsa carioca negociaria eletronicamente apenas os títulos públicos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Foi também nessa época que o mercado financeiro foi invadido pela onda de tecnologia. Os pregões tradicionais, com vários operadores falando, vendendo e comprando ao mesmo tempo, foram substituídos pelas plataformas virtuais em 2005. Já em 2006, eles passaram a ser 100% domésticos, ou seja, os operadores migraram para as respectivas sedes das corretoras, esvaziando as galerias da bolsa no centro de São Paulo.

Em 2007, a Bovespa realizou a sua abertura de capital. As ações da bolsa passaram a ser negociadas na própria bolsa. E isso foi só o começo, já que em 2008 foi anunciada a fusão com a Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F), dando origem à BM&FBovespa.

O passo mais recente da bolsa foi outra fusão, desta vez a da BM&FBovespa com a Cetip, processo que deu origem à B3 (Brasil, Bolsa, Balcão).

Cronologia

  • 1890: Nasce a Bolsa Livre, com operações até 1891
  • 1895: Criação da Bolsa de Fundos Públicos de São Paulo
  • 1935: Bolsa passa a se chamar Bovespa
  • Década de 1960: Bovespa e outras bolsas do Brasil assumem uma característica e uma autonomia institucional, deixando de serem subordinadas às Secretarias de Finanças estaduais
  • Década de 1970: Bovespa ganha terreno no mercado nacional no momento em que a Bolsa do Rio de Janeiro começava a perder protagonismo. Bolsa paulista inicia operações com opções sobre ações no Brasil
  • Década de 1980: Implantação do Sistema Privado de Operações por Telefone (SPOT) e uma rede de serviços on-line para as corretoras
  • Década de 1990: Bovespa implanta o Sistema de Negociação Eletrônica - CATS (Computer Assisted Trading System) que operava simultaneamente com o sistema tradicional de Pregão Viva Voz. Em 1997, a Bovespa implanta um novo sistema de negociação, o Mega Bolsa
  • 2000: Fusão de todas as bolsas de valores brasileiras, com a Bovespa concentrando toda a negociação de ações do país
  • 2005: Fim do pregão viva-voz da Bovespa, que se torna uma bolsa 100% eletrônica
  • 2006: Bovespa transfere seu pregão eletrônico para o sistema doméstico
  • 2007: IPO da Bovespa Holding
  • 2008: Fusão da Bovespa com a BM&F, dando origem à BM&F Bovespa
  • 2017: Fusão da BM&FBovespa com a Cetip, dando origem à B3

...e um cinquentão protagonista

A bolsa conta com vários índices de ações, mas o protagonista dessa lista é um cinquentão que você com certeza já ouviu falar: o Índice Bovespa (ou Ibovespa, para os íntimos). Esse é o principal indicador do mercado acionário brasileiro e, na prática, expressa como está o desempenho das ações mais relevantes para o cenário econômico nacional.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em 2018, o Ibovespa completou 50 anos, tempo mais do que suficiente para torná-lo um ponto de referência internacional quando o assunto é bolsa no Brasil.

O índice nasceu com um objetivo claro: unificar as cotações do mercado e modernizar a estrutura financeira da Bovespa. Fato curioso é que muito do Ibovespa é inspirado no modelo do antigo Índice Bolsa de Valores (IBV) do Rio de Janeiro, que reunia as ações mais negociadas por lá.

O primeiro pregão com a medição do Ibovespa aconteceu em 2 de janeiro de 1968. De lá para cá, o índice observou uma valorização de mais de 2500%, se considerarmos a inflação no período.

Mas quem olha essa valorização toda não nota que os 50 anos de história do índice foram marcados por inúmeros altos e baixos. Para você ter uma ideia, nos anos 1990 - época de hiperinflação e planos econômicos desastrosos - o Ibovespa chegou a cair 22% ou subir 36% em um único pregão.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Foi justamente essa instabilidade que levou a Bovespa a implantar, em 1997, o chamado circuit breaker. Na prática, ele funciona como o popular “parem as máquinas” e interrompe o pregão por um período de 30 minutos todas as vezes que as quedas do Ibovespa ultrapassam os 10%. É aquela pausa para respirar e sair do olho do furacão.

Em 2019, o Ibovespa quebrou uma série de recordes, em grande parte pelas expectativas bastante positivas da agenda liberal implantada pelo Ministro da Economia, Paulo Guedes. O otimismo com a economia fez o Ibovespa romper os 100 mil pontos pela primeira vez na história. Na última sexta-feira (20), marcava 104.817 pontos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
O QUE FAZER COM OS PAPÉIS?

Maior alta do Ibovespa na semana: Natura (NATU3) salta 12% com “selo” de gigante global. Vem mais por aí?

3 de abril de 2026 - 14:30

Os papéis da companhia encerraram a semana a R$ 10,35 após o anúncio da Advent International sobre a compra de papéis da Natura; veja o que mais mexeu com as ações e o que esperar

HORA DE COMPRAR?

Ação da Embraer (EMBJ3) tem sinal verde de compra? Empresa aumenta entregas de aviões em 47% e analistas dão veredito

3 de abril de 2026 - 12:52

A Embraer acumula queda na bolsa brasileira em 2026 e analistas dizem se a performance é sinal de risco ou oportunidade de compra

FOCO EM RENDA EXTRA

Não é Auren (AURE3) nem Engie (EGIE3): a elétrica favorita do Santander pode pagar dividendos de até 24%

3 de abril de 2026 - 11:04

Os analistas destacam que a ação preferida no setor elétrico do banco tem um caixa robusto, que pode se traduzir em dividendos extras para os acionistas

ONDE INVESTIR

Onde investir em abril? Os ativos para se proteger do risco geopolítico e ainda ganhar dinheiro; Petrobras (PETR4) se destaca com dividendos no radar

3 de abril de 2026 - 7:01

Confira as recomendações da Empiricus Research em abril para ações, dividendos, fundos imobiliários, ações internacionais e criptomoedas

MERCADOS HOJE

Trump promete força total na guerra contra o Irã e espalha medo, mas Ibovespa consegue se segurar, enquanto petróleo dispara

2 de abril de 2026 - 10:56

Em discurso à nação na ultima quarta-feira (1), Trump prometeu “levar o Irã de volta a Idade da Pedra”. Com isso, os futuros do Brent dispararam, mas bolsas ao redor do mundo conseguiram conter as quedas. Ibovespa encerrou o dia com leve alta de 0,05%, a 188.052,02 pontos

AÇÃO DO MÊS

Axia Energia (AXIA6) segue nos holofotes com dividendos no radar — mas não é a única; confira as favoritas dos analistas para investir em abril

2 de abril de 2026 - 6:04

A Axia Energia teve que abrir espaço para uma outra empresa do setor, além de dividir o pódio com duas companhias do setor bancário e de aluguel de carros

PORTFÓLIO INTERNACIONAL

Tchau, Ozempic? Empiricus corta Novo Nordisk e outras gigantes de carteira para abril — e reforça aposta em IA, streaming e petróleo

1 de abril de 2026 - 18:33

Revisão da carteira internacional mostra uma guinada estratégica para capturar novas oportunidades no mercado global; veja quem saiu e quem entrou no portfólio

VEJA O CASO A CASO

Guerra no bolso: BofA rebaixa Azzas 2154 (AZZA3) e corta projeções de Magazine Luiza (MGLU3), GPA (PCAR3) e mais — veja quem sofre e quem escapa no varejo

1 de abril de 2026 - 17:28

O banco cortou a recomendação da dona da Hering de compra para neutra, enquanto revisou estimativas para uma série de outras empresas brasileiras diante da guerra e juros elevados

QUEM VAI SE DAR MELHOR

Sai Prio (PRIO3), entra Petrobras (PETR4): dividendo com o fim da guerra é o alvo do BTG para abril

1 de abril de 2026 - 15:51

Banco vê estatal mais protegida em um possível cenário de petróleo mais barato e traz Embraer de volta à carteira do mês

RENDA EXTRA NÃO VALE A PENA?

Cyrela (CYRE3) pode ativar ‘gatilho’ que pagaria até R$ 1,9 bilhão em dividendos extraordinários — mas o lucro não deve chegar ao bolso do acionista; por quê?

1 de abril de 2026 - 15:15

JP Morgan calcula que a venda de subsidiárias poderia gerar renda extra para os acionistas da Cyrela, mas a operação não seria tão benéfica; entenda

LOCATÁRIOS DE PESO

Alianza Trust Renda (ALZR11) traz Fleury (FLRY3) para o portfólio de inquilinos com compra de imóvel — e Shopee pode ser a próxima

1 de abril de 2026 - 13:59

As operações reforçam a estratégia do ALZR11 de ampliar a exposição a contratos com inquilinos de grande porte

AÇÕES SOBEM FORTE

Braskem: Citi muda de ideia sobre BRKM5 e eleva recomendação logo antes de notícia sobre possível proteção contra credores

1 de abril de 2026 - 11:50

Banco vê alívio com alta dos spreads petroquímicos em meio à guerra no Oriente Médio e eleva preço-alvo para R$ 10, mas incertezas sobre dívida e possível proteção contra credores seguem no radar. Segundo a Bloomberg, falência não está descartada

ESPAÇO E IA

SpaceX, de Elon Musk, reúne 21 bancos para o maior IPO da história, diz Reuters; um deles é brasileiro

1 de abril de 2026 - 10:24

A empresa é controlada pelo fundador e presidente-executivo Musk, que já é o mais rico do planeta com US$ 817 bilhões no bolso, e a captação de ainda mais valor no mercado pode fazer esse valor explodir.

O INIMIGO AGORA É O MESMO

‘Taxa das blusinhas’ pode cair e acende alerta no varejo: Lojas Renner (LREN3), C&A (CEAB3) e Riachuelo (RIAA3) estão preparadas?

31 de março de 2026 - 18:35

Para o BTG Pactual, revisão das tarifas pode reacender a pressão competitiva de plataformas estrangeiras, colocando varejistas brasileiros sob novo teste em meio a juros altos e consumo enfraquecido

OPORTUNIDADE SEGUE NA MESA

Vale (VALE3) tropeça e ação cai 6,8% em março, mas mineradora está longe do fim da linha com dividendos extraodinários à frente

31 de março de 2026 - 18:14

Na leitura do mercado, o movimento de queda dos papéis nos últimos 30 dias tem menos a ver com as tensões geopolíticas e mais com fatores específicos

CHEGOU A HORA DE BRILHAR?

Bresco Logística (BRCO11) recua abaixo do valor patrimonial, e analistas veem oportunidade; entenda o que esperar do ativo e do mercado de FIIs daqui para frente

31 de março de 2026 - 16:31

Com os principais segmentos dos FIIs já em ciclo de recuperação, há agora uma fase de expansão potencial, e o BRCO11 é o preferido para brilhar

VISÃO DE ESPECIALISTA

Elétricas, petróleo e construtoras: onde se escondem as oportunidades na bolsa, segundo gestores

31 de março de 2026 - 15:32

Apesar das incertezas sobre a demanda no longo prazo, gestor avalia que o risco de preços muito baixos da commodity diminuiu e que setor do petróleo tem potencial de alta

O QUE FAZER COM AS AÇÕES

Maior alta do Ibovespa: Natura (NATU3) salta mais de 10% com “selo” de gigante global e outro acordo de acionistas. Hora de comprar?

31 de março de 2026 - 14:31

Ações da Natura (NATU3) lideram os ganhos do Ibovespa após anúncio de nova estrutura de governança e sinalização de investimento relevante da Advent, que pode redefinir o valuation e sustentar o interesse pelo papel.

ALÉM DOS GRINGOS

Virada de jogo? Brasil se destaca entre emergentes e investidor local volta à B3, diz Itaú BBA

30 de março de 2026 - 18:04

Segundo o banco de investimentos, o cenário macro mais favorável coloca o Brasil em evidência

VIRADA DE CARTEIRA

Brasileiros perdem interesse na renda fixa e ações ganham espaço aos poucos — mesmo com a guerra aumentando os riscos, diz XP

30 de março de 2026 - 15:42

Levantamento com assessores indica que apetite por risco permanece inalterado, com o sentimento pelo Ibovespa deteriorando na margem

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia