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Saiba o que olhar na hora de escolher uma exchange e confira nossas recomendações de corretoras brasileiras
Agora que você já sabe o básico sobre bitcoin e outras criptomoedas - se ainda não sabe, dá uma olhada nessa matéria que eu publiquei com os principais conceitos - é hora de partir para a prática e começar a investir de fato.
Eu vou te mostrar o que olhar na hora de escolher uma corretora e ainda vou sugerir duas instituições brasileiras recomendadas por analistas do mercado de cripto.
A ideia é simples. Justamente pelo fato de que há uma variedade imensa de corretoras disponíveis hoje, é preciso muita atenção na hora de investir.
A preocupação não é à toa. Ainda que não haja um estudo oficial da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) sobre o tema, uma busca pelo site da autarquia mostra que, desde o começo do ano, foram feitas três deliberações envolvendo ofertas irregulares de negociação de criptoativos.
Para não cair em furadas, uma alternativa é olhar o histórico de segurança e de incidentes envolvendo o nome da corretora, além de investigar se ela já foi alvo de hackers e verificar como ela se posicionou durante o caso.
As corretoras de criptomoedas são normalmente chamadas de exchanges, mesmo no Brasil. Elas atuam como intermediárias para a compra e venda de bitcoin e outros criptoativos, da mesma forma que as corretoras de valores tradicionais fazem a intermediação de compra e venda de ativos como ações, fundos, renda fixa e fundos imobiliários.
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Uma das particularidades do mercado de moedas digitais, porém, é que o cliente de uma exchange não consegue negociar criptomoedas com os clientes de outras corretoras, apenas com usuários da sua própria exchange.
Já entre as semelhanças, podemos citar o fato de que você nunca deve deixar dinheiro parado na conta da exchange, para não ficar exposto ao risco da corretora. Essas instituições devem ser usadas unicamente para a compra e venda de criptoativos.
A razão é simples: elas são muito mais visadas do que o investidor pessoa física ou pessoa jurídica na hora de ataques virtuais.
A orientação vale não só para a moeda convencional como para as próprias criptomoedas. O melhor a se fazer é depositar seus bitcoins ou outros criptoativos quaisquer em carteiras digitais, mais conhecidas como wallets.
Eu vou falar mais das wallets nas próximas semanas aqui no Seu Dinheiro.
Se todo cuidado é pouco na hora de investir e se há cada vez mais opções para o investidor escolher, como escolher uma exchange? O primeiro passo é pensar em quais criptoativos ele deseja adquirir e se ele pretende comprá-los com reais ou dólares.
A principal vantagem de abrir conta numa corretora brasileira é que não há necessidade de ter dólares para adquirir criptomoedas. O investidor consegue comprar bitcoins e outros criptoativos conhecidos - como ethereum, litecoin, ripple (XRP), ou bitcoin cash - apenas com reais.
Além disso algumas corretoras têm conta nos principais bancos, o que pode dispensar a necessidade de pagar DOC ou TED para a transferência de recursos. É o caso das exchanges BitcoinTrade e Mercado Bitcoin.
Mas nem tudo é perfeito. A principal desvantagem é que as corretoras brasileiras oferecem poucas opções de criptomoedas. Se você quiser comprar moedas digitais que não sejam oferecidas no Brasil, a diva é comprar bitcoins em uma exchange brasileira e transferi-los para uma corretora estrangeira para conseguir comprar o criptoativo desejado. Desta forma, evita-se a conversão de dólares em reais.
Com os nomes mais variados, o número de corretoras de criptomoedas brasileiras vem crescendo. Mas, entre tantas possibilidades, quais escolher? Para facilitar a vida do investidor, conversei com alguns especialistas do mercado de cripto, que me recomendaram duas exchanges brasileiras: Mercado Bitcoin e BitcoinTrade.
Ambas têm taxas interessantes, um bom histórico em termos de segurança, além de disporem de plataformas acessíveis e intuitivas. Outro ponto é que as duas costumam ser ágeis na hora de aprovar aberturas de conta, depósitos, transações e retiradas.
As avaliações dessas corretoras em sites como o Reclame Aqui também são boas, no geral. A Mercado Bitcoin, por exemplo, recebeu nota 8,2 de 10 nos últimos 12 meses. E 78,3% das pessoas questionadas pelo portal disseram que voltariam a fazer negócios com a empresa.
Ela é uma das exchanges mais antigas do país e, consequentemente, uma das que dispõem de maior liquidez, especialmente para os investidores que costumam realizar operações de maior valor.
A exchange conta ainda com uma boa equipe e teve poucos problemas nos últimos anos. Ainda que ela tenha sofrido um ataque hacker em 2013, a empresa vem trabalhando desde então para tornar o seu sistema mais robusto e seguro. Além do bitcoin, a plataforma hoje oferece bitcoin cash, ethereum, litecoin e ripple (XRP).
A BitcoinTrade, por sua vez, recebeu nota 7,9, de 10 nos últimos 12 meses no Reclame Aqui. Questionados pelo site, 71,6% dos usuários que utilizavam sua plataforma de negociações disseram que voltariam a fazer negócios com a corretora.
No geral, a BitcoinTrade tem taxas menores do que a Mercado Bitcoin, além de oferecer uma boa experiência para o usuário e agilidade na aprovação de depósitos e retiradas. Entre as criptomoedas ofertadas pela exchange estão bitcoin, ethereum, litecoin, bitcoin cash e ripple (XRP).
Em suma, o que costuma diferenciar as duas corretoras são a experiência oferecida ao usuário e as taxas.
Para entender melhor como funcionam as duas plataformas, decidi testá-las. Como as exchanges não exigem pagamento de qualquer tipo de mensalidade nem cobram taxas de custódia, o ideal é que o investidor abra uma conta em mais de uma instituição e faça um "test-drive". Assim ele será capaz de verificar qual é a casa que mais se encaixa em seu perfil e é mais fácil de utilizar.
Na hora de abrir uma conta, verifiquei que há uma certa diferença entre as duas. No caso da Mercado Bitcoin, o processo de abertura foi rápido e simples. Consegui concluí-lo em um único dia. Primeiro, eu preenchi uma ficha cadastral com meu e-mail, CPF e data de nascimento. Em seguida, recebi uma mensagem no meu e-mail avisando sobre o link de ativação da conta.
Mas, para ser capaz de movimentar valores nela, tive que fazer também uma atualização do meu cadastro com o envio de uma foto de um documento (identidade, passaporte ou CNH) e uma selfie. Além disso, a plataforma me pediu para que eu criasse uma verificação de dois passos (2FA), que funciona como um método de segurança adicional para entrar na minha conta e que é atualizado a cada 30 minutos.
Já no caso da BitcoinTrade, o processo foi um pouco mais complicado. Para abrir uma conta, também precisei preencher uma ficha cadastral com nome, e-mail, CPF, data de nascimento e comprovante de residência. Em seguida, recebi um e-mail de confirmação. O próximo passo foi enviar um documento com foto, que podia ser tanto a CNH, como o passaporte ou a identidade, junto com uma selfie segurando um documento com a data do dia em questão.
O ponto é que, na hora que fui enviar o documento, a BitcoinTrade demorou para reconhecer as minhas fotos. Tentei duas vezes, mas sempre me avisavam que havia algum problema com a imagem. Levei cerca de um dia e meio para receber a confirmação de que estava tudo certo e concluir a abertura de conta.
A BitcoinTrade tem conta apenas no Banco do Brasil, no Itaú, no Bradesco, no Santander e no Banrisul. Isso significa que se o investidor tiver conta em outro banco, será preciso fazer DOC ou TED para transferir reais para a exchange, o que pode ter algum custo com tarifa.
As corretoras também costumam adotar valores mínimos para os depósitos. A Mercado Bitcoin, por exemplo, exige um aporte mínimo de R$ 50. Já a BitcoinTrade aceita aportes a partir de R$ 20.
Com relação a saques em reais, a Mercado Bitcoin cobra uma comissão de R$ 2,90 acrescida de uma taxa de 1,99% sobre o valor da transação. A BitcoinTrade, por outro lado, cobra uma taxa mais "salgada" para os saques em reais, que é de R$ 4,90 acrescido de 0,99% sobre o valor da transação. Já para os saques em bitcoin e demais criptomoedas não há custo.
E quando o assunto são as ordens, a BitcoinTrade cobra uma taxa de 0,25% pelas ordens conhecidas como limitadas. Na prática, é como se você desse uma ordem que estabelece um valor limite pelo qual está disposto a pagar pela criptomoeda para comprá-la (ou receber, se quiser vendê-la).
Ou seja, o valor do criptoativo pode estar em R$ 40 mil, mas se você quiser é possível criar uma ordem de valor menor; de R$ 39.950, por exemplo. Nesse caso, a ordem será executada apenas quando a moeda alcançar esse valor.
Já para as ordens a mercado, a BitcoinTrade cobra uma taxa de 0,50%. Na prática, ela é um tipo de ordem em que o cliente paga exatamente o valor que a criptomoeda está valendo naquele instante. Ela é indicada para os investidores que desejam efetuar a compra de forma rápida e que estão dispostos a pagar um pouco a mais por isso. O custo é mais alto pela execução imediata da ordem.
A Mercado Bitcoin, por sua vez, costuma cobrar uma taxa que pode variar entre 0,30% e 0,70%. Além de todas essas possibilidades de cobrança, há a taxa dos mineradores que costuma variar conforme a velocidade escolhida para a operação, que pode ser rápida, normal e lenta.
Geralmente, quanto mais rápida a velocidade da transação, maior a taxa cobrada pelos mineradores, já que essa ordem deve passar na frente de outras.
Além de ter atenção com as taxas cobradas, há outros fatores que o investidor deve ficar de olho antes de investir por uma exchange. Um dos pontos é o volume diário de negociações. Quanto maior o volume negociado, maior a chance de encontrar compradores e vendedores, facilitando as negociações.
Também é preciso olhar o spread médio cobrado pela corretora, isto é, a diferença entre a cotação da criptomoeda em reais na exchange e sua cotação de referência no mercado, expressa em dólares. É possível verificar as cotações de mercado das moedas digitais no site bitValor.
Digamos que o bitcoin esteja cotado a US$ 10 mil no bitValor, e o dólar esteja a R$ 4,10 - ou seja, o bitcoin está valendo R$ 41 mil. Se o valor na tela da corretora for de R$ 42 mil, então ela está cobrando um spread de 2,44%, que é a diferença percentual entre a cotação da corretora e a cotação de mercado.
A recomendação dos analistas é que o spread máximo pago pelo investidor seja de 5%, em termos normais de negociação.
Outro ponto para ter cuidado é com as ofertas mirabolantes que prometem ganhos estrondosos com criptomoedas. Caso esteja em dúvida, o melhor a fazer é buscar sites como Reclame Aqui para verificar se as pessoas andam reclamando da exchange ou procurar processos contra a empresa na área de atendimento da CVM.
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