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Relatório Trimestral de Inflação do 4º trimestre projeta IPCA de 4% em 2019

O relátorio traz ainda uma recomendação de cautela na condução da política econômica após o quarto corte consecutivo da Selic na semana passada

19 de dezembro de 2019
9:52 - atualizado às 9:57
Banco Central do Brasil
Banco Central do Brasil - Imagem: Shutterstock

O Banco Central (BC) divulgou na manhã desta quinta-feira (19) o seu Reatório Trimestral de Inflação (RTI), com a projeção para o IPCA mantida em 4% em 2019. O valor é o mesmo divulgado na última ata do Copom.

No último relatório divulgado, em setembro deste ano, a projeção do BC era de 3,3% para o índice oficial de preços. A previsão para 2020 é de 3,5%, mesmo número divulgado na ata do Copom, ante 3,6% projetado no documento de setembro.

No documento, o Banco Central indicou que a probabilidade de estourar a meta, de 5,75% está 'próxima de zero'.

O relátorio traz ainda uma recomendação de cautela na condução da política econômica. Após o quarto corte consecutivo da Selic na semana passada, para 4,5% ao ano, o BC lembrou que "seus próximos passos continuarão dependendo da evolução da atividade econômica, do balanço de riscos e das projeções e expectativas de inflação".

Seguindo o mesmo tom do parecer divulgado pelo Copom, o BC ainda afirmou que a manutenção da inflação abaixo da meta em conjunto com os estímulos monetários das principais economias têm produzido um 'ambiente favorável para as economias emergentes.

Para 2021 e 2022 a projeção do IPCA ficou em 3,4%. Os valores anteriores eram de respectivamente 3,7% e 3,3%.

A meta de inflação perseguida pelo BC é de 4,25%, com margem de 1,5 ponto (taxa de 2,75% a 5,75%). No caso de 2020, a meta é de 4,0%, com margem de 1,5 ponto (taxa de 2,5% a 5,5%). Para 2021, a meta é de 3,75%, com margem de 1,5 (taxa de 2,25% a 5,25%). Para 2022, a meta é de 3,50%, com margem de 1,5 (taxa de 2,00 a 5,00%).

Câmbio

No RTI do 4º trimestre as estimativas para o câmbio ficaram em R$ 4,20 para a formulação do cenário de referência de câmbio e juros constantes.

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