🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Os 9 brasileiros que definem o futuro do seu dinheiro

Essas nove pessoas, por dever de ofício, já gastaram até oito horas discutindo o destino do seu (e do meu) dinheiro. No último ano, enfim, elas conseguiram um respiro e quatro horas tornaram-se suficientes para passar a vida a limpo e mandar bala

21 de março de 2019
11:19 - atualizado às 16:37
Imagem: Shutterstock

Nove pessoas com encontro marcado a cada 45 dias já provocaram estragos na vida de muitos brasileiros. Espero, sinceramente, que você não esteja entre eles porque não dá nem para reclamar de prejuízos. Embora tenham nome, sobrenome e endereço, essas nove pessoas são anônimas para a maioria da população e posso garantir que não há TV capaz de torná-las conhecidas. Deve ser um sofrimento. Mas, na certa, é um alívio para os parentes. Quem gostaria de andar acompanhado por alguém que pode ser apontado a qualquer momento em meio a um diz que diz: “É ele, é ele!”?

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Você conhece alguém que gostaria? Eu não conheço.

Essas nove pessoas, por dever de ofício, já gastaram até oito horas discutindo o destino do seu (e do meu) dinheiro. No último ano, enfim, elas conseguiram um respiro e quatro horas tornaram-se suficientes para passar a vida a limpo e mandar bala.

Não se assuste! E, muito aqui entre nós, nem escreva para o Felipe Miranda, o meu chefe, porque eu posso explicar.

“Mandar bala” tem sentido figurado. É só um jeito de falar.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

É verdade que esses nove brasileiros já fizeram muito serviço “sujo” — tipo segurar as pontas quando tudo vai dar errado — enquanto os seus superiores não tomavam as decisões corretas, mas “mandar bala” é tocar a bola para a frente. Entende?

Leia Também

Nesta semana, os nove voltaram a se encontrar. E, ontem, decidiram que tudo fica como está: a taxa Selic permanecerá em 6,50 por cento ao ano até a primeira semana de maio.

Ufa! Era isso o que todo mundo esperava.

Às vezes, dá para perceber um sinal ou outro de mudança. Mas de verdade, para valer, ninguém sabe o que vai acontecer antes de o presidente do Banco Central encerrar a reunião do Comitê de Política Monetária – o Copom.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ontem, estreou um presidente novo no comitê: Roberto Campos Neto.

Ele é o presidente do Banco Central e o principal responsável pelo resultado da reunião. E responderá diretamente a qualquer questionamento sobre a decisão tomada.

É uma grande responsabilidade. Contudo, o presidente do Banco Central não participa de um momento único que se repete a cada encontro do Copom: a “entrega” física da próxima taxa básica de juro da economia brasileira para que seja divulgada ao mercado financeiro e à sociedade.

Quando termina a reunião, a decisão (taxa e comunicado) é registrada em um pen drive que é levado pelo diretor de Política Econômica (Dipec) ou o chefe do Departamento de Estudos e Pesquisas (Depep) a uma sala onde está assessor de imprensa que a publicará no site da instituição.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na atual administração, o diretor da Dipec é o economista Carlos Viana de Carvalho e o chefe do Depep é o economista André Minella.

Vida dura

Não pense você que fazer parte do Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) é tarefa para fracos ou amadores. Menos ainda para aqueles que têm a saúde prejudicada. Os integrantes do comitê, criado em 1996, vivem sob estresse. Sofrem um desgaste danado. Não só porque passam 25 das 24 horas do dia distante de suas famílias, mas porque passam 26 das 24 horas do dia cuidando da vida do cidadão e do próprio governo.

Decidir qual é a taxa de juro ideal que permita às pessoas consumirem sem exercer pressão sobre os preços, sem gerar inflação, dá trabalho.

A taxa Selic, que chegou a 6,50 por cento em março de 2018 e aí permanecerá ao menos até maio, é a menor que o país já teve. Sua definição exige um mundo de cálculos, de análise de indicadores e tendências, além de muita técnica para identificar as expectativas dos brasileiros. Deixando de lado a taxa de 6,50 por cento (que é nossa e ninguém tasca!) os demais procedimentos são seguidos pelo Banco Central do Brasil e pelos bancos centrais ao redor do mundo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Efeito cascata

A taxa Selic, hoje velha conhecida, é uma referência para todas as taxas de juros praticadas no país — para quem recebe e para quem paga. E ela tem impacto direto no seu Tesouro Direto e no comportamento das ações negociadas na Bolsa.

Se o juro não sobe, a Bolsa é favorecida, porque, apesar dos riscos que sempre devem ser calculados, ela deve render mais. Se o juro cai, a Bolsa pode avançar ainda mais. Na verdade, juro e Bolsa são concorrentes.

O Copom não indicou claramente, ontem, que cortará a Selic em maio ou nos próximos meses. Entretanto, a decisão anunciada também nesta quarta-feira pelo Federal Reserve (Fed, o banco central americano), de manter sua taxa de juros inalterada entre 2,25 por cento e 2,50 por cento e descartar novas altas neste ano abriu uma avenida para que o BC venha a reduzir sua taxa básica.

“A decisão do Federal Reserve foi muito relevante. Havia consenso nos mercados que haveria ainda mais duas elevações de taxa de juros neste ano. Depois o mercado chegou a considerar a possibilidade de Jerome Powell [presidente do Fed] indicar que ainda haveria ao menos um aumento de taxa até o fim do ano. Portanto, a notícia de que não deve ocorrer mais aumento foi muito boa. O dólar afundou, a curva de juros longos também, inclusive, ela já vinha recuando com a possibilidade mais real de o Copom vir a cortar a Selic”, explica o diretor de operações da Mirae Investimentos, Pablo Spyer.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ele acredita que os juros mais longos podem recuar um pouco mais e até sinalizar, quem sabe, mais de um corte na taxa Selic até dezembro. “Mas isso pode acontecer se tudo continuar como está. Por exemplo, que o banco central americano não altere a posição assumida hoje e que a reforma da Previdência vai andar.”

Embora o comunicado do Copom não tenha apontado para mais uma elevação do juro explicitamente, Pablo Spyer considerou um tom mais “dovish” (mais inclinado para um alívio monetário). “Entendo que o discurso do Copom está mais brando, quando ele diz, em seu comunicado, que a atividade interna está aquém do esperado e que a inflação está em níveis adequados até 2021. Isso vale também para a afirmação de que aumentou o risco de desaceleração da economia global, o que sugere que o Federal Reserve não subirá o juro. Para economia bombar se corta taxa de juro. Avalio, portanto, que temos espaço para reduzir mais a Selic.”

Embora o resultado da reunião do Copom fosse amplamente esperado, o mercado futuro de juros naturalmente promove algum ajuste nos contratos de depósito interfinanceiro (DI), na BM&F. Em sua primeira ação do dia, a mesa de operações de Mercado Aberto do Banco Central promove o refinanciamento ou a rolagem de 891 bilhões de reais de aplicações financeiras notadamente de bancos que foram contratadas 45 dias atrás. O Ibovespa, que ontem se afastou um pouco mais de 100 mil pontos, fechando a sessão aos 98.041 pontos, tende a um dia positivo, mas com os investidores atentos à movimentação de parlamentares em Brasília, onde o andar da carruagem é lento para a urgência imposta à reforma da Previdência.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
HISTÓRIA DE CINEMA

Apostador joga 1, 2, 3, 4, 5, 6 na loteria e fica milionário; Mega-Sena pode pagar R$ 55 milhões hoje

12 de fevereiro de 2026 - 7:06

O ganhador ou a ganhadora do concurso 3611 da Lotofácil pode dizer que viveu na pele uma história que só acontecia no cinema — até agora; demais loterias (11) sorteadas ontem acumularam.

CALENDÁRIO DO BOLSA FAMÍLIA

Calendário do Bolsa Família: governo começa a pagar hoje (12) a parcela de fevereiro de 2026; confira o cronograma completo

12 de fevereiro de 2026 - 5:31

Pagamentos começam hoje e seguem até o fim do mês, conforme o final do NIS; benefício mínimo é de R$ 600

CEO CONFERENCE 2026

Para os gringos, tanto faz o próximo presidente — a trajetória de crescimento do Brasil está traçada, diz André Esteves

11 de fevereiro de 2026 - 19:05

Eleições perderam peso nos preços dos ativos, e investidores estrangeiros seguem otimistas com o país

CEO CONFERENCE 2026

Brasil vive melhor momento em anos, diz André Esteves — e o próximo presidente só terá um desafio na economia

11 de fevereiro de 2026 - 17:03

Para o presidente do conselho de administração do BTG Pactual, o país está com a economia no lugar e o cenário ideal para acelerar

PRESIDENTE DO BC

“Banco Central é um transatlântico”: Galípolo sinaliza cortes da Selic, mas evita decisões precipitadas

11 de fevereiro de 2026 - 16:10

“Por que as taxas de juros são tão altas no Brasil? Por conta da nossa dificuldade de convergência com a meta de inflação”, resumiu o presidente do BC

LINHA GALAXY S

Já era, fofoqueiros: Samsung prepara celular com recurso anticuriosos; veja data de lançamento e como conseguir descontos de até R$ 1.500

11 de fevereiro de 2026 - 11:04

Veja o que esperar da nova linha Galaxy S com informações vazadas de insiders da Samsung

ATENÇÕES DIVIDIDAS

Lotofácil 3610 faz 5 milionários de uma vez só, mas Dia de Sorte paga o maior prêmio da rodada; Mega-Sena acumula

11 de fevereiro de 2026 - 7:28

Lotofácil não foi a única loteria a pagar prêmio de sete dígitos na terça-feira. Dia de Sorte pagou o maior valor da noite. Estimativa de prêmio da Mega-Sena sobe para R$ 55 milhões.

CEO CONFERENCE 2026

Até onde a Selic pode cair? BTG projeta cortes totais de 3 pontos nos juros este ano; questão fiscal é o principal risco

10 de fevereiro de 2026 - 18:32

Economistas enxergam ambiente mais favorável para cortes no Brasil do que nos EUA, mas com limites impostos pelos altos gastos públicos

REFÚGIO MILIONÁRIO

Quer ser vizinho do Bill Gates? Veja quanto custa a casa colocada à venda pelo fundador da Microsoft

10 de fevereiro de 2026 - 15:37

Apesar de não ser tão extravagante quanto a residência principal do bilionário, o imóvel tem várias características de luxo

BC INDEPENDENTE

Em ano eleitoral, Motta blinda autonomia do BC e descarta aumento de impostos para 2026

10 de fevereiro de 2026 - 14:04

O deputado acrescentou que, sob sua presidência, a Câmara não colocará em votação nenhuma proposta que altere o modelo atual de independência do BC

CEO CONFERENCE 2026

Com recordes no Ibovespa e dólar em queda, Haddad cutuca mercado: “quem não acreditou na gestão perdeu dinheiro”

10 de fevereiro de 2026 - 12:15

Na CEO Conference 2026, do BTG Pactual, o ministro avaliou sua gestão na Fazenda, rebateu o ceticismo de investidores, defendeu a autonomia do BC e comentou o caso Master, exaltando Gabriel Galípolo

SÓ DEU ELA

Lotofácil começa semana com 2 vencedores mais perto do primeiro milhão; Mega-Sena pode pagar R$ 47 milhões hoje

10 de fevereiro de 2026 - 7:11

Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores no primeiro sorteio da semana. Mesmo com bola dividida, sortudos estão mais próximos do primeiro milhão.

POLÍTICA MONETÁRIA

Presidente do BC prega cautela nos juros e fala sobre Master: “não há regra que proíba captar acima do CDI”

9 de fevereiro de 2026 - 17:16

Mesmo com sinais de arrefecimento da inflação, Gabriel Galípolo afirma que mercado de trabalho forte e salários em alta exigem cuidado extra com cortes na taxa básica

QUEM PAGA A CONTA

FGC deve votar proposta para recuperar R$ 50 bilhões perdidos com o caso Master, diz jornal

9 de fevereiro de 2026 - 10:00

A proposta é antecipar as contribuições ordinárias dos associados do FGC, de 2026 a 2028, além de exigir uma contribuição extraordinária, segundo o jornal O Globo.

LOTERIAS

Com R$ 47 milhões em jogo, Mega-Sena promete o prêmio mais alto da semana, mas outras loterias também oferecem valores milionários

9 de fevereiro de 2026 - 7:36

Como a Mega-Sena só corre amanhã, a Quina é a loteria da Caixa com o maior prêmio em jogo na noite desta segunda-feira (9); confira os valores.

TAÇA VAZIA

Crise do vinho na Argentina: consumo cai mais de 20% — e o principal motivo não é a economia do país

8 de fevereiro de 2026 - 16:03

Nos últimos cinco anos, a queda do consumo de vinho foi de 22,6%. O último ano positivo foi 2020, início da pandemia, quando o isolamento obrigou muitos argentinos a ficar em casa

DINHEIRO NO BOLSO

JHSF (JHSF3), BTG Pactual (BPAC11) e outras quatro empresas distribuem dividendos esta semana; veja quem pode receber

8 de fevereiro de 2026 - 15:06

Pagamentos de dividendos e JCP ocorrem em conjunto com a temporada de divulgação de balanços das principais empresas da B3

ENTRE JUROS E ELEIÇÕES

Estrangeiro impulsiona Ibovespa, mas institucional não compra a tese e foge da bolsa brasileira; entenda o desânimo dos investidores

8 de fevereiro de 2026 - 13:16

Dados preliminares mostram que, dos dias 1o a 29 de janeiro, a entrada de recursos na bolsa vindos do exterior somou R$ 25,3 bilhões

LOTERIAS

A sorte saiu da sala: loterias encalham, e prêmio da Mega-Sena sobe para R$ 47 milhões; confira os sorteios da segunda-feira

8 de fevereiro de 2026 - 11:02

A única loteria que contou com um vencedor na categoria principal foi a Lotofácil 3608

FUTUROLOGIA

Utopia ou distopia? Como seria a vida sem trabalho nem dinheiro sugerida por Elon Musk

8 de fevereiro de 2026 - 9:57

Enquanto o bilionário projeta um mundo sem mercado de trabalho, o debate filosófico e a ficção científica oferecem pistas sobre suas consequências

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar