O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
No último dia da temporada de resultados, importantes companhias listadas na carteira do Ibovespa soltam seus números. Confira os detalhes de cada um
A temporada de resultados empresariais do segundo trimestre de 2019 vai chegando ao fim. Mas engana-se quem pensa que a saidera dos balanços seria tranquila! Uma maratona de números promete movimentar a bolsa brasileira, trazendo volatilidade extra ao já conturbado cenário de aplicações em renda variável.
Para que você não perca nenhum detalhe importante dos resultados, o Seu Dinheiro separou os principais números de cada empresa. Confira como foi o trimestre de Natura, Marfrig, JBS, Via Varejo e Utrapar.
A gigante de cosméticos foi mais uma a fazer bonito no trimestre encerrado em junho. Com lucro de R$ 66,6 milhões, a empresa viu seu faturamento subir nada menos do que 109%. A geração de caixa medida pelo Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) fechou o período em R$ 424,7 milhões, alta de 27% na comparação anual.
A gigante do processamento de carnes conseguiu reverter um prejuízo de quase R$ 1 bilhão um ano antes e lucrou $ 2,18 bilhões no segundo trimestre de 2019, muito acima do esperado pelo mercado. O resultado forte foi impulsionado pela crise de peste suína africana, que acabou ampliando os fluxos de exportação de carne brasileira. Destaque também para a geração de caixa de R$ 5,098 bilhões, alta de 20,3% e considerada a maior da história da JBS.
A processadora de carnes foi mais uma a contar uma história de superação no segundo período do ano. A empresa conseguiu reverter o prejuízo do mesmo período do ano passado e lucrou R$ 86,5 milhões, um pouco acima do que esperavam os analistas de mercado. A geração de caixa via Ebitda subiu 13,3% e atingiu o patamar de R$ 1,1 bilhão, também dentro do estimado. Em documento divulgado aos investidores, a diretoria da Marfrig se diz confiante para encerrar o ano uma vez que o primeiro semestre, considerado mais desafiador em termos de negócios, veio muito positivo. Vale lembrar que os resultados trimestrais já levam em consideração a compra da Iowa Premium, que custou aos cofres da empresa US$ 150 milhões.
Na contramão dos frigoríficos, a dona da rede Casas Bahia amargou um prejuízo líquido de R$ 154 milhões entre abril e junho, revertendo um lucro de R$ 14 milhões no mesmo período de 2018. Receita líquida e Ebitda sem efeitos da regra contábil IFRS 16 também registraram queda, respectivamente, de 6,5% e 58,3%. Enquanto o primeiro ficou em R$ 6,024 bilhões, o segundo em R$ 189 milhões. A receita bruta das lojas físicas somou R$ 5,673 bilhões, um avanço 1,9%. As vendas online, por sua vez, recuaram 23,2%, para R$ 1,286 bilhão.
Leia Também
Quem também levou um tropeço foi a Ultrapar. A empresa viu seu lucro líquido minguar 47% com um fraco desempenho das redes Ipiranga e Oxiteno, que venderam menos no período e fizeram a receita do grupo cair 4%, a R$ 21,693 bilhões. Também jogou contra o Termo de Ajustamento de Conduta firmado junto ao Ministério Público Federal para compensar impactos causados por um incêndio em Santos, algo que custou R$ 50 milhões aos seus cofres. Apesar da decepção com o lucro e o Ebitda, o resultado de receita veio em linha com as projeções de analistas de mercado.
Lucro acima do esperado não impede queda das units do banco neste pregão; confira o que dizem os analistas sobre o resultado
Primeira parcela faz parte do pacote de R$ 4,3 bilhões aprovado pela elétrica para remunerar acionistas em 2026
Nova estratégia combina crescimento acelerado com ROE em alta, e coloca o banco em um novo patamar de cobrança; veja os detalhes
Além da Fast Shop, o Ministério Público identificou mais empresas que foram beneficiadas pelo esquema, incluindo a Ultrafarma
Com crescimento equilibrado entre móvel, fibra e digital, Telefônica Brasil entrega lucro de R$ 1,2 bilhão no 1T26; veja os destaques do resultado
O balanço do BTG trouxe lucro em expansão e rentabilidade em alta; confira os principais números do trimestre
Mercado espera crescimento da receita, Ebitda bilionário e mais uma rodada de proventos para os acionistas da estatal; confira as projeções
A semana teve mudanças relevantes em Axia Energia (AXIA3), Tenda (TEND3) e Cemig (CMIG4)
Ex-presidente da B3 e ex-diretor do Santander, Gilson Finkelzstain foi escolhido em março para substituir Mario Leão no comando do banco no Brasil
Nesta sexta-feira (8), as ações da estatal completaram cinco sessões de quedas consecutivas, acompanhando a forte desvalorização do Brent na semana
Lucro cresceu 13,2% no primeiro trimestre, e bancos seguem vendo espaço para avanço dos dividendos
Com receita mais diversificada e aposta em Wealth, banco tenta reduzir volatilidade enquanto espera queda dos juros, afirma Vinicius Carmona ao Seu Dinheiro
De acordo com a empresa, a gestão de Reynaldo Passanezi Filho, que deixa o cargo, foi marcada por um ciclo de crescimento da companhia, avanços em eficiência operacional e investimentos em níveis recordes
Fenômeno com a Carmed e cada vez mais pop nas redes, a farmacêutica viu margens pressionadas, estoques travados e queima de caixa em 2025. Agora, tenta equilibrar crescimento acelerado com disciplina financeira
A varejista teve prejuízo líquido de R$ 55,2 milhões no primeiro trimestre de 2026, revertendo o lucro de R$ 12,8 milhões registrado no mesmo período do ano passado, em meio à pressão da Selic elevada sobre as despesas financeiras
Após um 1T26 pressionado, Ricardo Moura aposta em melhora gradual da rentabilidade — sem abrir mão do conservadorismo
Petroleira pagará R$ 0,34 por ação em juros sobre capital próprio e também informou avanço nas negociações com a Brava Energia
Marcos Cruz será o novo CEO da Tenda a partir de junho de 2027. O executivo comandou a Nitro Química na última década e acumula passagens pela McKinsey e Secretaria Municipal da Fazenda de São Paulo
Mesmo com receita acima do esperado e forte aceleração das vendas, o Mercado Livre registrou queda no lucro líquido e pressão nas margens no primeiro trimestre de 2026
Lucro recorde e avanço no ROE não foram suficientes para segurar as ações nesta sessão; veja o que pressiona os papéis hoje