Menu
2019-10-14T14:39:04-03:00
Tem que adiar isso daí

Vitorioso nas prévias eleitorais argentinas, Fernández defende renegociação de acordo com o FMI

Alberto Fernández afirmou que o acordo para o pagamento de dívidas junto ao Fundo Monetário Internacional é “impossível de cumprir”

18 de agosto de 2019
17:13 - atualizado às 14:39
Alberto Fernández
Imagem: Televisón Pública Noticias

O candidato vencedor das eleições presidenciais primárias da Argentina, Alberto Fernández, declarou que o acordo firmado pelo governo do atual presidente do país, Mauricio Macri, para pagamento de dívidas junto ao Fundo Monetário Internacional (FMI), é "impossível de cumprir".

Para Fernández, Macri precisa renegociar com a instituição adiamentos dos pagamentos previstos para os próximos anos. "É a única solução", disse, em entrevista ao jornal La Nación. Em 2018, o governo local tomou empréstimo de US$ 57 bilhões do FMI.

Já em uma tentativa de aliviar as tensões com o presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, o candidato kirchnerista buscou tranquilizar o mandatário brasileiro em relação a políticas econômicas de sua eventual administração. "Para mim, o Mercosul é um lugar central. E o Brasil é o nosso principal parceiro e vai continuar a ser. Se Bolsonaro pensa que vou fechar a economia, que fique tranquilo, porque não vou. É uma discussão tonta", declarou.

Apesar de dizer que não se opõe ao Mercosul, Fernández ponderou que acordos comerciais devem considerar os interesses nacionais. "Meu problema não é que a economia se abra. Meu problema é que essa abertura cause danos aos argentinos", afirmou o candidato à presidência argentina.

Política cambial

Alberto Fernández ainda disse que, em uma eventual administração, aplicará política cambial de "flutuação administrada" do dólar - e repetiu que a atual cotação do dólar é "adequada".

*Com Estadão Conteúdo.

Comentários
Leia também
OS MELHORES INVESTIMENTOS NA PRATELEIRA

Garimpei a Pi toda e encontrei ouro

Escolhi dois produtos de renda fixa para aplicar em curto prazo e dois para investimentos mais duradouros. Você vai ver na prática – e com a translucidez da matemática – como seu dinheiro pode render mais do que nas aplicações similares dos bancos tradicionais.

Fundos de investimento

Ney Miyamoto deixa equipe de gestão da Alaska

Fundador e um dos executivos mais experientes da equipe da Alaska, Miyamoto permanece como sócio e investidor dos fundos da casa

Vai pedir música no Fantástico

CVM abre terceiro processo administrativo desde início da crise na Petrobras

O sistema da CVM não indica a apuração de eventuais operações atípicas com papéis da petroleira no período recente.

No banco de reservas

Brasil deixa time das 10 maiores economias

O País deverá fechar o ano como a 12ª maior economia em termos de valor do PIB, ultrapassado por Canadá, Coreia do Sul e Rússia.

Mercado de capitais

CVM libera bancos para fazerem empréstimos “travestidos” de debêntures

Financiamento via debêntures conta com algumas vantagens em relação ao empréstimo tradicional, como a alíquota zero de IOF

Crise

Venda de veículos cai 16,7% e tem pior fevereiro em 3 anos, diz Fenabrave

Desde 2018, quando foram vendidos 156,9 mil veículos no segundo mês do ano, o setor não tinha um fevereiro tão fraco.

Carregar mais notícias
Carregar mais notícias
Fechar
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies