🔴 [NO AR] ESPECIALIZAÇÃO EXECUTIVA EM IA: 3 AULAS GRATUITAS – ASSISTA AGORA

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

TECNOLOGIA

A Apple está de volta? Ações da dona do iPhone disparam em 2019

A gigante de tecnologia passou por altos e baixos em 2018. Agora, entra em uma nova era e volta a se aproximar do trilhão de dólares. Veja o que esperam analistas

Logo da Apple
Apple: gigante de tecnologia se recupera de momento difícilImagem: shutterstock

A Apple parece ter deixado para trás um dos períodos mais turbulentos de sua história. O investidor que observar o gráfico da trajetória das ações da empresa entre meados de 2018 e os últimos pregões irá se deparar com um arco que mais parece uma grande cratera. Mas como a empresa comandada por Tim Cook foi do céu ao inferno, e ao céu novamente, em pouco menos de um ano?

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em agosto do ano passado, a Apple foi a primeira empresa com ações listadas na Bolsa de Nova York a ultrapassar a barreira de US$ 1 trilhão de dólares - valor de mercado à época maior do que o de todas as empresas da Bolsa brasileira juntas.

Os sucessivos recordes de receitas e lucros da empresa, porém, logo deram lugar a previsões de que o inverno se aproximava para o principal produto da marca: o iPhone.

O ritmo cardíaco da Apple caiu

Em novembro passado, no mesmo dia em que anunciou um aumento de 20% nas receitas para o trimestre encerrado em setembro ante um ano antes, a Apple surpreendeu analistas com uma projeção mais modesta de vendas para o período tradicionalmente mais forte do calendário.

À desconfiança sobre o desempenho dos novos iPhones nas festas de fim de ano, somou-se a preocupação com o comunicado de que a empresa deixaria de divulgar o número total de vendas de seus produtos - e tornaria públicas apenas as receitas. A notícia alimentou rumores sobre uma iminente desaceleração nos resultados da companhia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O sinal amarelo passou para o vermelho dias depois, quando alguns dos fornecedores de peças da empresa também reduziram suas projeções financeiras. As ações da Apple entraram em forte viés de queda, e puxaram boa parte do setor de tecnologia junto.

Leia Também

RADAR DE FIIS

TRX dá mais um passo atrás e desiste de aquisição de cinco imóveis da Cyrela (CYRE3), incluindo prédio alugado pelo Nubank

TOUROS E URSOS #285

Nem bolsa, nem dólar: este é o ativo “à prova de balas” para atravessar as eleições 2026, segundo gestor do ASA

Para manter a comparação com a Bolsa brasileira, a empresa da maçã perdeu, apenas em um mês, uma Vale e uma Petrobras em valor de mercado.

O fundo do poço do iPhone

O fundo do poço veio nos primeiros dias de 2019, quando um raro comunicado do CEO Tim Cook reduziu em mais US$ 8 bilhões as projeções de receita para o último trimestre de 2018, o primeiro do ano fiscal americano.

Entre as principais razões para a mudança, estava o ritmo fraco nos mercados emergentes, em especial na China, país com o qual as tensões haviam escalado por conta da guerra comercial.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No dia seguinte ao alerta algo apocalíptico, as ações da Apple caíram quase 10%, a maior queda percentual diária em cinco anos. O recuo de US$ 72 bilhões em valor de mercado levou a ação da empresa à casa dos US$ 142, menor patamar em 18 meses. Em seu auge, o papel havia batido US$ 227.

Em entrevista ao Business Insider, um analista de Wall Street definiu aquele como “o dia mais sombrio da era do iPhone”.

A Apple de volta ao jogo

Como nem todo fundo do poço tem um alçapão, a Apple retomou uma trajetória de alta desde o início do ano. Em nível regional, a valorização da empresa foi puxada pelo otimismo com o fim da guerra comercial com a China, a queda dos estoques no país e o dólar mais fraco em relação ao yuan, que permitiu um corte no preço do iPhone.

Além disso, a previsão de queda nas receitas por analistas passou a ser considerada pessimista demais, o que melhorou a precificação do papel.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O Bank of America ainda acredita que a Apple tem espaço para ampliar sua presença no segmento de smartphones entre 500 e 599 dólares, no qual possui apenas 34% de participação de mercado. Em modelos de mais de 900 dólares, a empresa já responde por 93% das vendas, o que pode sugerir um teto.

Juntam-se a esses fatores a já famosa lealdade dos consumidores à marca e o crescimento da classe média em países emergentes (na Índia, apenas 25% da população possui um smartphone. O maior rali das ações da Apple desde o início do ano veio, contudo, depois que a empresa anunciou seus novos serviços de entretenimento e finanças, no fim de março.

Balanço bem recebido

Nesta última terça-feira, o balanço da gigante foi muito bem recebido por investidores, que esperavam números ligeiramente mais modestos. A Apple reportou receita de US$ 58 bilhões no segundo trimestre fiscal dos EUA, uma queda de 5% em relação ao ano anterior, mas pouco acima das estimativas de US$ 57,4 bilhões do mercado. O lucro líquido da companhia foi de US$ 11,5 bilhões, 16,3% menor que um ano antes.

O destaque positivo foi o recorde da divisão de serviços, que pulou de US$ 9,9 bi para US$ 11,5 bilhões em um ano, acima das expectativas de US$ 11,2 bi dos analistas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além disso, a Apple informou que gastará US$ 75 bilhões em recompras de ações e aprovou um dividendo de US$ 0,75 por papel, o que representa uma elevação de 5% para os acionistas.

De olho no trilhão

Com valor de mercado de US$ 989 bilhões no momento em que essa matéria foi escrita, a empresa mira novamente o trilhão. Ao Market Watch, o capitalista de risco Gene Munster afirmou acreditar que as ações da Apple possam saltar 25% nos próximos 5 anos. Segundo ele, os analistas subestimam o potencial da maçã e a empresa de tecnologia deve ter o melhor desempenho do ano entre as chamadas FAANG (Facebook, Amazon, Netflix, e Alphabet).

Desde o início do ano, as ações da fabricante de smartphones subiram 27%, somando mais de 300 bilhões em valor de mercado. No acumulado do ano, o crescimento está atrás da rede social de Mark Zuckerberg e da plataforma da streaming de Reed Hastings, mas à frente da gigante de e-commerce de Jeff Bezos e da holding que controla o Google.

Outro analista ouvido pelo site americano, porém, é mais cético quanto à recuperação da companhia. Segundo Michael Hewson, analista chefe de mercado da CMC Markets, é difícil dizer se a nova fase de serviços da Apple vai compensar o fim da era de total dominância do iPhone.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E você, o que espera do futuro da Apple? Deixe sua opinião nos comentários.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Imagem com a bandeira do Brasil ao fundo e um gráfico vermelho com números e uma seta apontando para baixo representando a queda do ibovespa 27 de agosto de 2026 - 17:01
Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro eleições 27 de agosto de 2026 - 15:31
Cifrão em um prédio em construção representando os dividendos das ações de construtoras, incorporadoras e fundos imobiliários 27 de agosto de 2026 - 10:04
Copo de cerveja dourada e gelada centralizado em primeiro plano, com gotas de condensação visíveis no vidro. Ao fundo, desfocado, aparece um gráfico financeiro com velas e linhas de mercado em tons de laranja e vermelho, simbolizando o impacto de fatores econômicos e tributários sobre a Ambev e o setor de bebidas. 25 de agosto de 2026 - 19:41
25 de agosto de 2026 - 16:01
25 de agosto de 2026 - 13:06
Montagem traz uma imagem de gráfico de ações ao fundo e uma urna eletrônica no centro 24 de agosto de 2026 - 17:03
ações ibovespa bolsa brasileira 23 de agosto de 2026 - 15:30
Montagem com um fundo de gráfico de ações e a bandeira do Brasil dentro de uma lupa, gestores, ações, fundos 21 de agosto de 2026 - 19:33
Wall Street diante de um gráfico vermelho de queda 21 de agosto de 2026 - 18:31
Ações da Hapvida (HAPV3) 21 de agosto de 2026 - 18:02
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar