Amazon, de Jeff Bezos, é eleita a marca mais valiosa do mundo
Varejista desbanca Apple e Google, com valor de marca de US$ 315 bilhões; levantamento é feito anualmente pela empresa de pesquisas Kantar e reúne as 100 marcas mais valiosas do mercado global

A Amazon, comandado pelo bilionário Jeff Bezos, foi eleita marca mais valiosa do mundo em um levantamento feito pela empresa de pesquisa Kantar, o BrandZ de 2019
Segundo o levantamento, a empresa fundada pelo homem mais rico do mundo tem entre os motivos de sua valorização a expansão no ramo da computação em nuvem, tecnologia de consumo e produção de filmes.
Nos últimos cinco anos, a varejista online viu o valor da sua marca quintuplicar, chegando a US$ 315,5 bilhões, ainda de acordo com as classificações da BrandZ.
[captacao]
O ranking é promovido anualmente pela holding de publicidade WPP e sua empresa de pesquisa de mercado Kantar, e analisa os dados financeiros das empresas. Entre as companhias da lista, não há brasileiras. Entre as dez primeiras, oito são norte-americanas e duas são chinesas.
Para o CEO da BrandZ, David Roth, que se pronunciou no documento de apresentação do levantamento, a marca de Bezos ter assumido o posto de mais valiosa do mundo não é uma surpresa. Para ele, a Amazon vem provando sua capacidade de se expandir para diversos segmentos.
Leia Também
“Tenho certeza que nenhum de nós imaginava que o fundador da empresa criaria outros negócios, incluindo um foguete para promover o turismo espacial”, disse. O plano de Bezos não inclui só viagens, o biolionário quer colonizar a Lua.

Amazon e os chineses
Há 15 marcas chinesas no ranking, entre elas a Alibaba e a JD.com — gigantes do varejo online que a Amazon não conseguiu desbancar na China, conforme lembra reportagem do Financial Times.
Em abril, diante da forte concorrência, a empresa de Bezos anunciou que fecharia a operação do e-commerce no país e passaria a oferecer somente produtos importados dos Estados Unidos, Grã-Bretanha, Japão e Alemanha.
Outro destaque do ranking é a Huawei, que tem passado por turbulências desde que os EUA iniciaram uma campanha para convencer seus aliados de que a fabricante de equipamentos de rede de telecomunicações e de smartphones apresenta riscos de espionagem. O valor da marca ganhou 8%, chegando a US$ 26,9 bilhões.
Enquanto isso, a regulamentação doméstica parece ter pesado sobre o valor da marca do portal de serviços na internet Tencent, caindo 27%, para US$ 130,9 bilhões, segundo o ranking.

Maiores valorizações
Entre as marcas que sofreram maior valorização, ainda estão Instagram (95%), Lululemon (77%) e SalesForce (58%). Amazon também está nesta lista, com 52%. O setor mais representativo é do tecnologia.
Outra marca de destaque nesse ranking é a Netflix, em 65%, — hoje avaliada em US$ 34,3 bilhões. Ela tipifica outra tendência deste ano, ainda conforme lembra o jornal de Londres: marcas que oferecem experiências às pessoas em vez de simplesmente vender os produtos.
MERCADO EM EXPANSÃO
Rival da B3 quer estrear em 2027 e promete reduzir custos e ampliar opções para quem investe em ações, ETFs e FIIs
15 de outubro de 2026 - 17:10DOS MIMOS ÀS PROTEÍNAS
Black Friday 60% maior: como o iFood quer provar de vez que não é mais um aplicativo de entregas de refeições
15 de outubro de 2026 - 16:35ATENÇÃO, INVESTIDOR
INBR32 dá adeus à B3: prazo para decidir o destino dos BDRs do Inter termina nesta sexta-feira; veja as opções
15 de outubro de 2026 - 10:50ESTRUTURAS INTACTAS
O negócio caiu, mas a ação subiu: por que a disparada dos distratos não assusta os investidores de Tenda (TEND3) e Cury (CURY3)
15 de outubro de 2026 - 6:06ATENÇÃO, ACIONISTA!
Dividendos e JCP: dona da Vivo (VIVT3) vai distribuir R$ 450 milhões em proventos; confira os prazos
14 de outubro de 2026 - 19:14EM MEIO À EUFORIA
O Bradesco saiu de moda na bolsa? O rali eleitoral tem seus queridinhos — e BBDC4 ficou de escanteio
14 de outubro de 2026 - 19:03PARA ALÉM DAS ACADEMIAS
Juros são o maior desafio da Smart Fit (SMFT3), segundo o CEO. Como a líder do setor fitness tem crescido nesse cenário?
14 de outubro de 2026 - 17:45SAÚDE NA BOLSA
Ações de saúde pegaram carona na eleição; agora, UBS BB revela o que pode vir pela frente para Rede D’Or, Hapvida e outras
13 de outubro de 2026 - 19:51DE QUE LADO VOCÊ ESTÁ?
Vencedores e vencidos pelos juros: o mapa do BTG para a sua carteira com a Selic menor
13 de outubro de 2026 - 19:21ESPAÇO PARA FATURAR BILHÕES
O jogo virou para o Magazine Luiza (MGLU3)? Itaú BBA eleva recomendação para compra com alívio nos juros e crise na Casas Bahia (BHIA3)
13 de outubro de 2026 - 12:45DESALAVANCAGEM EM FOCO
CSN (CSNA3) põe siderúrgica alemã à venda; negócio de R$ 3,1 bilhões vai resolver sua dor de cabeça bilionária?
12 de outubro de 2026 - 10:59ESTRATÉGIA DE EXPANSÃO
Bradseg quer crescer sem entrar na guerra de preços dos seguros, diz CEO; veja onde está a aposta da companhia
12 de outubro de 2026 - 10:03NA ERA DA IA
Seu próximo gerente pode ser uma IA: veja como Bradesco e Santander estão se preparando e se os apps de banco vão acabar
12 de outubro de 2026 - 7:02O QUE ESTÁ EM JOGO?
Raízen (RAIZ4) quer listar subsidiária na B3 em meio a plano bilionário de reorganização
10 de outubro de 2026 - 9:08ATENÇÃO, ACIONISTA!
Dividendos e JCP: Santander (SANB11) distribuirá R$ 1,5 bilhão aos acionistas; saiba quem mais paga
9 de outubro de 2026 - 19:34Conteúdo Market Makers
Bancos vão investir R$ 3 bilhões em inteligência artificial e soluções de dados em 2026: O que eles já descobriram que você ainda não aplica?
9 de outubro de 2026 - 13:00Conteúdo Empiricus
Qual a importância de saber o valor real da sua empresa? Conheça uma forma gratuita de calculá-lo
9 de outubro de 2026 - 12:00ENERGIA NA MIRA
Não é a Taesa (TAEE11): Ação paga bons dividendos, mas não é a favorita do Itaú BBA; veja as elétricas preferidas do banco
9 de outubro de 2026 - 9:37NOVAS FRONTEIRAS
Quer investir na China sem sair da B3? BTG Pactual Asset fecha parceria com gigante chinesa para preparar novos ETFs
9 de outubro de 2026 - 5:01RECOMENDAÇÃO