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olha ela aí

Amazon, de Jeff Bezos, é eleita a marca mais valiosa do mundo

Varejista desbanca Apple e Google, com valor de marca de US$ 315 bilhões; levantamento é feito anualmente pela empresa de pesquisas Kantar e reúne as 100 marcas mais valiosas do mercado global

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12 de junho de 2019
15:13 - atualizado às 14:28
Jeff Bezos
Jeff Bezos - Imagem: Shutterstock

A Amazon, comandado pelo bilionário Jeff Bezos, foi eleita marca mais valiosa do mundo em um levantamento feito pela empresa de pesquisa Kantar, o BrandZ de 2019

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Segundo o levantamento, a empresa fundada pelo homem mais rico do mundo tem entre os motivos de sua valorização a expansão no ramo da computação em nuvem, tecnologia de consumo e produção de filmes.

Nos últimos cinco anos, a varejista online viu o valor da sua marca quintuplicar, chegando a US$ 315,5 bilhões, ainda de acordo com as classificações da BrandZ.

O ranking é promovido anualmente pela holding de publicidade WPP e sua empresa de pesquisa de mercado Kantar, e analisa os dados financeiros das empresas. Entre as companhias da lista, não há brasileiras. Entre as dez primeiras, oito são norte-americanas e duas são chinesas.

Para o CEO da BrandZ, David Roth, que se pronunciou no documento de apresentação do levantamento, a marca de Bezos ter assumido o posto de mais valiosa do mundo não é uma surpresa. Para ele, a Amazon vem provando sua capacidade de se expandir para diversos segmentos.

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“Tenho certeza que nenhum de nós imaginava que o fundador da empresa criaria outros negócios, incluindo um foguete para promover o turismo espacial”, disse. O plano de Bezos não inclui só viagens, o biolionário quer colonizar a Lua.

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Amazon e os chineses

Há 15 marcas chinesas no ranking, entre elas a Alibaba e a JD.com — gigantes do varejo online que a Amazon não conseguiu desbancar na China, conforme lembra reportagem do Financial Times.

Em abril, diante da forte concorrência, a empresa de Bezos anunciou que fecharia a operação do e-commerce no país e passaria a oferecer somente produtos importados dos Estados Unidos, Grã-Bretanha, Japão e Alemanha.

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Outro destaque do ranking é a Huawei, que tem passado por turbulências desde que os EUA iniciaram uma campanha para convencer seus aliados de que a fabricante de equipamentos de rede de telecomunicações e de smartphones apresenta riscos de espionagem. O valor da marca ganhou 8%, chegando a US$ 26,9 bilhões.

Enquanto isso, a regulamentação doméstica parece ter pesado sobre o valor da marca do portal de serviços na internet Tencent, caindo 27%, para US$ 130,9 bilhões, segundo o ranking.

Maiores valorizações

Entre as marcas que sofreram maior valorização, ainda estão Instagram (95%), Lululemon (77%) e SalesForce (58%). Amazon também está nesta lista, com 52%. O setor mais representativo é do tecnologia.

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Outra marca de destaque nesse ranking é a Netflix, em 65%, — hoje avaliada em US$ 34,3 bilhões. Ela tipifica outra tendência deste ano, ainda conforme lembra o jornal de Londres: marcas que oferecem experiências às pessoas em vez de simplesmente vender os produtos. 

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