Nasdaq tem leve alta na véspera de Natal e chega a um novo recorde de fechamento
As bolsas americanas apenas flutuaram perto da estabilidade nesta terça-feira (24). Ao fim da sessão, encurtada por causa da véspera do Natal, o Nasdaq tinha ganhos modestos, mas suficientes para levar o índice a novas máximas

Os mercados brasileiros ficaram fechados nesta terça-feira (24), em função da véspera de Natal. Mas, no exterior, as principais bolsas funcionaram hoje — a maioria com horário reduzido de negociação.
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Nos Estados Unidos, o pregão terminou mais cedo, às 15h (horário de Brasília). E, como era de se esperar, o tom foi morno, com um baixo volume de negociações — o que não impediu que um dos índices buscasse novos recordes.
O Nasdaq fechou em leve alta de 0,08%, aos 8.952,88 pontos, renovando o topo histórico. Já o S&P 500 (-0,02%) e o Dow Jones (-0,13%) terminaram o dia em baixa.
Como pano de fundo para a sessão pouco movimentada, apareceu mais uma vez o noticiário referente à guerra comercial. Mais cedo, o presidente americano, Donald Trump, disse a jornalistas que será realizada uma cerimônia pública para a assinatura da primeira fase do acordo com a China.
Impulso na China
Na sessão asiática, o Shanghai Composite, principal índice acionário chinês, fechou em alta de 0,67% — o Shenzhen, menos amplo, subiu 1,32%. Por lá, os investidores continuaram reagindo bem ao corte de tarifas anunciado por Pequim, de modo a viabilizar a assinatura da primeira fase do acordo comercial com os EUA.
No restante da Ásia, o tom foi misto: em Hong Kong, o índice Hang Seng caiu 0,15%; no Japão, o Nikkei avançou 0,04%; e, na Coreia do Sul, o Kospi teve baixa de 0,62%.
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[captacao]
Europa de lado
No velho continente, a bolsa da Alemanha fez companhia à B3 e não abriu hoje. Mas outras praças importantes da Europa funcionaram nesta véspera de Natal — o horário de operação, contudo, foi menor.
O FTSE 1000, do Reino Unido, fechou em leve alta de 0,10% — as negociações terminaram às 9h30 (horário de Brasília). Na França, o CAC 40 ficou estável e, na Espanha, o IBEX 35 caiu 0,12%.
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