O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Dados do BC mostram retirada de US$ 4,468 bilhões no acumulado do ano até outubro. Déficit externo de 2018 foi revisado para 2,2% do PIB
Pelo terceiro mês seguido o Banco Central (BC) registra saída de recursos do mercado de ações. Em outubro, as retiradas somaram US$ 1,876 bilhão. No ano, os saques somam US$ 4,468 bilhões, pior resultado desde 2008.
Em 12 meses, o saldo de investimento no mercado de ações é negativo em R$ 7,429 bilhões, entre as piores leituras desde 2009. Os dados do BC complementam a história que já sabemos. É o ímpeto comprador do investidor local que dá sustentação à valorização da bolsa brasileira.
Os dados do BC diferem daqueles divulgados pela B3 sobre investimento estrangeiro em ações, pois captam movimentos no balanço de pagamento, entradas e saídas do país. Já os números da B3 captam compras e vendas no mercado secundário e primário e não o ingresso ou remessa de dinheiro para fora do país. O gringo pode vender ações, mas comprar títulos, por exemplo, deixando o dinheiro no país.
No mercado de títulos de renda fixa negociados no país também foi registrada saída pelo terceiro mês seguido. Os saques totalizaram US$ 2,835 bilhões em outubro. Com isso, o saldo positivo do ano caiu para apenas US$ 1,806 bilhão. A projeção do BC para o ano é de ingresso de US$ 12 bilhões, mas certamente será revisada para baixo agora em dezembro.
Em 12 meses, o saldo é negativo em US$ 4,420 bilhões. O ingresso para renda fixa mudou de patamar desde a perda do grau de investimento em 2015, quando fluxos em 12 meses que chegavam a US$ 40 bilhões (abril de 2014) viraram saídas de mais de US$ 25 bilhões (dezembro 2016).
O BC também apresentou uma revisão das contas externas considerando dados do Capitais Brasileiros no Exterior (CBE) e Censo de Capitais Estrangeiros no País (Censo) sobre o lucro de investimentos diretos (dividendos distribuídos e lucros reinvestidos).
Leia Também
Segundo o BC, os lucros reinvestidos representam a parcela dos lucros retidos (e, portanto, não distribuídos), atribuída aos investimentos diretos. Lucros reinvestidos figuram simultaneamente na renda primária das transações correntes e no investimento direto, como aumento em participação no capital, da conta financeira. Dessa forma, a revisão da estatística de lucros impacta os fluxos de transações correntes e de investimentos diretos.
Para o ano de 2018, as despesas líquidas de lucros de investimento direto foram revisadas de US$ 12,1 bilhões para US$ 31,5 bilhões, aumento de US$ 19,4 bilhões.
As despesas líquidas de dividendos distribuídos foram revisadas de US$ 12,6 bilhões para US$ 17,9 bilhões. Os lucros reinvestidos líquidos foram revisados de receitas líquidas de US$ 409 milhões para despesas líquidas de US$ 13,6 bilhões.
Com essas revisões, o déficit em transações correntes de 2018 foi revisado de US$ 21,9 bilhões (1,2% do PIB) para US$ 41,5 bilhões (2,2% do PIB). Já o Investimento Direto no País (IDP) foi ligeiramente elevado de US$ 76,8 bilhões para US$ 78,2 bilhões.
O BC também revisou os dados de janeiro a setembro de 2019. Com isso, o déficit em transações correntes dos nove primeiros meses do ano elevou-se de US$ 34,1 bilhões para US$ 37,8 bilhões. O IDP subiu de US$ 47,5 bilhões para US$ 55,3 bilhões.
Em outubro, o déficit nas contas externas foi de US$ 7,874 bilhões, enquanto o IDP somou US$ 6,815 bilhões. Em 12 meses, o déficit é de US$ 54,8 bilhões ou 3% do PIB, maior leitura desde o fim de 2015. O IDP ainda financia com folga esse déficit, totalizando US$ 79,5 bilhões, ou 4,35% do PIB em 12 meses.
A companhia chega à bolsa com uma tese que mistura ativos regulados e previsíveis, como a Comgás, com a aposta de crescimento da Edge, braço voltado ao mercado livre de gás, GNL e biometano
Para muitos, o recuo do ouro sinaliza cautela. Mas para Benjamin Mandel, o metal precioso é uma convicção de longo prazo; saiba como investir na tese de maneira descomplicada
Em teleconferência com analistas, Abhi Shah detalhou como a companhia está tentando se blindar da disparada nos preços dos combustíveis na esteira dos conflitos no Oriente Médio
A operação será 100% secundária, ou seja, os recursos irão para os acionistas vendedores, e não para o caixa da companhia
Analistas que indicaram o FII em maio ainda enxergam potencial de valorização nas cotas e geração de renda atrativa
Com minério em alta e fluxo estrangeiro, papel recupera fôlego e acumula ganhos de dois dígitos em 2026
O estilo Trump de negociar traz alguma volatilidade aos mercados. De um lado, há fortes sinais de trégua. De outro, o republicano promete a pior ofensiva que o Irã já viu. Entenda como essas forças mexem com as bolsas aqui e lá fora
Expectativa de trégua no Oriente Médio reduz prêmio de risco da commodity e pesa sobre ações de petroleiras na bolsa brasileira
Conhecida pelos celulares, a Samsung é maior fabricante mundial de chips de memória de alta performance
Apesar de o horizonte mostrar a chegada de uma tempestade, há ações que podem fazer a carteira dos investidores navegar mais tranquilamente
A gestora projeta que a retomada das vendas deve contribuir para recompor o caixa e viabilizar o retorno dos dividendos
Ações da mineradora recuaram com aversão ao risco global, enquanto minério de ferro avançou na China; bancos seguem otimistas com dividendos
Apesar das transações, a gestão do fundo imobiliário mantém o guidance de R$ 0,09 por cota no semestre
O banco elevou uma ação elétrica de neutra para compra, e citou outras duas empresas do setor que são consideradas as mais promissoras
Considerando a receita dos novos imóveis, a casa de análise enxerga potencial de geração de valor no médio prazo
O comunicado é uma resposta à notícia de que a controladora da Decolar considerava fazer uma oferta pela operadora brasileira de turismo
A operação envolve a alienação de 11 empreendimentos logísticos e reforça a estratégia de reciclagem de portfólio da companhia
A companhia anunciou que concluiu o acordo com o fundo soberano da Arábia Saudita para criação da Sadia Halal. O próximo passo é o IPO na bolsa de lá, com valor de mercado estimado ultrapassando os US$ 2 bilhões
Balanços corporativos também mexeram com índices de ações norte-americanos; petróleo caiu com possível acordo entre Irã e EUA
Já o carro das ações com pior desempenho foi puxado pela MBRF; veja os rankings completos das melhores e piores ações do mês