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Depois dos papéis da Gafisa, as maiores baixas foram nas ações ordinárias da Vale (VALE3) com queda de 18,45%. Em seguida, vieram as ações preferenciais da Bradespar (BRAP4), com queda de 15,58%
A maré definitivamente não está para peixe para a Gafisa. Além dos escândalos envolvendo desvios de recursos, as ações ordinárias da companhia (GFSA3) estão liderando as desvalorizações da bolsa, com queda de 23,79% desde janeiro deste ano até ontem (7). Os dados foram coletados da consultora Economatica.
Na sequência das baixas, estão os papéis ordinários da Vale (VALE3) com queda de 18,45%. Em seguida, estão as ações preferenciais da Bradespar (BRAP4), com queda de 15,58%.
Os papéis da Embraer (EMBR3) ficaram na quarta posição com baixa de 15,13% e os da Tecnisa vieram na sequência com queda de 12,41. Para a análise, foram consideradas todas as ações de empresas negociadas na B3.
Na outra ponta, entre as maiores altas estão as ações ordinárias da Eletrobras (ELET3) com avanço de 45,27%, seguida da Comgás (CGAS5), com 37,94%. Na terceira posição vem o Banco BTG Pactual (BPAC11) com alta de 33,31%.
Em seguida, aparecem os papéis preferenciais classe B da Eletrobras (ELET6), com alta de 32,87%, e a Ser Educação (SEER3), com valorização de 32,28%.
Apesar do alarde da indústria e do varejo com a derrubada da taxação para compras internacionais de até US$ 50, o mercado já esperava o fim do imposto e as empresas agora estão mais preparadas — mas ainda há com o que se preocupar
Parte dessa queda já era esperada, mas a magnitude da perda surpreendeu analistas; principal desafio foi a carne bovina nos Estados Unidos
Pregão desta terça-feira (12) foi marcado por maior aversão ao risco nos mercados globais; guerra entre Estados Unidos e Irã segue no radar dos investidores
Sérgio Ribeiro afirmou ao Seu Dinheiro que a corrida das construtoras para antecipar compras em meio ao risco inflacionário ajudou os resultados da companhia no 1T26; veja os destaques do balanço
Após dois trimestres turbulentos, a companhia melhora sinistralidade e geração de caixa, enquanto nova gestão de Lucas Adib acena com venda de ativos, revisão geográfica e foco em desalavancagem e eficiência operacional
Recebíveis corrigidos pelo INCC, poder de reajuste nos preços e bilhões em estoque ajudam a construtora a se proteger de uma eventual disparada dos custos da construção após a alta do petróleo; CEO Ricardo Gontijo também comentou os resultados do 1T26 da companhia
A conclusão da compra ainda depende do cumprimento de condições precedentes, com expectativa de fechamento até o fim deste mês
A companhia, subsidiária da Cosan que já estava listada na B3 com emissões de dívida, abre seu capital no Novo Mercado, patamar mais alto e exigente da bolsa, em oferta secundária
BTG Pactual, XP e Itaú BBA recomendam o que fazer com os papéis, enquanto o mercado acompanha a reta final da privatização e a disputa pelo futuro sócio estratégico da estatal mineira
Além das mudanças nos papéis, a corretora também recalibrou os pesos de algumas ações da carteira
Bancos avaliam que a companhia segue executando a estratégia esperada pelo mercado, mas a combinação de margens pressionadas, lucro em queda e novos investimentos reacendeu o debate sobre até onde o Mercado Livre pode sacrificar rentabilidade para acelerar crescimento
Mesmo com queda de mais de 10% no preço das ações, bancos acreditam que a fabricante tem potencial para continuar crescendo e entregar tudo o que prometeu aos acionistas
Companhia foi beneficiada pela volatilidade dos mercados, fluxo estrangeiro e aumento das negociações em renda variável e derivativos
Além da aquisição, o HGLG11 receberá, sem custo adicional, uma área de 15,9 mil metros quadrados, que servirá como acesso ao empreendimento
Em teleconferência nesta sexta-feira (8), o CEO do Magazine Luiza comentou sobre o cenário macro, que segue pressionando a empresa e é um dos grandes fatores pelos quais ele não topa entrar na guerra dos preços online
A companhia chega à bolsa com uma tese que mistura ativos regulados e previsíveis, como a Comgás, com a aposta de crescimento da Edge, braço voltado ao mercado livre de gás, GNL e biometano
Para muitos, o recuo do ouro sinaliza cautela. Mas para Benjamin Mandel, o metal precioso é uma convicção de longo prazo; saiba como investir na tese de maneira descomplicada
Em teleconferência com analistas, Abhi Shah detalhou como a companhia está tentando se blindar da disparada nos preços dos combustíveis na esteira dos conflitos no Oriente Médio
A operação será 100% secundária, ou seja, os recursos irão para os acionistas vendedores, e não para o caixa da companhia
Analistas que indicaram o FII em maio ainda enxergam potencial de valorização nas cotas e geração de renda atrativa
Com minério em alta e fluxo estrangeiro, papel recupera fôlego e acumula ganhos de dois dígitos em 2026
O estilo Trump de negociar traz alguma volatilidade aos mercados. De um lado, há fortes sinais de trégua. De outro, o republicano promete a pior ofensiva que o Irã já viu. Entenda como essas forças mexem com as bolsas aqui e lá fora