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Troca de comando na Petrobras é positiva. Mas preço do petróleo, bolsas americanas e crise na Cielo azedaram clima do pregão nesta segunda-feira
A Bolsa de Valores de São Paulo operou o dia todo em leve queda e terminou esta segunda-feira em baixa de 0,69%, a 87.900 pontos. O dólar fechou a segunda-feira pré-feriado a R$ 3,76 com alta de 0,67%. A nomeação de Roberto Castello Branco para a Petrobras agradou o mercado, mas não foi suficiente para neutralizar o impacto da oscilação no preço do petróleo e a forte queda nas bolsas americanas. Ações da Cielo foram um dos maiores tombos: caíram 5,03%.
No exterior, as bolsas americanas operaram em queda após a divulgação de dados que mostram uma queda na confiança dos empresários de construção civil. A declaração do presidente do Federal Reserve de Nova York (Fed, o banco central dos EUA), John Williams, de que a instituição caminha para a elevação gradual dos juros jogou mais água fria nos mercados. As bolsas americanas passaram a cair mais e o dólar avançou sobre as principais moedas mundiais.
Hoje cedo, o economista Roberto Castello Branco foi confirmado para o comando da estatal de petróleo. "A Petrobras desenvolve outras atividades que não são naturais e que não atraem retorno", disse ele ha pouco, em entrevista para o Estadão. "O melhor exemplo disso é a distribuição de combustíveis. A BR Distribuidora é uma cadeia de lojas. A Petrobras tem que focar somente em atividades que tem competência para fazer", disse ele. Castello Branco também afirmou que não faz sentido a companhia ter monopólio da exploração de petróleo.
Ivan Monteiro permanece no cargo até a nomeação do economista pelo presidente eleito, Jair Bolsonaro, o que só deve ocorrer em janeiro, após a posse.
Pesa sobre as ações da estatal a oscilação dos preços do petróleo no mercado internacional. Isso porque hoje a Iniciativa Conjunta de Dados de Organizações (Jodi, na sigla em inglês), divulgou que a produção mundial do óleo em setembro ficou 219 mil barris acima da média, o maior nível em 20 meses. Com isso, o preço do óleo no mercado internacional encolhia cerca de 1% no início da tarde. Em Nova York, os ADRs da Petrobras também eram negociados em queda.
A alta do dólar hoje, segundo analistas, teve também um movimento de recomposição de posições porque os investidores preferem não passar o feriado de amanhã em São Paulo descobertos, uma vez que os mercados locais ficarão fechados no Brasil, mas haverá negócios normalmente nas praças internacionais nesta terça-feira. Além disso, durante a manhã, o dólar se fortaleceu lá fora em relação a seus pares principais e outras divisas emergentes e ligadas a commodities, como dólar australiano, peso chileno e peso mexicano.
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Entre as maiores quedas do Ibovespa, vem se destacando, desde a semana passada, a Cielo ON, que amarga um tombo de 5,03% nesta segunda-feira (segunda maior baixa do dia). Em novembro, o papel acumula queda de mais de 28% e em 2018, de quase 57%.
A competição mais acirrada no mercado de meios de pagamento prejudica a Cielo. Outros concorrentes operam com margens maiores no pequeno varejo enquanto a companhia se concentra em grandes comerciantes, que trabalham com margens mais apertadas.
Hoje, o Credit Suisse rebaixou, em relatório ao mercado, a recomendação para os papéis da Cielo, O cenário atual no mercado de maquininhas, conforme relatório do banco, é bem diferente do qual essas grandes empresas (Cielo, controlada por Bradesco e Banco do Brasil, e Rede, do Itaú Unibanco) estavam acostumadas. Segundo o banco, desde 2015, quando foi lancada, a GetNet, controlada pelo Santander Brasil, vem ganhando espaço. A Cielo já deveria ter reagido. Mas a empresa só resolveu se mexer agora, depois de a rival abocanhar 14,5% do mercado.
No início de novembro, Paulo Caffarelli, vindo do Banco do Brasil, assumiu o comando da companhia e fez o primeiro ajuste de preço, com redução de 20% a 30% na taxa de desconto ao lojista (MDR, na sigla em inglês). Mas os analistas ainda apostam em maiores perdas de participação de mercado, dada a ousadia de outra concorrente: a Stone.
A operadora brasileira de meios de pagamento entrou em outubro com um pedido de oferta pública inicial de ações (IPO) na Nasdaq, em uma operação que pode levantar até US$ 1,1 bilhão.
A terceira maior perda da Bolsa foi a Raia Drogasil. Com queda de 4,15%, só perdeu para Usiminas (com baixa de 4,60%, pela ameaça de imposição de tarifas) e a campeã, Cielo.
As ações da Raia Drogasil já vêm numa descendente desde outubro, quando a companhia conquistou o título de terceiro pior papel do mês. Mas conseguiram piorar hoje, uma vez que o resultado da rede de farmácias foi ainda mais decepcionante do que muitos estavam esperando. A companhia, que divulgou resultados no início de novembro, viu seu lucro líquido cair 5,6% no terceiro trimestre, a R$ 128,8 milhões.
As ações da Vale caíram 1,39%, segundo analistas, refletindo as incertezas do cenário internacional.
Em Nova York, as ações da Apple tiveram forte queda após a companhia anunciar corte de produção. O dia também foi de baixa para os ativos do Facebook. Isso fez o índice Dow Jones encolher, influenciando também o dia de poucos negócios por aqui.
O Wall Street Journal reportou que a Apple reduziu em até um terço as encomendas de produção para os três modelos de iPhone lançados em setembro por causa da menor demanda. As ações da Boeing também tiveram forte baixa, refletindo a tensão comercial entre EUA e China.
A busca por mais segurança levou ao recuo dos rendimentos dos Treasuries, enquanto o dólar caiu ante moedas fortes, mas avançou frente a boa parte dos emergentes, como o real. Os mercados emergentes também foram penalizados por declarações do presidente do Federal Reserve de Nova York, John Williams, de que a economia dos EUA se sai "muito bem", com forte crescimento no emprego, reforçando que o ritmo de alta gradual dos juros deve ser mantido. O real teve o segundo pior desempenho entre 24 divisas emergentes, atrás apenas do peso mexicano.
As maiores altas do dia foram Smiles ON, com evolução de 3,29%, Brasil ON, com 2,34% e Localiza ON, com 2,27%.
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