O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Afirmações do presidente do Carrefour Brasil, Noel Prioux, vieram após o mercado passar dias especulando sobre conversas entre as duas companhias
O Carrefour Brasil tentou enterrar qualquer suspeita de que estaria negociando a compra do Casino, que controla o Grupo Pão de Açúcar no país. As afirmações do presidente do Carrefour aqui no país, Noel Prioux, vieram após especulações sobre uma conversa entre as duas companhias para fechar um acordo de fusão.
Os rumores fizeram as ações da Via Varejo (que pertence ao Pão de Açúcar), despencarem mais de 10% nesta segunda-feira, 1º.
"Não temos discussão com o Casino e não vamos ter", Noel Prioux
Prioux também fez declarações sobre as conversas mantidas entre os dois grupos lá na França. Ele negou que esses encontros sejam para discutir propostas de fusão e disse que as empresas "compartilham ideias".
"O mundo de parcerias hoje é algo importante. Mas não se trata de parceria no sentido de fusão. Podemos compartilhar ideias", Noel Prioux
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADECONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Uma união entre as duas empresas criaria um gigante francês e mundial que reuniria marcas como Carrefour, Casino, Monoprix, Franprix, Leader Price e Naturalia. Na França, hoje o Carrefour é a rede número dois, enquanto o Casino ocupa a terceira posição.
Leia Também
No Brasil, bandeiras como Atacadão, Assaí, Pão de Açúcar e Extra seriam afetadas, além de Ponto Frio e Casas Bahia, controladas pela Via Varejo (do GPA). Fontes ligadas às duas companhias admitiram que a fusão provavelmente enfrentaria dificuldades para ser aprovada por órgãos de proteção à concorrência, já que Carrefour e Casino são as líderes de mercado por aqui.
A negociação também poderia reforçar a posição dos dois grupos na transformação digital pela qual o setor supermercadista começa a ser afetado. Desde o início do ano os dois grupos estão em baixa nos mercados financeiros. Casino já perdeu cerca de 30% de seu valor, enquanto Carrefour perdeu cerca de 10%.
Vale lembrar que a possível fusão entre as operações do Casino e o Carrefour começaram no Brasil, em 2011. O negócio foi, na época, amarrado pelo empresário Abilio Diniz, que buscava evitar o repasse do controle do negócio que fora fundado por seu pai aos franceses.
Toda essa especulação não poderia vir em um momento pior para o Casino. O grupo sofre com a desconfiança dos investidores em relação ao peso da sua dívida, que levou a diretoria a se desfazer de operações - a Rallye, holding do grupo, devia € 3,7 bilhões em dezembro de 2017.
As ações da empresa chegaram ao menor valor em dez anos em 31 de agosto, antes de recuperar parte das perdas em setembro, já de carona nos primeiros rumores sobre a fusão agora descartada por ambas as partes.
A frequência e a intensidade das oscilações na bolsa de valores, porém, fez a dona do Grupo Pão de Açúcar suspeitar de ataques especulativos coordenados.
*Com Estadão Conteúdo.
Caso não exerçam a preferência de compra das novas ações, acionistas devem sofrer diluição relevante na participação acionária no capital social total do BRB.
A queridinha do mercado no segmento de saúde teve um terceiro trimestre espetacular, o melhor desde seu IPO em dezembro de 2020, o que jogou as expectativas para cima
Após cortar payout de dividendos, banco busca alongar dívida híbrida e aliviar pressão sobre os índices até 2027
Companhia elétrica leva distribuição total de 2025 a R$ 1,37 bilhão, equivalente a 55% do lucro ajustado
Durante painel do BTG Summit 2026, os executivos dizem que a nova onda tecnológica não é opcional, e já está redesenhando modelos de negócio e geração de receita
Banco digital encerrou o quarto trimestre de 2025 com um lucro recorde de US$ 895 milhões; veja os destaques
Executivos do banco espanhol prometem recuperar rentabilidade até 2028 e reduzir índice de eficiência para competir com os novos players
Pressão no vestuário e ambiente promocional intenso limitaram o crescimento, mas bancos enxergam ganhos operacionais à frente
Lucro vem abaixo do esperado e receita perde força, mas analistas revelam “trunfo” do balanço; veja o que esperar
Enquanto algumas empresas no estágio de abertura de capital ainda estão queimando caixa para crescer, essa não é a história do PicPay, diz o BB Investimentos, e ROE pode chegar ao nível do de grandes bancos nos próximos anos
Com aval da Justiça, a Oi (OIBR3) busca quitar dívidas fora do plano da RJ, reservando R$ 140 milhões aos credores que aceitarem dar descontos de até 70% para receber antes
Com déficit de capital circulante de R$ 1,2 bilhão e R$ 1,7 bilhão em dívidas vencendo em 2026, varejista recebe ressalva da Deloitte sobre continuidade operacional, enquanto diz renegociar débitos. Grupo divulgou resultados do 4T25 ontem
Transire tem 75% do mercado de fabricação de maquininhas de pagamento e grandes sonhos para os próximos anos: conheça a história da empresa e suas aspirações de abertura de capital
Com 75% do mercado brasileiro e R$ 2 bilhões em receita, a fabricante de maquininha de cartão agora aposta em ecossistema próprio. A companhia está por trás de marcas como Stone, Cielo e outras
Campus JK reunirá três torres corporativas interligadas e seguirá padrões internacionais de eficiência energética
O acordo marca um avanço importante da AMD na disputa direta com a Nvidia pelo domínio do mercado de GPUs voltadas ao boom da IA
Enquanto os bancões brasileiros sobem mais de 20% no ano, o roxinho patina em Wall Street. Às vésperas do 4T25, analistas veem oportunidade onde o mercado vê risco; veja o que esperar
Em audiência no Senado, João Accioly afirma que o problema não foi falta de ação da CVM, já que investigação já mirava o banco antes da crise explodir
Banco eleva recomendação para neutra após reestruturação reduzir dívida, juros e custos de leasing; foco agora é gerar caixa e diminuir alavancagem
Reestruturação da Azul dilui participação do fundador, que segue no Conselho de Administração