🔴 AS CRIPTOMOEDAS CERTAS PODEM TRANSFORMAR R$ 1 MIL EM ATÉ R$ 214 MIL – ENTENDA AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

Política Monetária

IPCA escapa para cima, mas o que importa mesmo é o dólar

Inflação oficial tem maior alta para meses de setembro desde 2015 e poderia ampliar aposta de alta da Selic, mas foco do mercado, por ora, é outro

Dólar
Imagem: Shutterstock

Olhando de cara, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) não é boa notícia. A leitura acima do previsto e uma inflação mais disseminada autorizariam um debate mais acalorado sobre aumento Selic. Mas todos estão de olho mesmo no dólar, que tem se afastado da linha dos R$ 4,0.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A inflação oficial foi de 0,48% em setembro, percentual não visto desde 2015, após deflação de 0,09%. O resultado ficou no teto do intervalo das estimativas dos analistas ouvidos pelo “Projeções Broadcast”, que oscilavam de queda de 0,28% a alta de 0,48%. Em 12 meses, o índice marcou 4,53%, maior resultado desde março de 2017. Além disso, o índice de difusão, que mostra quantos produtos tiveram alta, avançou de 49,6% para 62,1%.

A boa notícia está nos núcleos, medidas que tentam captar a tendência da inflação excluindo choques temporários. Duas novas medidas anunciadas pelo BC seguem abaixo do piso da meta de 3%. Outros indicadores estão, como diz o próprio BC, em “níveis apropriados”, ou seja, consistentes com as metas para a inflação.

Como o Comitê de Política Monetária (Copom) já acenou que pode subir a Selic para garantir inflação e projeções nas metas, esse resultado poderia reforçar a avaliação de alta do juro básico já no encontro de 31 de outubro.

No entanto, o foco do mercado é outro. O que deve ditar a reação do BC é o comportamento do dólar, que reflete a avaliação sobre as eleições. Confirmada uma taxa mais baixa, na linha de R$ 3,8, a percepção é de que haveria espaço para o BC conservar o juro no atual patamar de 6,5% ao ano por mais algum tempo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Vale lembrar que tudo o que BC faz e comunica visa, principalmente, o ano de 2019. Isso ocorre em função da defasagem entre as decisões do Copom e o efeito no lado real da economia. A inflação de 2018, por assim dizer, já está na conta. Ainda assim, um dólar mais baixo pode ter algum reflexo nos preços ainda neste ano.

Leia Também

O QUE BOMBOU

Chinelo-mule polêmico da Havaianas, o que falta para a Hapvida se recuperar e o fim da greve da Caixa: veja as mais lidas da semana

VEJA COMO VOTAR

Seu Dinheiro é finalista do Prêmio +Admirados da Imprensa de Economia, Negócios e Finanças 2026; veja como votar

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Tela do Meu INSS com opção de acesso pela conta gov.br 2 de outubro de 2026 - 5:07
Uma gangarra representando o Ibovespa: de um lado (vermelho), a gangorra está para baixo. De outro (verde), a gangorra está para cima. No centro, o Ibovespa. 1 de outubro de 2026 - 19:50
1 de outubro de 2026 - 15:01
pix internacional 1 de outubro de 2026 - 11:01
Bernard Appy, um dos autores do texto da reforma tributária 30 de setembro de 2026 - 13:50
Montagem de um leão deitado sobre pilhas de moedas, representando os títulos isentos de Imposto de Renda 30 de setembro de 2026 - 8:42
Fachada de agência da Caixa Econômica Federal durante greve 30 de setembro de 2026 - 7:55
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar