O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Ministro da Economia, Paulo Guedes, fala aos deputados na CCJ e o desempenho dele será um indicador sobre a evolução da reforma da Previdência no Congresso
Um possível desfecho da guerra comercial entre Estados Unidos e China embala os negócios no exterior, mas o noticiário político continua no centro das atenções do mercado financeiro brasileiro. Nesta quarta-feira, o ministro Paulo Guedes (Economia) fala aos deputados na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), a partir das 14 horas, e o desempenho dele durante a sessão será um indicador sobre a evolução da reforma da Previdência na Congresso.
Portanto, por mais que o sinal positivo prevaleça entre os ativos de risco lá fora, os investidores vão ficar à espera das palavras de Guedes. Ele se preparou para o embate e a aposta é de que a retórica contundente do ministro será capaz de convencer os parlamentares quanto à necessidade de manter os principais pontos do texto original. Ontem, o temor de desidratação da proposta ainda nas fases iniciais de tramitação trouxe cautela aos negócios locais.
Por isso, a movimentação do governo em direção ao Congresso pela aprovação das novas regras para aposentadoria é fundamental. Além dos esclarecimentos de Guedes, o diálogo do Executivo com os parlamentares pode ser capaz de garantir a economia mais próxima possível do R$ 1 trilhão em dez anos, como pretende a equipe econômica.
De volta ao Brasil, o presidente Jair Bolsonaro deve entrar de vez na articulação política em prol da reforma. A partir de amanhã, ele irá dedicar parte da agenda oficial para receber os parlamentares em seu gabinete e atender às demandas de deputados e senadores, fazendo uma negociação mais intensa em busca de apoio pela Previdência.
A expectativa é de que o sentimento do Congresso sobre o Executivo melhore, após a piora na relação entre os dois poderes ao final do mês passado. A retomada da confiança leva os investidores a acreditarem que chegou o momento da virada, com a proposta tendo trânsito livre nas duas comissões e na Câmara, rumo à votação final (em dois turnos), até junho.
Para tanto, o governo Bolsonaro precisa colocar a pauta econômica em primeiro plano em detrimento da agenda "ideológica". Novas crises e declarações polêmicas também precisam ser evitadas. Do contrário, os ruídos políticos podem continuar pautando os ativos brasileiros - que, por ora, descartam qualquer fracasso na aprovação da nova Previdência.
Leia Também
Esse otimismo nos negócios locais deve ganhar impulso com o sentimento renovado no exterior em torno da guerra comercial. Segundo a delegação norte-americana, quase todas as principais diferenças entre EUA e China foram resolvidas e 90% do acordo sino-americano já está pronto. Mas o 10% restante é parte mais difícil.
Conforme o Financial Times, se um acordo não for alcançado nesta semana, as conversações entre EUA e China podem ser estendidas até junho, durante o encontro do G-20, no Japão. O vice-primeiro-ministro chinês, Liu He, chegou ontem em Washington para dar continuidade às negociações, após a rodada em Pequim na semana passada.
A possibilidade de um acordo em breve entre as duas maiores economias do mundo alivia a preocupação em relação a uma desaceleração econômica global mais intensa, alimentando expectativas de que a atividade irá se recuperar nos meses à frente. Essa percepção embala os ativos de risco, sustentados pela postura suave dos principais bancos centrais.
O noticiário sobre a guerra comercial animou o pregão na Ásia e sustenta um sinal positivo entre os índices futuros das bolsas de Nova York. Os ganhos no Oriente foram liderados por Xangai e Hong Kong, que subiram 1,2%, cada, ao passo que Tóquio avançou 1%. Na Oceania, Sydney teve alta de 0,6%.
As praças europeias se juntaram ao rali, com as ações de mineradoras e montadoras figurando entre os destaques de alta. Entre as moedas, a libra esterlina se fortalece, após a primeira-ministra britânica, Theresa May, tentar um acordo multipartidário sobre a saída do Reino Unido da União Europeia (UE), a menos de dez dias para o Brexit.
Nas commodities, o minério de ferro amplia os ganhos, sustentado ainda pelo aumento acima do esperado da atividade no setor de serviços na China. Já o petróleo avança para o maior nível em quatro meses, em meio ao recuo na produção pelo cartel de países produtores (Opep), sugerindo condições mais apertadas da oferta.
Ainda na agenda econômica, merecem atenção os dados de março sobre a entrada e saída de dólares do Brasil, às 12h30. Os números serão importantes para aferir o apetite dos investidores estrangeiros pelos ativos financeiros no primeiro trimestre deste ano, já que na conta comercial a balança encerrou o período com um superávit de quase US$ 11 bilhões.
No exterior, o destaque fica com o relatório sobre a criação de emprego no setor privado dos EUA em março, às 9h15. O levantamento é tido como uma prévia dos números oficiais do mercado de trabalho (payroll), que saem na sexta-feira. Também merecem atenção os dados sobre a atividade no setor de serviços norte-americano em março, por volta das 11h.
Logo cedo, serão conhecidos números sobre a atividade no varejo e nos serviços da zona do euro no mês passado. Ainda no calendário do dia, saem os estoques semanais de petróleo bruto e derivados nos EUA (11h30)
Os convidados do Market Makers desta semana são Axel Blikstad, CFA e fundador da BLP Crypto, e Guilherme Giserman, manager de global equities no Itaú Asset
A fragilidade desses sistemas se deve principalmente por serem projetos muito novos e somarem as fraquezas de duas redes diferentes
Estima-se que cerca de US$ 8 milhões (R$ 41,6 milhões) tenham sido drenados de carteiras Phantom e Slope, além da plataforma Magic Eden
Esse montante está sendo gasto em equipamentos militares, como drones, armas, coletes a prova de balas, suprimentos de guerra, entre outros
Com sede em Miami, a Bit5ive é uma dos pioneiras a apostar no retorno com a mineração de bitcoin; plano é trazer fundo para o Brasil
Os hacks estão ficando cada vez mais comuns ou os métodos para rastreá-los estão cada vez mais sofisticados? Entenda
Mercados repercutem balanços de gigantes das bolsas e PIB da Zona do Euro. Investidores ainda mantém no radar inflação nos EUA e taxa de desemprego no Brasil
Ibovespa acumula alta de pouco mais de 2,5% na semana; repercussão de relatório da Petrobras e desempenho de ações de tecnologia em Wall Street estão no radar
Aperto monetário pelo Banco Central Europeu, fornecimento de gás e crise política na Itália pesam sobre as bolsas internacionais hoje
Hoje, investidores mostram-se animados com os balanços do Wells Fargo e do Citigroup; por aqui, repercussões da PEC Kamikaze devem ficar no radar
Por aqui, investidores ainda assistem à divulgação do relatório bimestral de receitas e despesas pelo Ministério da Economia
Os números do primeiro trimestre foram pressionados pela onda da variante ômicron, alta sinistralidade e baixo crescimento orgânico, mas analistas seguem confiantes na Hapvida
Entenda porque a perda de paridade com o dólar é importante para a manutenção do preço das demais criptomoedas do mundo
Entenda porque a perda de paridade com o dólar é importante para a manutenção do preço das demais criptomoedas do mundo
Mesmo com a retomada de hoje, as criptomoedas acumulam perdas de mais de dois dígitos nos últimos sete dias
Investidores também digerem inflação na zona do euro e número de pedidos de auxílio-desemprego nos EUA
Os dados internos da blockchain do bitcoin mostram que a maior criptomoeda do mundo permanece no meio de um “cabo de guerra” entre compradores e vendedores
A segunda maior criptomoeda do mundo está em xeque com o aprofundamento do ‘bear market’, de acordo com a análise gráfica
Putin a favor da mineração de criptomoedas, Fed e Joe Biden no radar do bitcoin, Elon Musk e Dogecoin e mais destaques
O plano do presidente americano pesava a mão na taxação de criptomoedas e ativos digitais, no valor de US$ 550 bilhões