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Declarações recentes do ministro da Economia, Paulo Guedes, podem inspirar cautela entre os investidores e afetar uma categoria específica de ações na bolsa. O noticiário corporativo intenso também tende a fazer preço por aqui
Indicadores econômicos mais fortes no mundo, somados a novas injeções de recursos pelos BCs e governos, levaram o Ibovespa às máximas em quase um mês e permitiram um alívio no dólar à vista
Dados mais fortes que o esperado no mercado de trabalho dos EUA pelo segundo mês consecutivo injetaram confiança nos investidores durante a manhã. Mas, considerando que Wall Street estará fechada nesta sexta, um tom mais prudente tomou conta do Ibovespa e das bolsas americanas
Apesar do tom mais otimista visto lá fora por causa da surpresa com os dados de emprego nos EUA, o Ibovespa apenas oscila ao redor da estabilidade e o dólar à vista opera em alta, mostrando um comportamento mais cauteloso após o alívio de ontem
O dólar à vista fechou em queda firme e foi às mínimas em uma semana, enquanto o Ibovespa fechou em alta de mais de 1%. Sinais vindos do Fed e dados econômicos mais firmes no mundo deram sustentação aos mercados
Apesar do avanço do coronavírus no mundo inspirar cautela, os dados econômicos mais fortes vistos na Ásia, Europa, EUA e Brasil dão ânimo aos investidores e impulsionam o Ibovespa. O dólar passa por alívio e fica abaixo de R$ 5,40
O Ibovespa fechou o mês de junho com ganhos acumulados de 8,76% e, com isso, saltou mais de 30% no segundo trimestre de 2020. Mas todo esse bom desempenho ainda não é capaz de apagar o colapso visto em março: no ano, o índice ainda amarga perdas de 17,8%
Uma possível escalada nas tensões geopolíticas entre americanos e chineses inspira cautela aos investidores no mundo. Como resultado, o Ibovespa e as bolsas globais caem, enquanto o dólar volta a subir
O Ibovespa subiu mais de 2% e praticamente zerou as perdas acumuladas na semana passada. Uma nova injeção de recursos por parte do Fed, somada a um dado surpreendentemente forte da economia dos EUA, se sobrepôs à cautela com o aumento nos novos casos de coronavírus no mundo
O Ibovespa e as bolsas tentam se firmar ao campo positivo, sustentadas por um dado econômico surpreendentemente forte nos EUA. Mas o aumento nos casos globais da Covid-19 eleva a preocupação quanto a uma segunda onda da doença
Os novos casos diários de coronavírus no mundo estão batendo recordes, o que tende a inspirar cautela à bolsa brasileira e aos mercados globais. Mas o Fed pode injetar confiança nos investidores
Ex-assessor de Flávio Bolsonaro considera a colaboração como uma forma de garantir a proteção da família, segundo reportagem
Os temores quanto a uma segunda onda do coronavírus no mundo, somados à tensão no cenário político local, trouxeram pressão ao dólar e fizeram o Ibovespa cair na semana
O Ibovespa acelerou o ritmo de alta na etapa final do pregão, pegando carona no fortalecimento das bolsas americanas — os investidores seguem deixando os riscos de lado para se focar na maior liquidez disponibilizada pelos BCs. No câmbio, o dólar à vista fechou em alta, mas longe das máximas do dia
Mesmo com o clima ainda tenso no exterior, o Ibovespa consegue se sustentar no campo positivo — por aqui, o IPCA-15 e o RTI são repercutidos pelos investidores. Já o dólar à vista até abriu em baixa, mas ganhou força e voltou a ficar acima de R$ 5,30
O Ibovespa acumulou ganhos de mais de 4% na semana, sustentado pelo bom humor externo e pelo corte nos juros. Mas, no mercado de câmbio, a cautela falou mais alto: o dólar saltou mais de 5% no período, mostrando preocupação com o cenário político
O dólar à vista já acumula um salto de quase 7% somente nesta semana, voltando a se aproximar da faixa de R$ 5,40. Os sinais emitidos pelo Copom, somados ao noticiário político turbulento, elevaram a cautela em relação à divisa — o Ibovespa, por outro lado, teve um dia tranquilo e fechou em leve alta
O cálculo foi feito pela XP Investimentos, que estima o retorno sobre os dividendos das empresas do Ibovespa em 4% – contra os atuais 2,25% da Selic
O dólar engata a sétima alta seguida e já rompe novamente o nível dos R$ 5,30, enquanto o Ibovespa se firma em alta após um início de sessão hesitante. A decisão do Copom, as tensões políticas e o exterior cauteloso e estão entre os destaques do dia
A perspectiva de nova redução de 0,75 ponto na Selic deu sustentação ao Ibovespa e fez o índice subir mais de 2%. O dólar à vista, por outro lado, engatou a sexta alta seguida