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O Ibovespa tem mais um dia de queda forte e caminha para fechar abaixo dos 100 mil pontos pela primeira vez desde 8 de outubro de 2019. Já o dólar à vista consegue respirar após a atuação do BC
Em dia de payroll nos Estados Unidos, os mercados seguem refletindo a apreensão com os possíveis impactos do coronavírus na economia global.
Em meio ao pessimismo quanto aos impactos econômicos do coronavírus, o mercado teve uma sessão amplamente pressionada nesta quinta-feira. O Ibovespa chegou a despencar mais de 6% e o dólar rompeu os R$ 4,65, nervoso com a falta de firmeza do BC — e o salto nos novos casos da doença no Brasil trouxe ainda mais estresse às negociações
“O Brasil era o paraíso dos rentistas”, voltou a dizer Guedes, que afirmou também não acreditar que esteja havendo uma fuga de capital
A percepção de que o surto de coronavírus provocará novos cortes na Selic mantém o dólar à vista estressado e o empurra para novos recordes; o Ibovespa cai, em linha com o exterior
Em um cenário onde o coronavírus domina as bolsas globais, é preciso entrar março preparado para lidar com a alta volatilidade. Confira o TOP 3 das principais corretoras
A companhia também disse que os recursos captados serão destinados a novas iniciativas (6%) e aquisições (94%)
A dona da Havaianas possuía 78,2% do capital social da ASAIC. Os termos do acordo foram celebrados em setembro de 2018
O dólar à vista subiu 1,55% hoje e, agora, já acumula ganhos de mais de 12% no ano. A nova onda de pressão se deve à perspectiva de continuidade nos cortes da Selic — e a postura do BC apenas contribuiu para trazer mais estresse ao câmbio
O mercado de câmbio segue estressado nesta quarta-feira (4), pressionado pela leitura de que o Copom sera forçado a cortar a Selic após o Fed baixar os juros nos EUA. O Ibovespa se recupera e sobe
Atuação do Federal Reserve gera expectativas para que outros Bancos Centrais sigam o mesmo caminho. Nos Estados Unidos, os resultados da Super Terça dão força aos índices futuros.
O Fed surpreendeu o mercado e cortou a taxa de juros dos EUA em 0,5 ponto, em meio ao surto de coronavírus. O Ibovespa e as bolsas globais, contudo, fecharam em queda, com dúvidas quanto à real extensão dos impactos da doença
O Federal reserve (Fed, o banco central americano) promoveu um corte extraordinário de juros no país para combater os impactos econômicos do coronavírus. Mas, após o entusiasmo inicial, os mercados agora temem que a situação do surto da doença seja pior que a imaginada
A sinalização de que os Bancos Centrais estão dispostos a ajudar as economias a atravessarem o surto de coronavírus patrocina uma onda de recuperação nas bolsas globais
Responsável pela gestão de R$ 8 bilhões de clientes milionários, Alexandre Hishi me disse que efeito do coronavírus é temporário e reforça visão de que juros ficarão baixos por longo período, o que favorece ativos de risco como as ações
O Ibovespa pegou carona na recuperação dos mercados americanos e retomou o nível dos 106 mil pontos, em meio às apostas quanto a uma ação dos principais bancos centrais do mundo para conter os impactos econômicos do coronavírus
Apesar das tensões em relação ao coronavírus continuarem elevadas, o Ibovespa encontra espaço para uma leve recuperação nesta segunda-feira, após as fortes baixas da semana passada
Relatório Focus reflete preocupação do mercado com a disseminação do coronavírus pelo mundo e pela terceira semana seguida o mercado reviu para baixo a projeção para o PIB
A China trouxe dados ruins de atividade industrial, mas a expectativa por uma nova rodada de estímulos dos Bancos Centrais pelo mundo melhora o clima dos mercados
Tony Volpon, economista-chefe para o Brasil do UBS, afirma que os impactos do surto do novo coronavírus podem levar a Selic abaixo de 4%