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Luis Ottoni
Luis Ottoni
Jornalista formado pela Universidade Mackenzie e pós-graduando em negócios pela Fundação Getúlio Vargas. Atuou nas editorias de economia nos portais G1, da Rede Globo, e iG.
Mercados

Risco PT e fantasma de Bolsonaro no Ibope devem ‘assombrar’ mercado

Bolsonaro estagnado, risco PT e guerra comercial no exterior entram no radar do investidor nesta terça-feira

25 de setembro de 2018
7:32 - atualizado às 15:15
Bolsonaro estagnado, risco PT e cenário exterior preocupam investidor hojeImagem: Shutterstock

A pesquisa IBOPE divulgada ontem à noite deve ter impactos no mercado nesta terça-feira, 25.

Enquanto Jair Bolsonaro manteve os mesmos 28% das intenções de voto apurados no levantamento anterior, Fernando Haddad (PT) cresceu de 19% para 22%. Ciro Gomes (PDT) segue com 11% e Geraldo Alckmin (PSDB) oscilou dentro da margem de erro, de 7% para 8%.

O Ibope também mostrou que Bolsonaro perderia em todos os cenários de segundo turno. Mais cedo, a pesquisa do BTG já havia mostrado que o candidato enfrentaria uma pedra maior em seu caminho.

Preço alto

Os contratos futuros de petróleo continuaram avançando nesta madrugada apoiados pela decisão da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e de outros produtores, como a Rússia, em não elevar a produção da commodity para derrubar os preços, como havia pedido os Estados Unidos.

Copom

Hoje também tem ata do Copom às 8h e, para encerrar o dia, reunião do Conselho Monetário Nacional (CMN) às 18h.

O drama continua

Os investidores também continuam atentos aos próximos desfechos da guerra comercial entre EUA e China.

Pequim interrompeu negociações comerciais com Washington na semana passada, depois de o governo Trump anunciar novas tarifas sobre mais US$ 200 bilhões em produtos chineses.

Ontem, a China divulgou um longo documento sobre suas desavenças com os EUA, acusando o governo americano de agir de forma agressiva no que diz respeito ao comércio.

O vice-ministro de Comércio chinês, Wang Shouwen, disse que um diálogo comercial com os EUA pode ocorrer se o país o fizer "com igualdade e respeito mútuo".

*Com Estadão Conteúdo

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