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mercado em movimento

Fundos de private equity usam onda de IPOs para vender portfólio de negócios

Movimentação comprova os dados históricos da B3: das empresas que fizeram IPO entre 2009 e 2020, 56% tinham fundos private equity como sócios

Investimentos alternativos

Como o primeiro investidor da XP quer descobrir “novas XPs” com fundo de R$ 1,3 bilhão

Após captar fundo de private equity com 5 mil investidores da XP para comprar participações em empresas, Chu Kong anuncia primeiro investimento no Centro Brasileiro de Visão (CBV)

Entrevista

‘Tudo vai voltar diferente do que era antes do vírus’, diz sócio da Stratus

Fundada há duas décadas, o portfólio da Stratus tem histórico de peso. A Sinqia, por exemplo, é um dos cases de sucesso da casa: em 2013, quando a empresa abriu o capital, o seu valor de mercado era de R$ 94,3 milhões.

Perda total

GP Investimentos tem perda de US$ 21 milhões com recuperação judicial da FoodFirst

Subsidiária da gestora havia investido US$ 100 milhões na rede de restaurantes norte-americana, que precisou fechar unidades com pandemia de coronavírus

Na fila da B3

Hidrovias do Brasil prepara IPO no Novo Mercado da B3

IPO deve permitir a venda de ações da BNDESPar, que entrou no capital da empresa controlada pela gestora Pátria Investimentos em 2015, ao lado do IFC, do Banco Mundial

Oferta na Nasdaq

Gestora criada por Paulo Guedes embolsa até R$ 1,1 bilhão com venda de ações da Afya

Com a ida para o governo, o ministro não verá a cor desse dinheiro, mas é provável que ele tenha negociado uma boa compensação ao sair da gestora, já prevendo o sucesso do grupo de educação

Seu Dinheiro no domingo

O fracasso do IPO do WeWork e a temporada de caça aos unicórnios

O que deveria ser o negócio do ano virou um gigantesco vexame. Seria o fiasco do WeWork um sinal de que as startups bilionárias não valem o quanto pesam?

Grande tacada

Gestora de fundos criada por Paulo Guedes tem retorno de seis vezes com investimento na Afya

Fundo da Crescera, que teve o ministro como sócio até a ida dele para o governo, investiu pouco mais de R$ 600 milhões e detém hoje 37,5% do capital do grupo de educação voltado a cursos de medicina Afya. Essa participação agora é avaliada em aproximadamente R$ 3,6 bilhões

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