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Confira os principais números divulgados pelas companhias de capital aberto sobre o segundo período de 2019
Nesta quarta-feira (31) grandes empresas divulgam os seus resultados do 2º trimestre de 2019 e devem trazer mais movimentos aos mercados financeiros.
Os investidores continuam digerindo a maratona de números e a bola da vez está com Lojas Renner, CSN, TIM e a gigante de tecnologia Apple.
Confira os principais números publicados:
A gigante do varejo brasileiro levou um tropeço no segundo semestre do ano, com queda de 14% no lucro líquido (R$ 235,1 milhões). A geração de caixa medida pelo Ebitda também sofreu recuo, para R$ 350,8 milhões. Mesmo com a alta de 9% nas vendas (muito em função da greve dos caminhoneiros de 2018), a companhia continua a amargar reduções em sua margem bruta.
Um baita balanço! No embalo da alta da mineração, a Siderúrgica Nacional viu seu lucro saltar incríveis 60% no segundo trimestre. O R$ 1,894 bilhão de saldo registrado pela empresa é 14 vezes maior do que o lucro líquido do primeiro período do ano. Boa parte desse feito veio após a empresa reverter sua provisão de imposto de renda e contribuição social.
Com alta no faturamento em todas as frentes de atuação, a TIM conseguiu resultados positivos no segundo trimestre de 2019. A empresa de telefonia entregou um crescimento de 26% no lucro e de 6,2% na geração de caixa. Vale destacar o impacto do pagamento de PIS/Cofins sobre o recebimento de juros sobre capital próprio, que impulsionou o resultado financeiro da companhia.
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Apesar de vender menos iPhones, a gigante fundada por Steve Jobs veio firme no segundo trimestre (de novo). Com uma receita líquida de US$ 53,8 bilhões (alta de 1%), o lucro por ação, principal medida dos investidores lá fora, ficou em US$ 2,18, abaixo dos US$ 2,34 do mesmo período de 2018 mas acima dos US$ 2,10 projetados pelo mercado. Tudo isso graças aos iMacs e iPads, que seguraram a onda e o faturamento da maçã.
Antiga Eletropaulo, a Enel Distribuição São Paulo registrou lucro líquido de R$ 131,313 milhões no segundo trimestre de 2019, revertendo prejuízo de R$ 155,614 milhões apurado no mesmo período de 2018. O Ebitda ficou em R$ 513,99 milhões, o que corresponde a um crescimento de 187,2% em um ano. A margem Ebitda avançou 10,4 pontos porcentuais no período e alcançou 15,3% no segundo trimestre deste ano. A distribuidora de energia da região metropolitana de São Paulo somou receita líquida de R$ 3,352 bilhões entre abril e junho, o que corresponde a uma queda de 8,2% na comparação anual. O resultado financeiro correspondeu a uma despesa líquida de R$ 149,9 milhões, 44,5% menor em relação ao segundo trimestre de 2018.
A Smiles Fidelidade registrou um lucro líquido de R$ 155,7 milhões no segundo trimestre deste ano, cifra 36,4% superior à reportada no mesmo intervalo de 2018. O número está em consonância aquele ditado por analistas ouvidos pela Bloomberg, de R$ 155 milhões. O Ebitda somou R$ 180,4 milhões, alta de 33,7%. A receita líquida ficou em R$ 278 milhões, alta de 40,3%. Já o faturamento bruto total - corresponde ao total faturado pela venda de milhas e parcela em dinheiro do Smiles & Money, bruto de impostos - cresceu 23,9%, para R$ 684,3 milhões. A variação cambial teve impacto positivo de R$ 2,7 milhões no segundo trimestre, ante despesa de R$ 400 mil do segundo trimestre do ano passado, principalmente, pelo efeito da flutuação da moeda local na rubrica "contas a pagar" referenciadas em dólar e pelo custo de emissão de passagens aéreas internacionais.
Negociações para vender até 60% da CSN Cimentos ao grupo J&F, por cerca de R$ 10 bilhões, animam analistas e podem gerar caixa para reduzir parte da dívida, mas agências alertam que o movimento, isoladamente, não elimina os riscos de refinanciamento e a necessidade de novas medidas de desalavancagem
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