O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O presidente da Huawei, Ren Zhengfei, passou estimativas quanto aos impactos que a guerra comercial trará para a empresa. E tanto a receita quanto as vendas internacionais de smartphones serão fortemente afetadas
A Huawei é como um "avião que foi muito danificado" pela guerra comercial entre Estados Unidos e China. Essa análise não é minha ou de algum especialista do setor de telecomunicações — as palavras são do próprio presidente da empresa, Ren Zhengfei.
A companhia chinesa, afinal, é um dos principais alvos da administração Trump no âmbito das disputas entre Washington e Pequim. Uma das líderes globais no desenvolvimento de tecnologias 5G e uma concorrente cada vez mais forte no setor de smartphones, a Huawei sofreu no mês passado um duro golpe do governo americano.
Alegando riscos à segurança nacional e aos interesses da política externa, o governo dos Estados Unidos determinou que as companhias do país deixassem de comercializar tecnologia americana com a Huawei — uma espécie de boicote ou embargo oficial.
Para a administração Trump, a empresa chinesa estaria "espionando comunicações sensíveis" através de sua rede de engenharia de comunicação — mais um episódio da escalada das tensões comerciais entre Estados Unidos e China.
Até o momento, contudo, a Huawei não tinha feito qualquer menção aos impactos financeiros que essa medida poderia causar à empresa. Mas, num evento promovido pela própria companhia nesta manhã, Zhengfei falou sobre o tema — e sinalizou que as perdas serão expressivas.
"Nos próximos dois anos, nós iremos reduzir nossa capacidade, nossa receita vai cair em cerca de US$ 30 bilhões em relação ao que projetávamos", disse o presidente da Huawei. "Então, nossa receita de vendas vai ser de cerca de US$ 100 bilhões neste ano e no próximo".
Leia Também
Os comentários de Zhengfei foram feitos na própria sede da companhia, em Shenzen, num evento que ainda contava com George Gilder e Nicholas Negroponte, dois especialistas americanos do setor de telecomunicações. Os comentários do presidente da Huawei a respeito dos cortes na receita podem ser vistos no vídeo abaixo:
https://twitter.com/Huawei/status/1140503119484166144
No mesmo evento, Zhengfei também foi questionado pela imprensa internacional quanto aos efeitos que a guerra comercial traria às vendas internacionais de smartphones da Huawei.
Sem entrar em maiores detalhes, o executivo afirmou apenas que a queda já chega a 40%, mas que o crescimento da empresa no mercado chinês "tem sido muito rápido" — tais comentários podem ser vistos por volta de 1:22:30 do vídeo acima.
Em 2018, a Huawei teve receita líquida de US$ 105,2 bilhões — o lucro líquido da empresa chinesa chegou a US$ 8,656 bilhões no ano passado.
Em mais de uma hora de painel, o presidente da Huawei fez diversas críticas à postura do governo Trump, embora também tenha se mostrado aberto à cooperação com as companhias americanas.
"Nós entendemos que, ao atingirmos certo nível, poderíamos enfrentar competição e resistência", disse Zhengfei. "Mas não nos ocorreu que o governo americano estaria tão determinado a tomar essas medidas extremas contra a Huawei.
O executivo ainda disse que as atuais limitações impostas pelo governo americano restringem não apenas o fornecimento de material e tecnologia, mas também impedem a Huawei de participar de organizações internacionais e cooperar com universidades americanas.
"A sociedade humana não se desenvolveu pela lei da selva, mas pela cooperação mútua", disse. "Mesmo se você for um leão, você não pode comer todos os coelhos. Um divórcio tecnológico ou uma guerra fria entre China e Estados Unidos fará mal para ambos os países".
Após um tombo histórico e uma diluição bilionária, os papéis dam um salto em um movimento técnico, enquanto o mercado segue avaliando os efeitos do aumento de capital e da reestruturação da companhia
A saída do executivo que liderava a desalavancagem e as negociações fiscais aumentou a percepção de risco do mercado e pressionou as ações da varejista
Analistas veem impacto positivo para a cadeia de carnes com a abertura do mercado europeu, mas alertam que o acordo não é suficiente para substituir a China no curto prazo
Em meio a incertezas políticas e sobre juros, BTG Pactual vê utilities como o melhor setor e lista empresas de saneamento e energia com potencial
O imóvel ainda está em fase de construção e será composto por quatro torres comerciais de padrão classe “A”
Uma fila parece ter começado a se formar em direção ao mercado norte-americano. PicPay, Agibank e Abra sinalizaram planos para ofertas de ações por lá, enquanto a B3 segue em jejum de IPOs há quatro anos
A emissão de cotas do FII segue uma tendência do mercado, que encontrou no pagamento em cotas uma solução para adquirir ativos de peso em meio às altas taxas de juros
Embora já tenha registrado alta de 8,95% em 2025, o fundo contou com três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro
Com forte exposição ao mercado chinês, o frigorífico pode apelar para operação no resto do continente para enviar carne bovina ao gigante asiático, mas essa não é a bala de prata
Tradicional ativo de proteção, o ouro sobe em meio ao aumento das tensões globais, intensificadas pela invasão da Venezuela, e uma ação pode ganhar com esse movimento
Empresas petroleiras brasileiras menores, como Brava (BRAV3) e PetroRio (PRIO3), sofrem mais. Mas a causa não é a queda do preço do petróleo; entenda
Alexandre Santoro assume o comando do Grupo Pão de Açúcar em meio à disputa por controle e a uma dívida de R$ 2,7 bilhões
Com um desconto de 27,18% no último mês, a construtora recebeu três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro
Papéis derretem na bolsa após o mercado precificar os efeitos do Chapter 11 nos EUA, que envolve conversão de dívidas em ações, emissão massiva de novos papéis, fim das preferenciais e forte diluição para os atuais acionistas
Papéis chegaram a disparar com a venda de ativos, mas perderam força ao longo do dia; bancos avaliam que o negócio reduz dívida, ainda que com desconto relevante
País asiático impôs uma tarifa de 55% às importações que excederem a cota do Brasil, de 1,1 milhão de toneladas
Entre os destaques positivos do IFIX, os FIIs do segmento de galpões logísticos vêm sendo beneficiados pela alta demanda das empresas de varejo
Não foi só o petróleo mais barato que pesou no humor do mercado: a expectativa em torno do novo plano estratégico, divulgado em novembro, e dividendos menos generosos pesaram nos papéis
Entre balanços frustrantes e um cenário econômico hostil, essas companhias concentraram as maiores quedas do principal índice da bolsa brasileira
Ouro acumula alta de 66% em 2025, enquanto a prata avançou cerca de 145% no ano