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Eleições continuam dando as cartas nos mercados locais, que viveram dia de euforia, na contramão do exterior; estatais brilharam com enfraquecimento do PT na última pesquisa
O otimismo dos investidores brasileiros com os resultados da pesquisa Ibope divulgada ontem à noite levou a bolsa a ultrapassar os 81 mil pontos no pregão desta terça-feira (02), derrubando o dólar para o patamar de R$ 3,90. Mais uma vez, as expectativas em torno da corrida eleitoral se sobrepuseram aos fatores externos no mercado local, que tem se descolado do desempenho das bolsas internacionais. O Ibovespa fechou em alta de 3,78% ao 81.593 pontos, e o dólar à vista encerrou em queda de 2,47%, aos R$ 3,9304.
Os investidores estavam de bom humor com o avanço de Bolsonaro e o enfraquecimento de Haddad na última pesquisa eleitoral. O candidato do PSL saltou de 27% para 31% nas intenções de voto e empatou com o petista no segundo turno, aos 42%. Na pesquisa anterior, perdia por 42% a 38%. A rejeição a Bolsonaro, porém, permaneceu em 44%, enquanto a de Haddad cresceu para 38%. No primeiro turno, o ex-prefeito de São Paulo não esboçou crescimento, mantendo-se com 21% das intenções de voto.
Os mercados também passaram o dia na expectativa em relação ao efeito da proibição da entrevista de Lula à "Folha" e dos desdobramentos da delação premiada de Antonio Palocci nos resultados das próximas pesquisas, notadamente a Datafolha, que será divulgada hoje à noite.
Bolsonaro é visto como um candidato mais pró-mercado ao adotar uma postura economicamente mais liberal na figura de Paulo Guedes, seu economista e futuro Ministro da Fazenda, caso seja eleito. Já Haddad é visto como ameaça, pela postura historicamente mais intervencionista e desenvolvimentista do PT, o que o mercado entende como potencialmente prejudicial às nossas já combalidas contas públicas.
Os juros futuros terminaram o dia em queda. O DI para janeiro de 2021 caiu para 9,39% e o DI para janeiro de 2023 encerrou em 10,83%.
Os destaques de alta ficaram por conta das estatais, em relação às quais há um maior temor de ingerência de um eventual governo do PT. As ações sobem à medida que o partido perde forças na corrida eleitoral. As maiores valorizações do dia foram das ações ordinárias da Eletrobrás (ELET3), que fecharam em alta de 11,45%, e das ações do BB (BBAS3), que fecharam com valorização de 11,41%. As preferenciais da Eletrobrás (ELET6) fecharam em alta de 9,96%, e os papéis da Petrobras avançaram 8,67% (PETR4) e 6,74% (PETR3).
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Além do BB, outros bancos também viram forte alta nesta terça, com destaque para as units do Santander (SANB11), que avançaram 7,44%, e para as ações do Bradesco, que subiram 6,93% (BBDC3) e 5,89% (BBDC4). Mais cedo, o Bradesco anunciou a aquisição de 65% de uma empresa de recuperação de créditos.
As ações da Gol (GOLL4) fecharam em alta de 8,29%, beneficiadas pela queda do dólar. A desvalorização da moeda americana reduz os custos dolarizados das companhias aéreas, como combustíveis, arrendamento de aeronaves e manutenção. Além disso, empresas aéreas costumam ter dívida em dólar.
Apenas três papéis do Ibovespa tiveram baixa hoje. As exportadoras Fibria (FIBR3) e Suzano (SUZB3), que têm receitas em dólar, fecharam com desvalorização de 1,93% e 3,75%, respectivamente.
A Ambev (ABEV3) completa o grupo, com baixa de 1,14%, depois que o UBS baixou a recomendação das ações da empresa de "compra" para "venda". Segundo o relatório da instituição financeira, a companhia está sendo negociada na bolsa brasileira com um prêmio de 25% em relação à sua controladora lá fora, a AB InBev. Isso pode significar que os papéis da Ambev estão caros, pois essa diferença historicamente era de 5%.
Maior queda no pregão de ontem, com desvalorização de 30%, as ações da Qualicorp (QUAL3) estiveram entre as maiores altas de hoje. Elas chegaram a entrar em leilão novamente em diversos momentos do dia, e fecharam com valorização de 10,91%.
Ontem, investidores se revoltaram depois que a companhia concordou em pagar uma indenização de R$ 150 milhões a seu diretor presidente em troca de ele se comprometer a não vender suas ações e não concorrer com os negócios da empresa. A medida não passou por assembleia de acionistas e foi considerada descabida e exótica pelo mercado, além de o valor ser considerado exorbitante.
A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) começou a investigar a administradora de planos de saúde coletivos, e a XP Gestão anunciou, em carta aos cotistas de seus fundos, que buscará reparação de prejuízos de todas as formas, podendo recorrer à Justiça.
Mais uma vez a bolsa brasileira teve desempenho contrário às bolsas ao redor do mundo. Em Nova York, o Dow Jones fechou com alta de 0,46%, aos 26.773 pontos, mas o S&P500 encerrou em queda de 0,04%, aos 2.923 pontos, e a Nasdaq fechou em baixa de 0,47%, aos 7.999 pontos. As bolsas europeias também terminaram o pregão no vermelho. Sinal de que a corrida eleitoral continua dando as cartas por aqui.
*Com Estadão Conteúdo
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