O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Para o dia de hoje, especificamente, os humores são mais calmos. No Brasil, contamos com alguns poucos resultados corporativos; enquanto nos EUA poderemos acompanhar o índice de atividade industrial de agosto
Bom dia, pessoal!
O dia não foi agradável para os mercados asiáticos depois de a China divulgar dados mais fracos de produção industrial e vendas no varejo para o mês de julho (comentaremos mais abaixo).
A semana é importante com chance de terminar mal frente às expectativas que se formam ao redor da divulgação de dados sobre a indústria americana amanhã (17) e da ata do último encontro do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês), esta última marcada para quarta-feira (18) – a concentração dos investidores já repousa no simpósio de Jackson Hole, no final da semana.
As manchetes também se concentraram na situação no Afeganistão, onde o Taleban rapidamente assumiu o poder após a retirada da força militar dos EUA (comentaremos mais abaixo), levando ao questionamento sobre a precipitação política do movimento. Os mercados amanhecem em queda, acompanhados pelos futuros americanos.
A ver...
Em terras tupiniquins, nossa tão amada Brasília segue sendo uma das pautas mais importantes do dia, frente às discussões sobre o quadro fiscal e a tensão existente entre o Executivo e o Judiciário. A elevação da temperatura para uma possível crise institucional não ajuda na aprovação das reformas, tão caras para o mercado. A semana promete o resgate da votação sobre a proposta para o novo Imposto de Renda, parte central da reforma tributária que antes acalentava o coração dos investidores e hoje só serve para trazer volatilidade.
Leia Também
Algumas questões precisam ser endereçadas com mais clareza nos próximos dias, a começar com a questão dos precatórios, que foi lida por muitos especialistas como uma pedalada fiscal – o ministro da Economia, Paulo Guedes, afirma que, sem a regra proposta para precatórios, o governo para (ninguém receberá salário no setor público). Assim como o novo Bolsa Família, a questão é relevante para aprimorar a previsibilidade das contas públicas brasileiras e, consequentemente, aumentar a atratividade dos ativos nacionais.
O Taleban, um grupo fundamentalista islâmico que governou o Afeganistão no final dos anos 1990, conquistou mais de 90% do território do país durante o fim de semana, incluindo a capital e maior cidade do Afeganistão, Cabul, e a segunda maior cidade do país, Kandahar. Quatro cidades caíram sob o domínio do Taleban somente em uma noite.
O Taleban agora controla efetivamente boa parte do país, e autoridades americanas disseram que o governo Biden está se preparando para a situação que segue o colapso completo do governo afegão (o presidente Ashraf Ghani já deixou o país) – o grupo planeja anunciar a criação de um Emirado Islâmico.
O avanço do Taleban ocorre meses depois do anúncio dos EUA sobre os planos de retirar todas as tropas americanas do país, encerrando a guerra mais longa dos Estados Unidos – na ponta do lápis, a guerra custou aos EUA US$ 2,26 trilhões, de acordo com estimativas da Brown University. Desde a invasão dos EUA em 2001, mais de 240 mil pessoas morreram como resultado direto da guerra.
Para Biden, os acontecimentos no Afeganistão criam algumas manchetes indesejáveis, exatamente quando mais progresso estava sendo feito em sua agenda econômica, com a aprovação do Senado do projeto de infraestrutura com apoio bipartidário na semana passada. O mercado refletirá o desconforto.
Os dados econômicos chineses para julho foram mais fracos do que o esperado. Em primeiro lugar, a produção industrial aumentou 6,4% no período em relação ao ano anterior, desacelerando acentuadamente em relação ao ritmo de 8,3% em junho e muito inferior ao crescimento de 7,8% esperado.
Mas não foi só isso, o investimento em ativos fixos da China também desacelerou, com aumento de 10,3% no período de janeiro a julho, frente à estimativa de crescimento de 11,2% nos primeiros sete meses. As vendas no varejo, um indicador chave para o consumo doméstico da China, ficaram igualmente aquém do esperado (aumentaram 8,5% em julho em relação ao ano anterior, abaixo do ritmo de 12,1% reportado em junho e do crescimento de 11,4% esperado). Por fim, a taxa de desemprego urbano subiu para 5,1%.
A atividade econômica da China sinaliza que os desastres naturais e os surtos da variante Delta tiveram um impacto relevante na segunda maior economia do mundo – o retorno das paralisações em toda a China não está ajudando. Além disso, com os EUA gastando mais com serviços, há também desaceleração das exportações asiáticas. A situação é problemática, pois mostra que a recuperação econômica da China ainda era instável.
Na zona do euro, é aguardada a divulgação do PIB para o segundo trimestre do ano, a ser apresentado amanhã. Na véspera, ativos se comportam em movimento de aversão ao risco. Espera-se que os dados possam vir fortes, assim como os do Japão, que seguraram a barra apesar do aumento das restrições sociais – a vacinação pode ter ajudado a reduzir o medo do vírus, o que diminuiu o impacto econômico da pandemia ao longo do tempo.
Para o dia de hoje, especificamente, os humores são mais calmos. No Brasil, contamos com alguns poucos resultados corporativos, relatório Focus e balança comercial semanal, enquanto nos EUA poderemos acompanhar o índice de atividade industrial de agosto.
Lá fora, as ações de empresas de tecnologia globais de pequeno e médio valor de mercado tiveram um desempenho interessante nos últimos 30 dias. Isso levou alguns investidores a questionar se os nomes menores estão sobrecarregados e se é hora de voltar para a megatecnologia.
Nem todos pensam assim, contudo.
Ao que tudo indica, as empresas menores de tecnologia devem crescer cerca de 25% nos lucros este ano, contra cerca de 20% no caso das Big Techs. Mesmo assim, as empresas de tecnologia menores estão normalmente negociando com taxas de preço sobre lucro mais atraentes.
Além disso, também vemos a tecnologia de grande valor de mercado enfrentando ventos regulatórios contrários, como foi o caso da Alibaba, que sofreu sua primeira perda no início deste ano após uma multa antitruste recorde de US$ 2,8 bilhões. Em contraste, participantes menores de tecnologia são menos propensos a serem afetados por tal escrutínio, uma vez que a maioria dos governos está procurando nivelar o campo de jogo sem impactar a inovação entre as novas empresas.
Ou seja, ainda há espaço para as pequenas empresas de tecnologia. Para quem ainda não conferiu o Money Bets, talvez este seja um bom momento.
O mercado das criptomoedas voltou a animar os investidores.
Depois de uma importante atualização de um protocolo, Bitcoin segue em tendência de alta seguido de outras criptomoedas mais promissoras. Se você ainda não tem uma pequena fatia dos seus investimentos no mercado de maior potencial da década, pode fazer isso da forma mais simples possível: investindo no fundo Bitcoin DeFi.
Disponível para investidores em geral, o fundo investe em Bitcoin (a maior e mais consolidada criptomoeda do mercado) e ainda tem uma exposição aos ativos de finanças descentralizadas (os chamados DeFi), onde há o maior retorno potencial.
Para conhecer as vantagens do fundo e investir hoje mesmo, clique no link abaixo:
Não deixe de ler o regulamento do fundo e seus fatores de risco antes de investir. Retornos passados não garantem retornos futuros. Não há nenhuma garantia de retorno. As rentabilidades apresentadas nas comunicações da Vitreo não são líquidas de impostos. A aplicação em fundos de investimento não conta com a garantia do FGC, de qualquer mecanismo de seguros ou dos prestadores de serviço do fundo.
Um abraço,
Jojo Wachsmann
ATENÇÃO! O Victor Aguiar preparou uma análise sobre as empresas que podem potencializar seu portfólio; confira no vídeo abaixo e se inscreva no canal do Seu Dinheiro no Youtube para mais conteúdos sobre investimentos
Bolsa brasileira segue o bom humor global com o alívio das tensões no Oriente Médio, mas queda do preço do petróleo derruba as ações de empresas do setor; dólar também recua
Apesar de preço mais alto para o aço, o valuation da empresa não é mais tão atraente, e potenciais para a empresa já estão precificados, dizem os bancos
O novo fundo imobiliário comprará participações em sete shoppings de propriedade da Allos, com valor de portfólio entre R$ 790 milhões e R$ 1,97 bilhão, e pode destravar valor para os acionistas
Com a transação, o fundo passa a ter uma exposição de 21% do seu portfólio ao setor bancário, o que melhora a relação risco e retorno da carteira
Retorno foi de 101,5% de abril de 2021 até agora, mas para quem reinvestiu os dividendos, ganho foi mais de três vezes maior, beirando os 350%
Depois do fracasso das negociações entre EUA e Irã no final de semana, investidores encontraram um respiro nas declarações de Trump sobre a guerra
Banco é o único brasileiro na operação, que pode movimentar até US$ 10 bilhões e marca nova tentativa de Bill Ackman de abrir capital; estrutura combina fundo fechado e holding da gestora, em modelo inspirado na estratégia de longo prazo de Warren Buffett.
Carteira recomendada do banco conta com 17 fundos e exposição aos principais setores da economia: infraestrutura, imobiliário e agronegócio
A operação abrange todos os portos do país no Golfo Arábico e no Golfo de Omã, e será aplicada a embarcações de qualquer nacionalidade
A casa avalia que aproximadamente 98% da carteira está atrelada a CRIs indexados ao IPCA, o que gera proteção contra a inflação
Ibovespa supera os 197 mil pontos e atinge novo recorde; apesar disso, nem todas as ações surfaram nessa onda
A companhia foi a maior alta do Ibovespa na semana, com salto de quase 25%. A disparada vem na esteira da renovação no alto escalão da companhia e o Citi destaca pontos positivos e negativos da dança das cadeiras
Com mínima de R$ 5,0055 nesta sexta-feira (10), a moeda norte-americana acumula perdas de 2,88% na semana e de 3,23% em abril, após ter avançado 0,87% em março, no auge da aversão ao risco no exterior em razão do conflito no Oriente Médio
Entrada de capital estrangeiro, volumes em alta e ganhos tributários levam instituição financeira a projetar lucros até 19% acima do consenso e margens robustas para a operadora da bolsa
Itaú BBA e Bank Of America dizem até onde o índice pode ir e quem brilhou em uma semana marcada por recordes sucessivos
Com dólar ao redor de R$ 5,06 e queda próxima de 8% no mês, combinação de fluxo estrangeiro, juros elevados e cenário externo sustenta valorização do real. Especialistas acreditam que há espaço para mais desvalorização
Escalada das tensões no Oriente Médio, com foco em Israel e Líbano, ainda mantém os preços do barril em níveis elevados, e coloca estatal entre as mais negociadas do dia na bolsa brasileira
O fundo imobiliário destacou que a movimentação faz parte da estratégia ativa de gestão, com foco na geração de valor para os cotistas
A construtora divulgou números acima das expectativas do mercado e ações disparam mais de 12%, mas Alea segue sendo o grande incômodo de investidores
Trump pausou a guerra contra o Irã, mas o setor de defesa está longe de esfriar; BTG Pactual projeta um novo superciclo global de investimentos e recomenda ETF para capturar ganhos. Entenda por que a tese de rearmamento segue forte.