O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Licença-paternidade foi instituída no Brasil com a promulgação da Constituição de 1988. Mesmo com ampliação, benefício seguirá muito aquém do observado em países mais desenvolvidos.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou sem vetos, nesta terça-feira (31), a lei que eleva a licença-paternidade no Brasil. A nova legislação, aprovada pela Câmara no fim de 2025 e pelo Senado na semana passada, prevê o aumento gradual do período de licença-paternidade a partir do ano que vem.
Desde a promulgação da Constituição de 1988, o pai pode passar apenas cinco dias corridos fora do trabalho, a contar do dia do nascimento de filho. Com a nova lei, a licença-paternidade vai aumentar para 10 dias em 2027, 15 em 2028 e, por fim, 20 dias em 2029.
Além do aumento do prazo de licença-paternidade, o texto estabelece o salário-paternidade, benefício previdenciário equivalente à remuneração do trabalhador durante o período de afastamento.
O projeto também prevê estabilidade provisória no emprego após o retorno da licença, além de ajustes nas regras trabalhistas para assegurar a manutenção do vínculo empregatício.
Em caso de morte da mãe, o pai poderá usufruir de licença de até 120 dias, nos moldes da licença-maternidade.
De qualquer modo, o Brasil ainda está longe de figurar como um modelo internacional no que se refere à licença-paternidade. A própria ampliação escalonada para 20 dias ficou bastante aquém dos 60 dias defendidos pelos autores da proposta original.
Leia Também
Nesse sentido, a legislação reconhecida como a mais avançada sobre o tema vem da Suécia.
A sociedade sueca é vista como uma das mais avançadas do mundo em termos de direitos civis e questões sociais.
Ter pouco mais de 10 milhões de habitantes e taxa de natalidade em queda são fatores que ajudam, certamente, mas não são os únicos.
A maior parte das leis que colocam o país nórdico como referência internacional deriva de décadas de políticas bem sucedidas de bem-estar social.
No que se refere aos direitos de pais e mães de crianças nascidas ou adotadas no país, não se trata somente de licença-paternidade ou licença-maternidade.
Nesse modelo, cada um dos genitores tem direito a 240 dias de licença.
Desse total, 90 dias são pessoais e intransferíveis.
Pai e mãe (ou pai e pai ou mãe e mãe nos casos de união homoafetiva) têm três meses de licença remunerada para ficar em casa cuidando da criança recém-nascida ou recém-adotada nos primeiros três meses.
Os 150 dias restantes a que cada um tem direito podem ser remanejados de acordo com a conveniência do casal.
Mas a flexibilidade não para por aí. Em comum acordo, eles podem doar os dias de licença um para o outro.
Se adotada de maneira igualitária por um casal, cada um fica 240 dias afastado do trabalho.
Caso um doe todos os seus 150 dias para o outro, a licença parental pode alcançar 390 dias para um dos membros do casal.
ELEIÇÕES 2026
SEM ATRASO
NOVA LEGISLAÇÃO
ELEIÇÕES NO RADAR
DISPUTA PRESIDENCIAL
ELEIÇÕES 2026
ELEIÇÕES 2026
ELEIÇÕES 2026
OPERAÇÃO COMPLIANCE ZERO
ELEIÇÕES DE 2026
Conteúdo Empiricus
VEJA DETALHES DA PESQUISA
ENTENDA
SEM IMPOSTOS
ELEIÇÕES 2026
Conteúdo Empiricus
POLÍTICA
VITÓRIA FORA DA MARGEM DE ERRO
PLANALTO DOBRA A APOSTA
TRABALHO E QUALIDADE DE VIDA