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Nova exigência de Certificado de Saúde Animal pode complicar viagens com pets da Grã-Bretanha para a União Europeia
Entrar na União Europeia está ficando mais complicado – e não é só para os brasileiros. Os moradores da Grã-Bretanha, além de também passarem pelo novo sistema de controle migratório do bloco, o EES, agora enfrentam novas regras para viajar com seus pets.
Desde quarta-feira (22), a União Europeia passou a exigir que viajantes saindo da Inglaterra, Escócia ou País de Gales apresentem um Certificado de Saúde Animal para entrar com cães, gatos ou furões em países membros do bloco.
Trata-se do Animal Health Certificate (AHC), documento que inclui a identificação do pet (como microchip), comprovação de vacinação antirrábica e outras informações sanitárias exigidas pelo país de destino. Na prática, é o mesmo processo exigido para os brasileiros.
A medida é relevante para os cidadãos da Grã-Bretanha. Para se ter ideia, cerca de 60% dos lares britânicos possuíam animais de estimação em 2024, segundo a GlobalPETS, totalizando aproximadamente 17,2 milhões de residências e uma população de 36 milhões de pets.
A nova medida implementada ontem encerra uma brecha bastante utilizada pelos britânicos desde o Brexit, processo de saída do Reino Unido da União Europeia: o uso dos passaportes pets da UE.
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Embora os passaportes pets emitidos no Reino Unido tenham deixado de ser válidos para entrada no bloco, muitos donos conseguiam contornar a regra ao obter documentos europeus por meio de veterinários em países como França, Bélgica e Espanha.
Agora, essa alternativa deixa de existir, e os passaportes pets europeus passam a ser válidos apenas para quem tem residência principal dentro da União Europeia.
Enquanto o passaporte pet da União Europeia permite viagens recorrentes ao longo da vida do animal (desde que as vacinas estejam em dia), o Animal Health Certificate exige que o dono solicite um certificado para cada viagem.
O documento deve ser emitido por um veterinário até 10 dias antes do embarque e permite circulação dentro da UE por até seis meses, desde que o pet não retorne ao Reino Unido nesse período. Caso haja retorno, será necessário emitir um novo certificado para a próxima viagem.
Isso porque o preço do Certificado de Saúde Animal sai entre 99 e 350 libras (R$ 664 e R$ 2.346). O valor é bem acima dos passaportes pets europeus, que custavam entre 17 e 85 libras (R$ 114 e R$ 570). Os valores são do jornal The Sun.
Donos de cães, gatos e furões devem redobrar a atenção ao viajar com seus pets para a União Europeia. Afinal, o número de animais por veículo também mudou.
Antes, o limite era individual: cada pessoa podia viajar com até cinco animais. Isso significava que, em um carro com quatro passageiros, seria possível transportar até 20 pets, por exemplo. Agora, o limite é de no máximo cinco animais por veículo, independentemente do número de pessoas.
Além disso, para quem viaja com o animal de outra pessoa, será necessária uma autorização por escrito do proprietário.

Sem a documentação correta, os pets podem ser impedidos de entrar na União Europeia. Por isso, o site oficial do governo britânico recomenda: “Quem pretende viajar deve consultar as orientações no site GOV.UK e verificar as regras de entrada do destino”.
Como já dito anteriormente, os brasileiros já precisavam seguir o mesmo procedimento que agora passa a valer também para os residentes da Grã-Bretanha.
O procedimento começa com a implantação de um microchip de identificação, que deve ser feita antes da vacina antirrábica.
A vacinação contra a raiva, por sua vez, precisa ser aplicada com pelo menos 21 dias de antecedência da viagem.
Em seguida, é necessário obter um atestado de saúde emitido por veterinário credenciado. O documento deve ser validado pelo Ministério da Agricultura (MAPA), geralmente até 10 dias antes do embarque.
Com esses documentos, o tutor deve solicitar o Certificado Veterinário Internacional (CVI), que comprova que o animal atende às exigências sanitárias do destino. O pedido pode ser feito online pelo site do MAPA, e o certificado é enviado digitalmente para impressão.
No momento de chegada à Europa, o tutor do animal deve apresentar os documentos às autoridades locais. Caso haja alguma divergência, o animal pode ser barrado na entrada ou submetido a medidas mais extremas, como a eutanásia.
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