🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Carolina Gama

Formada em jornalismo pela Cásper Líbero, já trabalhou em redações de economia de jornais como DCI e em agências de tempo real como a CMA. Já passou por rádios populares e ganhou prêmio em Portugal.

APÓS A ELEIÇÃO HISTÓRICA

O Godzilla acordou: por que o fim do “dinheiro grátis” no Japão pode chacoalhar sua carteira no Brasil

Depois de décadas de sono profundo, a economia japonesa acordou — e o estrago pode ser sentido da bolsa ao câmbio; entenda como a guinada nos juros por lá e os planos de gastos do governo criam um “aspirador de dólares” global

Carolina Gama
12 de fevereiro de 2026
6:05 - atualizado às 17:14
Imagem criada por IA com o desenho do Godzilla, a bandeira do Japão e notas de dinheiro caindo do céu
Imagem criada por inteligência artificial - Imagem: ChatGPT

Houve um tempo em que o maior medo do Japão era um lagarto gigante atacando a torre de rádio. Hoje, o Godzilla é outro: a combinação de inflação, juros altos (para padrões japoneses), iene desvalorizado e gastos públicos desenfreados.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para quem investe, o impacto é direto: o Japão deixou de ser o porto seguro da liquidez para se tornar o epicentro de um terremoto cambial que atinge desde os grandes bancos até o setor de commodities.

Isso porque o que acontece no Japão raramente fica no Japão. Como o país é um dos maiores credores do mundo, qualquer mudança lá funciona como um aspirador que puxa dólares e investimentos de outros lugares — incluindo o Brasil.

Japão: o que está acontecendo e por que o resto do mundo está de olho

Os sinais do tremor no Japão vieram da inflação, após décadas de preços em baixa; da saída dos juros negativos para juros altos; e do iene, uma das moedas mais fortes do mundo, em queda livre.

  1. A disparada dos juros

Depois de anos de taxas negativas ou próximas de zero, o Banco do Japão (BoJ) elevou os juros para 0,75% em dezembro de 2025 — o maior nível em 30 anos —, onde se encontram atualmente.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Apesar de baixos com relação aos juros no Brasil (15%) ou nos EUA (3,50% a 3,75%), esse movimento de aperto monetário importa porque o Japão era o maior fornecedor de dinheiro barato do mundo. Com a taxa subindo, esse "dinheiro fácil" — ou literalmente gratuito, com os juros zerados — tende a desaparecer.

Leia Também

Dinheiro mais caro afeta o carry trade, operação na qual os investidores pegam ienes emprestados a juros baixos para investir em países com taxas altas, como o Brasil.

Se os juros no Japão sobem, essas operações tornam-se menos atrativas, e os investidores retiram dinheiro de mercados emergentes para pagar dívidas no Japão, causando volatilidade global.

Para Bjørn Tangaa Sillemann, analista-chefe do Danske Bank, a tendência é de que o dólar se desvalorize com relação ao iene nos próximos 12 meses, muito em função da redução do diferencial de juros, com o Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) cortando as taxas novamente enquanto o Banco do Japão aumenta.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Essa desvalorização também é impulsionada por nossa visão pessimista fundamental sobre o dólar. Com a vitória do Partido Liberal Democrático nas eleições legislativas de domingo, o risco de uma nova queda do iene neste ano permanece intacto”, afirma.

  1. A inflação voltou (e não quer ir embora)

Diferentemente das últimas três décadas de deflação, o Japão agora convive com uma inflação persistente, acima da meta de 2%.

A principal causa é o custo das importações, especialmente energia e alimentos, que subiu drasticamente, em parte pelo iene fraco.

Sillemann diz que o que preocupa agora é o risco de o Banco do Japão (BoJ, na sigla em inglês) ficar para trás em seus esforços para combater a inflação.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O analista-chefe do Danske Bank lembra que o banco central japonês não assinou a carta de apoio ao presidente do Fed, Jerome Powell, “porque os japoneses temem ficar em desacordo com Donald Trump”.

“Sabemos que a primeira-ministra SanaeTakaichi tem preferência por taxas de juros baixas e isso pode influenciar as políticas do Banco do Japão. Assim como nos EUA, é uma batalha que os políticos não podem vencer, pois a preocupação com a inflação descontrolada alimentará novos picos nos yields [rendimentos] dos títulos de dívida e, no caso do Japão, uma desvalorização ainda maior do iene”, afirmou.

  1. O iene em queda livre

Em meio à alta dos juros, o iene continuou sob pressão e atingiu níveis historicamente baixos frente ao dólar.

Vale lembrar que os juros subiram no Japão, mas ainda são muito menores do que os dos EUA, o que ainda faz os investidores preferirem a moeda norte-americana.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Isso tem um lado bom e um ruim: um iene fraco ajuda as exportadoras como Toyota e Sony, mas esmaga o poder de compra das famílias japonesas, tornando tudo o que vem de fora muito caro.

Para Sam Jochim, economista da EFG Asset Management, existem dois fatores principais que impulsionam a desvalorização do iene: a política monetária e a questão fiscal.

“A política monetária japonesa está defasada em relação à tendência atual. A inflação está elevada, o crescimento é relativamente forte e o mercado de trabalho está aquecido, mas o Banco do Japão ainda mantém uma taxa de juros real em níveis significativamente baixos”, diz.

“Já a dívida pública do Japão é extremamente grande, mas a política fiscal é frouxa, e o resultado da eleição de domingo tem o potencial de agravar essa situação”, acrescenta.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A atual primeira-ministra, Sanae Takaichi — a primeira mulher a ocupar o cargo na história do Japão — dissolveu o parlamento em janeiro, apenas quatro meses após assumir o poder.

A estratégia era clara — e foi bem-sucedida: aproveitar a alta popularidade inicial para garantir uma maioria sólida e aprovar reformas econômicas polêmicas.

A vitória de Takaichi foi esmagadora, e agora a premiê vai poder seguir com a chamada “Sanaenomics”, que prevê uma expansão fiscal agressiva.

  1. Gastos recordes do governo

Takaichi propôs um orçamento recorde de cerca de 122 trilhões de ienes (R$ 4 trilhões). O plano do governo é gastar mais em defesa, subsídios para energia e incentivos para tecnologia (semicondutores e inteligência artificial).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O mercado, no entanto, olha para esse plano com cautela. O Japão já tem a maior dívida pública do mundo desenvolvido — superior a 200% do Produto Interno Bruto (PIB). Elevar o gasto agora pode pressionar ainda mais a inflação e assustar o mercado de títulos, aumentando o custo da dívida soberana.

“A cura para o Japão não é gastar mais e sim um banco central mais rigoroso, um ritmo mais acelerado de aumento de juros e uma política fiscal mais responsável, que não assuste os mercados com promessas de novos cortes de impostos financiados por mais empréstimos do governo”, afirma Jochim, da EFG.

Mas nem todo mundo concorda com essa visão. Para Neil Shearing, economista-chefe da Capital Economics, a verdadeira situação fiscal do Japão não é tão sombria quanto sugerem esses números.

Ele explica que a análise em tempo real da situação fiscal do país é complicada pela grande defasagem dos dados oficiais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No entanto, estimativas de alta frequência da consultoria britânica para gastos e receitas do governo, que utilizam dados trimestrais mais recentes, pintam um quadro mais tranquilizador.

“Enquanto o FMI [Fundo Monetário Internacional] e outras instituições estimam que o governo japonês teve um déficit de cerca de 2,5% do PIB no ano passado, nossas estimativas sugerem que o valor foi mais próximo de 0,5%. Mesmo considerando os cortes de impostos propostos por Takaichi, acreditamos que a dívida líquida do governo poderá cair até o final do próximo ano”, afirma Shearing.

Leia também:

Títulos do Japão: adeus ao fazedor de viúvas

Durante anos, as apostas dos investidores de que os rendimentos dos títulos do governo japonês (JGBs) subiriam de níveis mínimos históricos foram rotineiramente frustradas pela determinação do BoJ em manter os juros baixos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A venda a descoberto desses títulos levou a perda de verdadeiras fortunas e recebeu o apelido de “fazedor de viúvas” (“widow maker trade”). No entanto, eventos recentes sugerem que esse rótulo pode não ser mais merecido.

Em meados de janeiro, uma convulsão no mercado de títulos do governo japonês, concentrada na ponta ultralonga da curva, pegou o mercado em cheio, deixando investidores de todo o mundo em alerta.

Na ocasião, o yield dos JGBs de 30 anos saltou cerca de 30 pontos-base, para mais de 3,8%, enquanto o de 40 anos subiu para mais de 4% — níveis recordes para ambos os vencimentos.

A contrapartida a esses movimentos foi uma queda acentuada nos preços dos papéis e grandes retornos para quem apostou contra esses títulos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Uma explicação para a venda massiva de títulos no mercado, que derrubou seus preços e elevou suas taxas, foi a preocupação dos investidores com uma nova deterioração das finanças públicas japonesas.

A imprensa global alertou que o país correria o risco de repetir o "momento Liz Truss" de 2022, quando planos de gastos sem financiamento mergulharam o Reino Unido em uma crise fiscal — algo que a própria Takaichi negou que causaria ao Japão.

“Nossa compreensão da verdadeira situação fiscal do Japão sugere que, na medida em que a venda massiva de títulos de longo prazo tenha sido motivada por preocupações fiscais, ela é injustificada”, diz Shearing.

Para o economista da Capital Economics, uma explicação alternativa para o aumento dos yields dos JGBs é uma reavaliação mais fundamental das perspectivas de crescimento econômico, inflação e política monetária no Japão.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Os movimentos nos mercados de títulos parecem refletir, em grande parte, a visão de que a economia japonesa está em processo de reflação, em vez de enfrentar uma crise fiscal. A pergunta óbvia é se esse otimismo é justificado. De modo geral, a resposta é sim”, afirma.

  • A reflação econômica é uma política econômica intencional, fiscal ou monetária, adotada por governos e bancos centrais com o objetivo de reestimular a economia e aumentar os preços após um período de deflação, recessão ou crescimento muito baixo.

É o fim do Bitcoin ? O que ninguém está te contando sobre a queda do BTC

Como isso afeta o seu bolso e o mercado?

A incerteza fiscal no Japão geralmente faz investidores globais ficarem cautelosos, o que costuma derrubar bolsas e valorizar o dólar.

Investidores japoneses são os maiores detentores de títulos da dívida dos EUA. Se os juros no Japão ficarem atraentes, eles podem vender esses ativos globais para trazer o dinheiro de volta para casa, provocando um terremoto nos mercados financeiros mundiais.

No caso do Brasil, o efeito se dá pelo câmbio e muito dele também é sentido na bolsa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
  1. O aspirador de dólares

O Brasil é um dos destinos favoritos para o carry trade, devido à Selic elevada, atualmente em 15% ao ano.

  • O mecanismo: investidores pegam ienes emprestados no Japão — pagando juros que hoje são de 0,75% — e aplicam esse dinheiro no Brasil — ganhando juros de dois dígitos. Eles lucram com a diferença.
  • O risco para o Brasil: quando os juros japoneses sobem, esse "empréstimo" fica mais caro e o risco aumenta. Se muitos investidores decidirem desmontar essa operação ao mesmo tempo, eles vendem reais para comprar ienes e pagar suas dívidas.

O resultado pode ser uma desvalorização do real ante as moedas fortes, como o dólar, pela saída massiva de capital estrangeiro do país. Quanto maior o juro no Japão, maior o risco desse impacto acontecer.

2. Impacto na bolsa

A bolsa brasileira depende muito do fluxo de capital estrangeiro — basta ver os sucessivos recordes recentes do Ibovespa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Quando o Japão aumenta juros e a volatilidade global sobe, os grandes fundos globais tendem a sair de mercados mais arriscados — emergentes como o Brasil — para voltar para a segurança de títulos de países desenvolvidos.

Vale lembrar ainda que o Japão é um grande importador. Se a economia japonesa desacelerar devido aos juros altos ou se os gastos exagerados da premiê gerarem desconfiança, a demanda por minério de ferro e alimentos pode oscilar, afetando gigantes como Vale (VALE3) e JBS (JBSS32).

3. O efeito gangorra no câmbio

Aqui, o fenômeno é curioso: se a premiê japonesa cumprir a promessa de gastar muito, pode gerar mais inflação no Japão, forçando o banco central local a subir os juros ainda mais rápido.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para o Brasil, o cenário é ruim no curto prazo, pois acelera a saída de dólares daqui. Por outro lado, se os gastos do governo fortalecerem a economia japonesa, o iene pode parar de cair de forma desordenada, o que traz um pouco mais de previsibilidade para os mercados globais.

Resumo do impacto no Brasil:

Ativo Tendência com juros altos no Japão Por quê? 
Dólar Alta Saída de investidores que faziam carry trade 
Ibovespa Queda/volatilidade Estrangeiros retiram dinheiro de emergentes 
Juros (DI) Alta BC brasileiro pode ser forçado a manter juros altos para que o real não derreta, e títulos de renda fixa tendem a se desvalorizar 

O mercado japonês já sinaliza que novos aumentos de juros podem vir até o meio de 2026 se a inflação não ceder.

Quem perde e quem ganha com o Japão

  • Setor bancário

Os bancos brasileiros costumam ser um refúgio natural quando a volatilidade global aumenta e isso tem um motivo: se o Copom for forçado a manter a Selic alta para evitar a fuga de capitais para o Japão e para os EUA, a margem financeira dos bancos melhora.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além disso, investidores que saem de ações de crescimento (growth) tendem a migrar para ações de valor e dividendos, como as dos grandes bancos.

  • Exportadoras de commodities

Empresas como Vale e JBS vivem um cenário de faca de dois gumes. De um lado, o Japão é um comprador relevante de minério de ferro e proteínas. Se os gastos da premiê estimularem a economia japonesa, a demanda sobe.

Além disso, essas empresas faturam em dólar, então, se a moeda norte-americana subir no Brasil devido ao fim do carry trade, a receita em reais aumenta.

Por outro lado, a alta dos juros globais encarece o financiamento e pode desacelerar o crescimento mundial, o que acaba derrubando os preços das commodities no longo prazo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
  • Varejo e tecnologia

Empresas como Magazine Luiza (MGLU3) e Lojas Renner (LREN3), além de companhias de tecnologia, são as que mais sofrem.

Essas empresas dependem de crédito barato e de uma moeda local forte — para importar insumos ou eletrônicos.

Se o dólar sobe porque o dinheiro está voltando para o Japão, a inflação de custos dessas companhias dispara e o poder de compra do brasileiro diminui.

Vale comprar ações no Japão?

A transição para a inflação permitiu que empresas japonesas aumentassem os preços e, consequentemente, suas receitas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além disso, as margens de lucro também estão aumentando, apoiadas por uma combinação de: um iene fraco, que tornou as exportações japonesas mais atraentes; a realocação das operações offshore das empresas para áreas de menor custo; e o desinvestimento de empresas de baixa margem em resposta a reformas favoráveis aos acionistas.

“Os investidores têm motivos de sobra para considerar ações japonesas — principalmente pela combinação de crescimento dos lucros, reformas para melhorar a governança corporativa e a gestão de capital, e avaliações atrativas”, diz Michelle Gibley, diretora de pesquisa e estratégia de ações internacionais da Charles Schwab.

“Além disso, a volatilidade decorrente de mudanças no governo, nas atividades do Banco do Japão e nas tarifas comerciais pode criar oportunidades potenciais para investidores em ações”, acrescenta.

Os investidores brasileiros interessados em se expor ao mercado japonês podem fazer isso sem abrir uma conta no exterior ou fazer remessa de câmbio.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Neste caso, existem duas opções via B3:

  • BDRs de ETFs, com destaque para o BEWJ39, que replica o iShares MSCI Japan ETF e acompanha o desempenho das maiores empresas japonesas como Toyota e Sony;
  • BDRs de ações individuais.

Há também a opção via corretora nos EUA, em dólar. Neste caso, ETFs norte-americanos como o EWJ (iShares MSCI Japan ETF) é o mais popular, além das ADRs, que são ações de empesas japonesas listadas em Nova York.

Por fim, também é possível o investimento direto na Bolsa de Tóquio. Embora mais trabalhoso, esse tipo de investimento é recomendado para quem busca empresas específicas de médio ou pequeno porte que não estão nos EUA ou na B3.

Vale lembrar que todas essas formas de investimento implicam no pagamento de impostos no Brasil, embora a forma de pagamento e a alíquota variem dependendo de onde o ativo está custodiado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Apesar de otimista com o mercado de ações japonês, Gibley alerta que qualquer aumento adicional no déficit fiscal pode levar os investidores a exigir yields mais altos dos títulos do governo japonês de longo prazo.

“A volatilidade no mercado JGB historicamente tende a se espalhar para os mercados cambiais e de ações japoneses. Especificamente, bancos japoneses, que representam quase 10% do Índice MSCI Japão, podem estar expostos a perdas”, afirma.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
MISTÉRIOS DO SATÉLITE

A intrigante descoberta da China no lado ‘escuro’ da Lua às vésperas do envio de uma missão da Nasa

9 de fevereiro de 2026 - 11:03

As ambições chinesas na Lua vão além de apenas deixar pegadas no satélite; elas incluem a impressão de tijolos em 3D que sirvam para construir uma base no satélite

ENERGIA INFINITA

Sol artificial já brilha no laboratório, mas possibilidade de geração de energia infinita ainda tem pela frente um obstáculo importante

7 de fevereiro de 2026 - 13:38

Enquanto a China tenta reproduzir o sol na Terra, um estudo analisa até onde a promessa da fusão nuclear resiste fora do laboratório

GANHANDO COM A BAIXA

A montanha-russa do ouro: a correção técnica que abriu uma janela de compra para estas duas mineradoras, segundo o BTG 

6 de fevereiro de 2026 - 19:01

Depois de romper a barreira de US$ 5.600, o metal precioso está sendo cotado abaixo de US$ 5.000. Segundo o banco, a hora é de comprar na queda, mas não qualquer ação

CONTRA O SELL AMERICA

Braço direito de Trump manda recado para quem investe em títulos do Tesouro dos EUA 

5 de fevereiro de 2026 - 19:42

Segundo o secretário do Tesouro norte-americano, os investidores estrangeiros continuam comprando a dívida dos EUA com apetite — mas os movimentos do mercado contam outra história

"O ADULTO NA SALA"

Scott Bessent confirma participação na BTG CEO Conference: o que o homem de confiança de Trump pode dizer em papo com André Esteves

5 de fevereiro de 2026 - 13:31

O braço direito de Donald Trump participa da CEO Conference 2026, que acontece nos dias 10 e 11 de fevereiro, em São Paulo. Ele bate um papo com André Esteves, chairman e sócio sênior do banco, no primeiro dia do evento, em painel às 11h30.

NA DISPUTA COM A CHINA

Governo Trump fecha acordo sobre minerais críticos com a Argentina; entenda os interesses dos EUA no país

5 de fevereiro de 2026 - 13:12

Marco Rubio, Secretário de Estado dos EUA, participou de uma coletiva de imprensa e destacou a relevância da Argentina para o mercado de minerais críticos

NEM HEISENBERG SALVA

Casa de Breaking Bad tem queda no preço e está à venda com ‘desconto’ de 90%

5 de fevereiro de 2026 - 9:25

Imóvel usado como casa de Walter White na série Breaking Bad foi colocado à venda por US$ 400 mil após encalhar com pedida milionária

PÉ NO ACELERADOR, OLHOS NO MAR

Adeus, Buffett! BTG retira Berkshire Hathaway da carteira e foca em IA e consumo; confira as 12 recomendações de BDRs para fevereiro 

4 de fevereiro de 2026 - 16:55

O banco mexeu na carteira do mês para tentar capturar a onda de crescimento da economia norte-americana, e uma das novidades é a Tesla de Elon Musk; entenda as teses de investimento

VAI AUMENTAR DE TAMANHO?

Acre 2.0? Território de país vizinho quer se tornar parte do Brasil — mas dessa vez, de graça

4 de fevereiro de 2026 - 15:27

Comunidade de Bellavista Callarú, na tríplice fronteira com o Brasil, cobra resposta do governo peruano e ameaça pedir anexação após relatar abandono, violência e falta de serviços básicos

CONTAGEM REGRESSIVA

Take-Two confirma lançamento de GTA 6 em 2026 e promete mídia física

4 de fevereiro de 2026 - 15:05

Depois de anos de silêncio, boatos e adiamentos, CEO da Take-Two confirma o lançamento de GTA 6 com edições físicas e digital

JÁ VALE

CNH brasileira já está valendo em Portugal; veja o que fazer para usar

4 de fevereiro de 2026 - 10:49

Decreto permite que residentes em Portugal dirijam com a carteira brasileira nas categorias de carro e moto sem precisar refazer o processo local

Tecnologia

Demitido na pandemia, ele entrou no TikTok e agora vendeu sua empresa por R$ 5 bilhões; conheça o influenciador que terá um ‘gêmeo digital de IA’

3 de fevereiro de 2026 - 9:27

O “tiktoker” Khaby Lame vendeu sua empresa em um acordo bilionário que envolve criar seu “gêmeo de IA”.

AO INFINITO E ALÉM

Tudo o que se sabe sobre a Artemis 2, a primeira missão tripulada da Nasa à Lua em mais de meio século

3 de fevereiro de 2026 - 9:10

Será a primeira missão com astronautas a bordo da cápsula Orion em um voo de cerca de dez 10 dias ao redor da lua

A VIDA IMITA A ARTE?

Kinea compara Trump ao Capitão América em Guerra Civil: o erro está em ignorar que o campo de batalha mudou

2 de fevereiro de 2026 - 19:14

Para a gestora, presidente dos EUA rompe com as instituições tradicionais para agir de forma mais rápida, porém menos previsível

EM EXTINÇÃO

Esse animal parece um bicho de pelúcia e dificilmente é avistado, mas talvez isso nunca mais aconteça

2 de fevereiro de 2026 - 11:34

Mamífero minúsculo que vive nas montanhas da China, o pika-de-Ili sofre com mudanças climáticas, perda de habitat e isolamento da população

Tecnologia

A estranha relação entre Warren Buffet, uma escada rolante, o ‘profeta’ da crise de 2008 e a bolha de inteligência artificial

2 de fevereiro de 2026 - 10:47

O ‘profeta’ da crise de 2008, Michael Burry, faz alerta sobre a bolha da inteligência artificial (IA) e justifica com história de Buffett

UM OLHO NO PEIXE, OUTRO NO GATO

Corinthians x Arsenal: onde assistir à final de Mundial de Clubes feminino que vai dividir a atenção dos torcedores alvinegros

1 de fevereiro de 2026 - 13:52

Corinthians enfrenta o Arsenal neste domingo (1º), às 15h (de Brasília), no Emirates Stadium, pela final do primeiro Mundial de Clubes feminino promovido pela Fifa

DESTA VEZ DEVE SER BREVE

Acordo no Senado não chega a tempo e governo dos EUA enfrenta paralisação parcial

1 de fevereiro de 2026 - 13:01

Impasse na Câmara mantém shutdown temporário nos Estados Unidos, apesar de acordo entre Trump e democratas e da aprovação, pelo Senado, do financiamento da maior parte do Orçamento até setembro

PROTESTOS

Como a quebra do “Banco Master do Irã” ajudou a desencadear uma onda de protestos no país: por trás do rombo de 5 quatrilhões de riais

30 de janeiro de 2026 - 16:29

Uma combinação de colapso bancário, inflação fora de controle e isolamento internacional ajuda a explicar a onda de protestos no Irã

O QUE ESTÁ EM JOGO AGORA

A escolha de Trump que mexe com o seu bolso: quem é Kevin Warsh e como a troca no comando do Fed afeta os seus investimentos

30 de janeiro de 2026 - 16:25

O Senado norte-americano ainda precisa validar a indicação, e o mercado dá os primeiros sinais sobre o futuro da credibilidade do banco central nos EUA; entenda o que pode acontecer com a bolsa, o dólar, o ouro e a renda fixa agora

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar