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Companhia cai 7,26% na semana e destoa do clima positivo na bolsa brasileira. Entenda o impacto do dólar, do corte do BofA e da pressão no mercado de celulose
A Suzano (SUZB3) voltou a fechar no vermelho nesta sexta-feira (10), em um dia de forte alta da bolsa brasileira. As ações da companhia recuaram 0,92%, a R$ 47,16, acumulando perda de 7,26% na semana.
O movimento contrasta com o desempenho do Ibovespa, que encerrou o pregão em alta de 1,12%, aos 197.323,87 pontos, renovando máximas históricas pelo terceiro dia consecutivo.
No câmbio, o dólar à vista terminou o dia a R$ 5,0115, com queda de 1,03% e recuo de 2,88% na semana — fator que ajuda a explicar parte da pressão sobre a exportadora.
O principal vetor de baixa vem da combinação entre a desvalorização do dólar, que reduz a receita em reais de empresas com forte exposição externa, e a revisão de recomendação feita pelo Bank of America (BofA) no início da semana.
Na terça-feira (7), o banco rebaixou a ação de compra para neutra, refletindo uma visão mais cautelosa para o mercado global de celulose. A avaliação é de que os preços da commodity devem seguir pressionados por mais tempo, diante de um excesso estrutural de oferta.
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Além disso, os analistas promoveram um corte relevante no preço-alvo para o fim de 2026, de R$ 82 para R$ 57 — uma redução de R$ 25. O novo valor representa um potencial de valorização de aproximadamente 21% em relação ao fechamento de hoje.
No caso do ADR negociado na bolsa de Nova York (Nyse), o preço-alvo caiu de US$ 16 para US$ 11, com potencial de upside de cerca de 17%.
O cenário adverso para o setor vai além da dinâmica de oferta e demanda. A disparada dos preços de energia tem impacto direto sobre a indústria de celulose, considerada uma das mais intensivas nesse insumo.
Desde o início da guerra envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã, as ações da Suzano acumulam queda superior a 15%.
O conflito também elevou os custos logísticos e de insumos. A alta do petróleo encareceu o transporte marítimo, rodoviário e ferroviário, além de pressionar o preço de produtos químicos utilizados na produção.
Nesse contexto, a Suzano afirmou nesta sexta-feira (10) que os preços globais de itens como papel higiênico, lenços de papel e fraldas devem subir, à medida que as empresas tentam repassar os custos mais elevados ao consumidor.
Com valor de mercado superior a US$ 60 bilhões, a Suzano é a maior produtora global de celulose usada por empresas como a Kimberly-Clark, dona de marcas como Cottonelle e Kleenex.
Segundo Paulo Leime, diretor-geral da companhia para Europa, Oriente Médio e África, a tendência é de pressão inflacionária ao longo da cadeia.
“Com certeza haverá um aumento de custos em todo o sistema, em toda a cadeia de valor”, afirmou o executivo à Reuters.
“Isso pressionará os preços do papel. Se essa crise continuar, a inflação deverá retornar a vários produtos, não apenas papel e lenços de papel”, completou.
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