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Fintech solicita IPO na Nasdaq e pode levantar até US$ 500 milhões, seguindo o movimento de empresas brasileiras como Nubank

Após a Agea e a BRK Ambiental entrarem com pedido de oferta pública inicial (IPO), chegou a vez do PicPay solicitar a abertura de capital — agora na Nasdaq, a bolsa de tecnologia dos Estados Unidos.
A fintech dos irmãos Joesley e Wesley Batista seguiu o script de outras empresas e chegou a protocolar uma oferta em 2021. Porém, as incertezas com os juros e a piora de liquidez nas bolsas fecharam as janelas para aberturas de capital — que parece se abrir novamente.
Ao todo, o PicPay poderá levantar até US$ 500 milhões e, segundo informações do Valor Econômico, há demanda pela companhia. A última empresa brasileira a realizar um IPO fora do Brasil foi o Nubank, em 2021.
A empresa pretende se listar sob o código “PICS”.
Segundo o documento, os recursos captados no IPO deverão ser utilizados principalmente para fortalecer o capital, financiar crescimento orgânico, investir em tecnologia, novos produtos e eventuais aquisições estratégicas.
Além disso, o PicPay destaca seu crescimento de base de usuários, diversificação de receitas e expansão do portfólio de produtos como pilares da tese de investimento.
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Ao mesmo tempo, o banco digital reconhece que ainda enfrenta desafios de rentabilidade, em um ambiente altamente competitivo, dominado por bancos tradicionais e fintechs de grande escala.
Com mais de 13 anos de história, o PicPay é um dos principais bancos digitais do Brasil.
Fundada em Vitória (ES), a companhia diz que foi pioneira em transações instantâneas entre pessoas e no uso de QR Code, oito anos antes do Pix.
PicPay registrou no 1º semestre de 2025 lucro líquido de R$ 208,4 milhões, receita líquida de R$ 4,5 bilhões, TPV de R$ 251,3 bilhões e carteira de crédito de R$ 16 bilhões, além de uma base de 41,3 milhões de clientes ativos.
É hoje o 2º maior banco digital do Brasil e o 7º maior banco em número de clientes pelo Banco Central.
*Com informações do Money Times
Conteúdo Empiricus
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