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General Motors e concorrentes registram queda nas vendas no fim de 2025, sinalizando desaceleração do mercado automotivo nos EUA em 2026 diante da inflação e preços elevados
O ano terminou com um sinal vermelho para as montadoras. A General Motors (GM) e vários concorrentes relataram quedas nas vendas do final de 2025. O movimento indica que as vendas de automóveis nos Estados Unidos desacelerarão em 2026, à medida que os consumidores resistem aos preços mais altos.
A GM, a maior montadora dos EUA em vendas e um termômetro para a indústria norte-americana, disse nesta segunda-feira que as vendas caíram 7% no último trimestre de 2025, apesar de um aumento de 5,5% nas vendas anuais.
Os resultados anuais da montadora de Detroit foram impulsionados por vendas incrementais de veículos elétricos, bem como ganhos em SUVs grandes e veículos de entrada, como o Buick Envista, segundo a CNBC.
A GM não foi a única montadora que sentiu o impacto da desaceleração. Honda, Hyundai e Mazda também afirmaram que suas vendas recuaram no final do ano passado.
Analistas e montadoras preveem que as vendas anuais nos EUA cairão em 2026, após três anos consecutivos de ganhos, à medida que os consumidores norte-americanos — que estão apertando o cinto — colidem com os custos das tarifas, que as empresas provavelmente não continuarão absorvendo.
"O que vimos em 2025 vai se estender para 2026", diz Randy Parker, CEO da Hyundai Motor America, que relatou queda de vendas em 1% no quarto trimestre. "A forma como os consumidores estão pensando agora, ainda estamos lidando com a inflação, com o sentimento negativo do consumidor."
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A Stellantis, fabricante do Jeep, disse que as vendas nos EUA no quarto trimestre aumentaram 4%, em comparação com um trimestre especialmente difícil no ano anterior.
A montadora italiana vem enfrentando anos de queda na participação de mercado norte-americano e, no ano passado, reduziu os preços e aumentou as promoções para se tornar mais competitiva.
A Ford, por sua vez, deve divulgar os resultados de vendas na terça-feira (6).
*Com informações do Estadão Conteúdo e Dow Jones Newswires
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