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Por outro lado, a Abra, controladora da Gol e da colombiana Avianca, tem planos de abrir o capital nos Estados Unidos
A Gol (GOLL54) deu mais um passo para deixar o mercado de ações brasileiro. A companhia aérea informou ao mercado, na noite de quinta-feira (29), que obteve o registro da oferta pública de aquisição de ações (OPA) para fechar o capital da companhia na Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
Em outubro do ano passado, a companhia propôs, sob a justificativa de simplificar a estrutura, buscar sinergias e reduzir custos, a incorporação dela mesma e sua subsidiária Gol Investment Brasil (GIB) pela Gol Linhas Aéreas (GLA), que atualmente também é uma subsidiária integral da Gol, de capital fechado.
Esse processo levaria a empresa a fechar capital por aqui. A Abra, controladora da Gol e da colombiana Avianca, tem planos de abrir o capital nos Estados Unidos.
Com 99,38% das ações já nas mãos da Gol Investment Brasil, a aérea quer encerrar o capital e comprar a fatia que ainda pertence aos minoritários. São cerca de 7,5 milhões de ações no mercado.
A GIB, na posição de ofertante, compartilhou com a Gol o edital da OPA. Conforme o documento, os acionistas poderão vender suas ações preferenciais pelo preço de R$ 11,45 por lote de 1.000 ações (GOLL54).
O preço está sujeito aos ajustes previstos no edital, em leilão a ser realizado na B3 em 19 de fevereiro de 2026. Esse valor está acima do fechamento de ontem (29), de R$ 10,37.
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No dia 10 de janeiro, a empresa recebeu o laudo de avaliação da OPA, que apontou um valor econômico de R$ 10,13 por lote de mil ações. Na ocasião, o valor do papel ainda estava bem abaixo desse patamar, cotado a cerca de R$ 6,25.
“Como destacado pela ofertante, o preço da OPA é superior ao valor justo indicado no laudo de avaliação de 9 de janeiro de 2026, elaborado pela Apsis Consultoria Empresarial Ltda., empresa especializada escolhida em Assembleia Especial de Preferencialistas realizada em 13 de novembro de 2025, nos termos da legislação e regulamentação aplicável”, diz o comunicado ao mercado.
De acordo com a GIB, o preço reflete potenciais cenários de valorização identificados no laudo de avaliação.
Importante ressaltar que o código GOLL54 representa um lote de 1.000 ações. Isso significa que, na tela, o preço parece estar na casa dos R$ 10, mas, na prática, cada ação vale menos de um centavo. O valor unitário é encontrado ao dividir o preço em tela por 1.000.
A companhia já negocia como penny stock, abaixo de R$ 1, há algum tempo. Segundo as regras da bolsa brasileira, um papel não pode fechar abaixo desse valor por mais de 30 pregões consecutivos, sob o risco de ser notificada ou sofrer sanções.
A empresa tem um prazo para apresentar um plano para sair dessa situação, geralmente via grupamento de ações.
Nesta semana, a B3 decidiu estender o prazo para que as ações preferenciais voltem a cumprir o valor mínimo exigido pela bolsa para 30 de abril de 2026. Ela já havia sido notificada desse problema em setembro.
Depois de sair do Chapter 11 (recuperação judicial nos Estados Unidos) e quase se fundir com a Azul (o que não foi para a frente), a companhia aérea optou por uma reorganização societária que levará a companhia a deixar o Nivel 2 de governança corporativa da B3.
Com a incorporação proposta, a Gol e a GIB deixarão de existir, com a GLA (Gol Linha Aéreas), de capital fechado, assumindo todos os direitos e obrigações e culminando na saída da companhia da Bolsa.
Vale lembrar que o free-float da Gol caiu para apenas 0,78% com o aumento de capital de R$ 12 bilhões realizado pela aérea em 2025. Após a operação, a Gol Investment Brasil (GIB) passou a ser titular de cerca de 99,97% das ações ordinárias da companhia e 99,22% dos papéis preferenciais.
Com Money Times
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