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A empresa escondida que quer fazer IPO na Nasdaq, os resultados corporativos e o que mais você precisa saber hoje

Transire tem 75% do mercado de fabricação de maquininhas de pagamento e grandes sonhos para os próximos anos: conheça a história da empresa e suas aspirações de abertura de capital

25 de fevereiro de 2026
8:37
Imagem: Montagem Seu Dinheiro/iStock/Pablo Rasero/hapabapa

A cada quatro compras que você faz em uma loja, no mercado, na feira, em um restaurante ou lanchonete, a chance é que três delas tenham sido feitas em maquininhas fabricadas pela Transire.

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É uma empresa que está bastante presente no cotidiano dos brasileiros e domina 75% do mercado, mas poucos já ouviram o seu nome.

A ilustre desconhecida, criada há dez anos, até agora passou despercebida pelos investidores e especialistas em tecnologia, embora tenha uma receita considerável, de R$ 2 bilhões. Ela está por trás dos meios de pagamento de grandes nomes da adquirência, como Stone, Pag Seguro, Cielo, GetNet, Inter Pag, BTG Pay e outros.

A escondida fabricante de meios de pagamento tem grandes planos para os próximos três anos — e um deles envolve aparecer em um telão gigante na cidade mais populosa dos EUA, a maior economia do mundo.

A repórter Bia Azevedo conversou com o vice-presidente de negócios da Transire e contou tudo sobre como a companhia quer acelerar sua expansão internacional, melhorar a governança e, enfim, abrir o capital na Nasdaq. Confira aqui.

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Lula pode perder a eleição? O que muda no dólar, juros e B3, segundo a Legacy | Touros e Ursos #260

Dólar abaixo de R$ 5, Selic em queda e Bolsa cara: A visão da Legacy para 2026 | Touros e Ursos #260. Todo o carnaval tem seu fim, mas nos mercados a folia tem tudo para continuar.

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A visão é de Pedro Jobim, economista-chefe e sócio-fundador da Legacy Capital, convidado desta edição do podcast Touros e Ursos. A gestora com R$ 16 bilhões em recursos aposta na continuidade da queda do dólar e vê espaço para a moeda norte-americana voltar a ficar abaixo dos R$ 5.

Esquenta dos mercados

O Ibovespa encerrou o pregão da última terça-feira (24) no patamar inédito dos 191.780,77 pontos, com alta de 1,40% na sessão, depois de uma recuperação do setor bancário, que havia passado por um movimento de realização de lucros na segunda-feira.

O fluxo estrangeiro continuou dando suporte ao índice, impulsionando ações como as da Petrobras (PETR4) mesmo com a queda do petróleo no exterior. Ao investir no Brasil, o gringo costuma replicar o principal índice da bolsa, favorecendo os pesos-pesados da B3.

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Hoje, os investidores devem voltar as atenções para o balanço do quarto trimestre da Nvidia lá fora, visto como um importante termômetro do ciclo de investimentos em IA.

Além disso, o mercado repercute o discurso de Donald Trump na noite de ontem. Ele celebrou o que chamou de início de uma “era de ouro” nos EUA e adotou tom duro contra o Irã, acusando o regime de buscar o desenvolvimento de armas nucleares.

Ainda nos Estados Unidos, está previsto a fala de Thomas Barkin, membro do Federal Reserve (BC dos EUA), no qual os investidores buscarão novas pistas sobre o timing da flexibilização monetária.

Analistas globais também acompanham indicadores de inflação no Japão e na zona do euro, que influenciam as expectativas para a trajetória dos juros nas principais economias.

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As bolsas asiáticas fecharam em alta, com novos recordes no Japão e na Coreia do Sul, após o alívio das preocupações sobre os efeitos da inteligência artificial (IA), que haviam causado um estrago no começo da semana.

Os mercados europeus operam em alta, assim como os índices futuros de Wall Street.

Na temporada de resultados do quarto trimestre das empresas brasileiras, divulgam hoje: Americanas (AMER3), Cruzeiro do Sul Educacional (CSED3), Multilaser (MLAS3), JBS (JBSS3), Ser Educacional (SEER3) e Equatorial (EQTL3), além do Nubank (ROXO34) lá fora. Veja o que esperar do resultado do banco aqui.

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ESTRATÉGIA DO GESTOR 
O Ibovespa ficou caro demais? Gestores se mostram cautelosos e passam longe de Vale (VALE3) e Petrobras (PETR4); saiba onde eles estão investindo. Relatório do BTG mostra a mudança na percepção dos grandes investidores sobre o Ibovespa de novembro para fevereiro.

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ALERTA PERRENGUE 
Dossiê overtourism — ou 9 lugares para onde não ir em 2026. Redes sociais impulsionam o fenômeno que leva destinos antes pouco conhecidos a crises habitacionais e degradação ambiental. 

BALANÇO 4T25 
Mercado Livre (MELI34) tem lucro menor no 4T25, mas frete grátis ‘mostra a que veio’ no Brasil; veja os números. A plataforma registrou lucro líquido de US$ 559 milhões, abaixo das expectativas do mercado e 12,5% menor do que o mesmo período de 2024. No entanto, frete grátis impulsionou vendas no Brasil, mas fantasma não foi embora. 

NA BERLINDA? 
Minerva (BEEF3) ainda promete quase 30% de alta — mas XP decide ligar sinal amarelo antes do balanço do 4T25. Ação ainda vale o risco? Preço-alvo cai e corretora alerta para riscos crescentes no curto prazo; veja o que está em jogo no 4T25, segundo os analistas. 

GRANA EXTRA  
Americanas (AMER3) vai vender até R$ 468 milhões em imóveis e usar parte do valor para amortizar debêntures. Os debenturistas podem receber de R$ 94,9 milhões a R$ 174,2 milhões, segundo as regras, para a amortização ou resgate desses papéis.

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BALANÇO DA ANBIMA

Super-ricos compram títulos isentos e ações; mas, para o ‘povão’, os CDBs são a nova poupança — veja como investiram os brasileiros em 2025. O volume total de investimentos atingiu R$ 8,59 trilhões no ano passado, impulsionado pelo crescimento da alocação da alta renda.

DE MUDANÇA

Santander (SANB11) anuncia nova sede corporativa sustentável em São Paulo; projeto é desenvolvido pela GTIS Partners. Campus JK reunirá três torres corporativas interligadas e seguirá padrões internacionais de eficiência energética.

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CORRIDA TECNOLÓGICA

Meta escolhe a AMD para turbinar data center de IA e embala Wall Street; entenda o que está por trás do acordo de US$ 100 bilhões. O acordo marca um avanço importante da AMD na disputa direta com a Nvidia pelo domínio do mercado de GPUs voltadas ao boom da IA.

ESFRIOU NA BOLSA

Ação da dona da Brastemp cai mais de 14%: o que derrubou os papéis da americana Whirlpool (WHR)? Empresa de eletrodomésticos tem planos de recapitalização que chegam a US$ 800 milhões, mas não foram bem aceitos pelo mercado.

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IR 2026

Mudou-se para o exterior em 2025? Prazo de entrega da Comunicação de Saída Definitiva termina nesta sexta (27); veja como enviar. Quem se mudou do Brasil no ano passado tem até 27 de fevereiro para enviar documento que avisa a Receita Federal que contribuinte não é mais residente fiscal no país.

ECONOMIA EM MOMENTO INCERTO

A redução das tarifas de importação pelos EUA pode beneficiar as PMEs? Veja os cuidados que empreendedores devem tomar. Novas tarifas globais fixadas em 10% entraram em vigor nesta terça-feira (24) e podem estimular empresas brasileiras que desejam exportar para os Estados Unidos.

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COM A PALAVRA, ACCIOLY

Quem falhou no caso Banco Master? Presidente da CVM rebate críticas e fala em “alinhamento perverso” no mercado. Em audiência no Senado, João Accioly afirma que o problema não foi falta de ação da CVM, já que investigação já mirava o banco antes da crise explodir.

MUDANÇA DE ROTA

Vale a pena voltar para a Azul (AZUL53)? Bradesco BBI melhora recomendação após reestruturação bilionária. Banco eleva recomendação para neutra após reestruturação reduzir dívida, juros e custos de leasing; foco agora é gerar caixa e diminuir alavancagem.

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MUDANÇA NO CONTROLE

Quem é David Neeleman, fundador da Azul (AZUL53) que deixou de controlar a empresa e vive nova fase financeira. Reestruturação da Azul dilui participação do fundador, que segue no Conselho de Administração.

VALE DA ELETRÔNICA

Essa cidade do interior de Minas Gerais é reconhecida como modelo global de inovação. Cidade do interior de Minas Gerais ficou conhecida por ser o ‘Vale da Eletrônica’ no Brasil.

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NEM PRECISA DE BOLA DE CRISTAL

O pior da IA nas bolsas ainda está por vir: o alerta de Nassim Taleb e da Citrini Research que derrubou ações mercado afora. A casa de análise pouco conhecida destacou os riscos para vários segmentos da economia global; visão risco é compartilhada pelo papa do mercado financeiro.

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