O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Com as obras na sede da instituição ultrapassando o orçamento previsto, Trump encontrou um novo motivo para fazer investidas contra Powell
Donald Trump passou boa parte do primeiro ano de seu segundo mandato criticando a atuação do presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) Jerome Powell. E, ao que parece, as pressões do republicano estão cada vez mais fortes.
A autarquia recebeu, na última sexta-feira, 9, uma intimação do grande júri do Departamento de Justiça (DoJ, na sigla em inglês) dos Estados Unidos com o início de uma investigação de uma acusação criminal contra Powell.
A informação foi revelada pelo próprio presidente do Fed em um vídeo na noite de domingo (11). A investigação é o uso do dinheiro público na reforma do prédio sede do Fed.
Na avaliação de Powell, a ameaça de acusação criminal faz parte de uma campanha contínua do governo Trump contra sua gestão, que não tem cedido às pressões por cortes mais intensos de juros. Ele ainda revelou que a ação diz respeito a seu testemunho prestado no Senado dos Estados Unidos em julho passado, a respeito do projeto de renovação do edifício do Fed.
As bolsas em Nova York abriam em queda, reagindo à notícia em queda. Por volta das 11h35 (horário de Brasília), o Dow Jones caía 0,76%, o S&P 500 recuava 0,6% e o Nasdaq tinha baixa de 0,08%.
A investigação criminal contra Powell é referente à reforma de US$ 2,5 bilhões na sede do banco central em Washington, D.C., e ao depoimento do presidente do Fed ao Congresso sobre as obras no prédio.
Leia Também
O processo vem à tona quase seis meses depois que a deputada Anna Paulina Luna, republicana da Flórida, disse pela primeira vez que havia encaminhado a denúncia contra Powell ao DoJ.
Na ação, a deputada indicou possíveis crimes de perjúrio e declarações falsas a autoridades federais em conexão com seu depoimento sobre o projeto de reforma da sede do Fed.
"Expliquei, em detalhes, como Jerome Powell mentiu sob juramento ao Congresso e deturpou fatos em comunicações oficiais para altos funcionários do governo, incluindo o diretor do OMB, Russell Vought", disse Luna em um tweet no domingo.
"Burocratas não eleitos não têm passe livre. É exatamente por isso que existe a supervisão, e sou grata ao DoJ que está levando isso a sério. Ninguém está acima da lei", completou.
Já um porta-voz do DoJ afirmou à CNBC: "A Procuradora-Geral instruiu seus procuradores dos EUA a priorizarem a investigação de qualquer abuso ds dinheiro dos contribuintes".
Powell enxerga na investigação mais uma investida da gestão de Trump contra a autoridade monetária norte-americana.
"A ameaça de acusações criminais é uma consequência do Federal Reserve definir taxas de juros com base em nossa melhor avaliação do que servirá ao público, em vez de seguir as preferências do presidente [Donald Trump]", afirmou.
Powell avaliou que as obras na sede da instituição são apenas pretextos para pressionar o Fed. "Não se trata do papel de supervisão do Congresso. O Fed, por meio de depoimentos e outras divulgações públicas, fez todo o possível para manter o Congresso informado sobre o projeto de renovação. Esses são pretextos".
Powell também acrescentou que a mais nova pressão sobre a autarquia trata sobre a capacidade do Fed de "continuar a definir taxas de juros com base em evidências e condições econômicas — ou se, em vez disso, a política monetária será dirigida por pressão política ou intimidação".
"Tenho profundo respeito pelo Estado de Direito e pela responsabilidade em nossa democracia. Ninguém, certamente não o presidente do Federal Reserve, está acima da lei, mas essa ação sem precedentes deve ser vista no contexto mais amplo das ameaças e pressão contínua da administração", afirmou.
Powell encerrou a sua declaração lembrando que serviu ao Federal Reserve sob quatro administrações, tanto republicanas quanto democratas. Em todos os casos, ele disse ter desempenhado suas funções sem medo ou favorecimento político, com foco exclusivo no mandato de estabilidade de preços e máximo emprego.
"O serviço público às vezes exige firmeza diante de ameaças. Continuarei a fazer o trabalho para o qual o Senado me confirmou, com integridade e um compromisso de servir ao povo americano", concluiu o presidente do Fed.
Trump repetidamente criticou Powell por o Fed não cortar as taxas de juros com a mesma rapidez que o presidente vem exigindo desde que retornou à Casa Branca em janeiro de 2025. Com as obras na sede da instituição ultrapassando o orçamento previsto, o presidente dos EUA encontrou um novo motivo para fazer investidas contra Powell.
Ainda em dezembro, Trump chegou a afirmar que estava pensando em entrar com uma ação contra Powell "por incompetência" sobre a reforma dos prédios da autarquia.
"Vai acabar custando mais de 4 bilhões de dólares. Maior preço de construção por pé quadrado na história do mundo", avaliou. O republicano também disse que "adoraria demiti-lo".
Mas o presidente disse à CNBC no domingo que as intimações do DoJ não têm nada a ver com taxas de juros. "Não. Eu nem pensaria em fazer dessa forma. O que deveria pressioná-lo é o fato de que as taxas são altas demais. Essa é a única pressão que ele tem", disse Trump.
Ele ainda afirmou: "não sei nada sobre isso. Mas ele certamente não é muito bom no Fed, e não é muito bom em construir prédios", disse Trump ao veículo de imprensa.
*Com informações do Estadão Conteúdo e CNBC.
O financiamento imobiliário exige planejamento por representar décadas de dívidas e a organização de documentos é a primeira etapa; veja o que é preciso ter em mãos
Filho mais velho de FHC foi nomeado como curador provisório do pai, que sofre em grau avançado da doença de Alzheimer
Mais conectado, mais desconfiado e com menos paciência: o brasileiro digital não perdoa erro, demora ou taxa surpresa
O montante, anunciado em março deste ano, será direcionado a empresas consideradas estratégicas ou afetadas por choques externos
Depois de acumular pela 2ª vez na semana, prêmio da Lotofácil cresce, mas nem faz cócegas nas estimativas para os próximos sorteios da Quina, da Timemania e da Mega-Sena, que também ocorrem hoje (16)
Romi (ROMI3), Usiminas (USIM5) e Assaí (ASAI3) dão o pontapé na temporada, e Ruy Hungria, analista da Empiricus Research, conta o que esperar dos resultados do primeiro trimestre
Pagamento do Bolsa Família segue calendário por NIS, garante valor mínimo de R$ 600 e pode incluir adicionais
No mesmo dia de Tiradentes, alguns estados também celebram feriados locais
Reajuste do Gás do Povo pode chegar a R$ 10, de acordo com o ministro do Planejamento e Orçamento
No Touros e Ursos desta semana, André Loes, economista-chefe da Vivest, fala sobre porque essa conta não fecha e o peso desse descolamento nas eleições de 2026
Governo paulista adia de novo a cobrança automática do pedágio eletrônico em rodovias no interior de SP, incluindo a Castello Branco e a Raposo Tavares
Proposta mantém salários, amplia descanso e abre novo embate com setor produtivo
Pagamentos do abono salarial Pis/Pasep serão feitos via Caixa Econômica Federal ou Banco do Brasil nesta quarta-feira (15)
Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na rodada de terça-feira, 14 de abril. Além da Mega-Sena, a Quina, a Dia de Sorte e a Timemania também acumularam.
Pagamento do Bolsa Família segue calendário por NIS, garante valor mínimo de R$ 600 e pode incluir adicionais
Até o momento, Anvisa recebeu pedidos de registro de 16 medicamentos à base de semaglutida e de sete que têm liraglutida como princípio ativo
Enquanto os brothers do BBB26 ainda entregam conteúdo, Globo já está de olho no BBB27
Lance inicial teto do leilão do Detran-Sp é de um Renault Logan Dyna, modelo 2016, por 7 mil reais
Prêmio em jogo na Lotofácil dispara depois de acúmulo em concurso com final zero, mas Mega-Sena, Quina e Timemania pagam valores maiores nesta terça-feira (14).
Com o Brasil como exportador líquido, alta do petróleo impulsiona a balança comercial e leva BTG a revisar projeções para até US$ 90 bilhões