🔴 AINDA É POSSÍVEL MULTIPLICAR UM INVESTIMENTO POR 270 VEZES COM CRIPTOMOEDAS? – DESCUBRA AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

PRESSÃO DIGITAL

Caso Master: avalanche de críticas ao Banco Central entra na mira da PF e levanta suspeita de pressão coordenada

Pico de publicações e abordagem a criadores de conteúdo levantam alertas sobre pressão digital após a liquidação do Banco Master

Fachada do Banco Master.
Fachada do Banco Master. - Imagem: Divulgação Banco Master

O que começou como uma sequência de críticas nas redes sociais ao Banco Central, logo após a liquidação do Banco Master, passou a chamar a atenção das autoridades. Agora, o episódio pode ganhar contornos policiais. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A Polícia Federal analisa se houve uma atuação coordenada para pressionar autoridades e instituições envolvidas no processo de liquidação do banco — movimento que pode resultar na abertura de um novo inquérito. A informação foi divulgada pelo Estadão. 

Neste momento, investigadores da PF conduzem uma análise preliminar para organizar dados, cruzar informações e produzir um relatório técnico.  

É esse documento que vai embasar a decisão sobre a existência ou não de indícios suficientes de crime para justificar a abertura formal de uma investigação. 

A apuração ocorre em paralelo a outro inquérito já em andamento, que trata de suspeitas de crimes financeiros relacionados à tentativa de venda do Banco Master ao Banco de Brasília (BRB).  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A ofensiva digital após a liquidação do Banco Master 

Pouco antes da virada do ano, instituições e autoridades diretamente envolvidas no processo de liquidação passaram a ser alvo de uma ofensiva intensa nas redes sociais.  

Leia Também

PRÊMIOS DE CONSOLAÇÃO

Mega-Sena 3070 encalha e prêmio sobe para R$ 170 milhões; Lotofácil e outras loterias também acumulam

REDUÇÃO DA JORNADA

Senado aprova PEC que acaba com escala 6×1 e reduz jornada semanal para 40 horas

Segundo o Broadcast, o volume e o tom das publicações chamaram a atenção pela simultaneidade e pela convergência de argumentos. 

Os conteúdos colocavam em xeque a credibilidade de órgãos como o Banco Central e a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), questionavam a decisão do BC e ecoavam críticas à liquidação do banco — que segue sob análise do Tribunal de Contas da União (TCU). 

Embora nomes como Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central, e Isaac Sidney, presidente da Febraban, tenham aparecido em algumas menções, o foco principal dos ataques foi Renato Dias Gomes, então diretor de Organização do Sistema Financeiro e de Resolução do BC. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Foi ele quem assinou o veto à proposta de compra do Banco Master pelo BRB — decisão considerada central para o desfecho do caso. 

Pressão sobre o Banco Central ganha força na internet 

A escalada digital não se deu de forma espontânea, ao menos segundo relatos colhidos pelas autoridades. Alguns influenciadores afirmaram publicamente ter sido procurados para criticar o Banco Central e defender o Banco Master. 

Não demorou para que postagens com esse tipo de abordagem começassem a circular. Um levantamento da Febraban mostra que o pico da mobilização ocorreu em 27 de dezembro, quando foram registradas 4.560 publicações sobre o tema em um único dia. 

Dois influenciadores dizem ter recusado as propostas. Um deles é o vereador de Erechim, Rony Gabriel. A outra é a influenciadora Juliana Moreira Leite. Ambos relataram abordagens com o objetivo de produzir conteúdo crítico ao Banco Central. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Rony Gabriel afirma que foi procurado em 20 de dezembro por uma empresa que se apresentou como especializada em “gerenciamento de reputação para um grande executivo”. Segundo o vereador, a proposta envolvia a produção de vídeos para seus perfis nas redes sociais defendendo a tese de que o Banco Master seria “vítima do Banco Central”. 

De acordo com o relato, a empresa buscava recrutar perfis alinhados à direita, sob o argumento de uma disputa política “contra o sistema”, envolvendo “esquerda e Centrão”. O projeto teria o nome de DV — iniciais de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. 

Ainda segundo Gabriel, foi enviado um contrato de confidencialidade que previa multa de R$ 800 mil em caso de descumprimento.  

Somente após a assinatura do termo teria ocorrido uma reunião remota em que foram detalhadas as diretrizes do conteúdo: vídeos questionando a rapidez da liquidação e sugerindo a abertura de apurações no TCU contra o Banco Central, segundo Gabriel. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os valores oferecidos pela produção dos conteúdos não foram divulgados. 

Agora, cabe à Polícia Federal avaliar se essa movimentação ultrapassou os limites da liberdade de opinião e entrou no campo de ações coordenadas. 

*Com informações do Estadão Conteúdo. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Mega-Sena é o carro-chefe das loterias da Caixa. 13 de outubro de 2026 - 7:19
calendário, agenda, economia 12 de outubro de 2026 - 18:00
Celular com homem usando plataformas de apostas online 12 de outubro de 2026 - 14:15
Robert E. Hall e Michael Woodford Ill, vencedores do Nobel de Economia de 2026. Foto: Ilustração de Niklas Elmehed para a Fundação Nobel 12 de outubro de 2026 - 9:06
10 de outubro de 2026 - 15:05
Eduardo Bolsonaro 8 de outubro de 2026 - 16:53
7 de outubro de 2026 - 17:52
Imagem mostra uma mão plantando uma semente na terra e pequenas mudinhas que vão crescendo. Há gráficos de ações que indicam alta no investimento 7 de outubro de 2026 - 12:03
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar