Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
TRÉGUA NOS JUROS?

Selic pode cair mais em 2026? BTG Pactual revisa projeção, mas mantém cautela com inflação e dólar

Banco vê melhora marginal no balanço de riscos para a inflação, mas mantém IPCA acima da meta em 2026 e 2027

Tesoura rosa corta a Selic, taxa básica de juros
Selic - Imagem: IA/ChatGPT

O BTG Pactual mudou a rota para a política monetária brasileira. Depois de projetar, até o mês passado, que o Banco Central encerraria o ciclo de cortes com a Selic em 14,25% ao ano, o banco agora espera mais dois cortes de 0,25 ponto percentual neste segundo semestre.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Com isso, a nova estimativa do BTG é de uma Selic a 13,75% ao fim de 2026.

A revisão aparece no relatório macroeconômico de julho e reflete uma combinação um pouco menos desfavorável para o Banco Central: o ambiente externo ficou menos pressionado pela alta do petróleo, enquanto a atividade econômica doméstica começa a dar sinais de perda de fôlego.

“O balanço de riscos para a inflação melhorou marginalmente”, afirmam os economistas do banco. Ainda assim, o BTG evita qualquer tom de virada mais forte.

Na avaliação da equipe econômica, o espaço para queda dos juros continua limitado por uma lista conhecida de obstáculos: expectativas de inflação ainda desancoradas, mercado de trabalho resiliente, impulso fiscal e, principalmente, a perspectiva de juros mais altos nos Estados Unidos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O que abriu espaço para mais cortes na Selic

A principal mudança no cenário veio do exterior. Segundo o BTG, a queda recente dos preços do petróleo, após a redução das tensões no Oriente Médio, diminuiu a pressão sobre a inflação global e brasileira.

Leia Também

SEM ATRASO!

“PIX Pensão” é aprovado no Senado e amplia cobrança automática de pensão alimentícia; veja o que muda

FIM DAS FRAUDES

Pix restrito: BC quer restringir acesso de bancos com falhas de segurança

Esse alívio, ainda que parcial, dá ao Banco Central um pouco mais de margem para seguir reduzindo a Selic ao longo do segundo semestre.

Ao mesmo tempo, a atividade econômica brasileira começa a mostrar perda de força, o que também ajuda a justificar um ciclo um pouco mais longo de flexibilização monetária.

O banco, porém, ressalta que o movimento deve continuar gradual. A leitura é que a inflação segue resistente demais para permitir cortes mais agressivos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Dólar mais alto entra no radar

A revisão da Selic veio acompanhada de mudanças relevantes em outras projeções do BTG para a economia brasileira.

A principal alteração foi no câmbio. O banco elevou a estimativa para o dólar ao fim de 2026 de R$ 4,90 para R$ 5,40.

A mudança reflete a expectativa de fortalecimento da moeda americana diante de um Federal Reserve (Fed) mais duro e da possibilidade de novas altas de juros nos Estados Unidos.

Esse cenário ajuda a explicar por que, mesmo vendo espaço para mais cortes no Brasil, o BTG não espera uma flexibilização muito intensa da política monetária por aqui. Juros mais altos nos EUA tendem a manter a pressão sobre moedas emergentes, como o real.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Tesouro IPCA+ a 8%: o que está por trás da rentabilidade histórica | André Leite (TAG)

Inflação segue acima da meta

Apesar das mudanças na Selic e no câmbio, o BTG manteve suas projeções para a inflação.

A estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) permaneceu em 5,3% em 2026 e 4,5% em 2027. Mesmo com o alívio vindo do petróleo, os economistas avaliam que as expectativas de inflação continuam acima da meta e seguem exigindo cautela do Banco Central.

O banco também manteve a previsão de superávit comercial de US$ 85 bilhões tanto em 2026 quanto em 2027, sustentado principalmente pelo desempenho das exportações de petróleo, apesar da expectativa de preços menores para algumas commodities.

Contas públicas também pioram

O banco também ficou mais pessimista com a trajetória fiscal brasileira.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A estimativa para a dívida bruta passou a 81,6% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2026 e 85,8% do PIB em 2027. A revisão incorpora um câmbio mais depreciado e um cenário fiscal menos favorável.

Para a atividade econômica, o BTG manteve a projeção de crescimento do PIB em 2,0% em 2026, mas reduziu a expectativa para 2027, de 1,3% para 1,1%.

A mudança reflete os efeitos dos juros ainda elevados sobre a economia e a perspectiva de menor impulso fiscal no próximo ano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
JMEV Emova Easy, ou EV2. 7 de julho de 2026 - 11:20
6 de julho de 2026 - 15:21

DIA MUNDIAL DO CHOCOLATE

Marcas distribuem bombons feitos a mão de graça; veja endereços

6 de julho de 2026 - 15:21
Atafona 6 de julho de 2026 - 12:24
concurso ibge processo seletivo (1) ID da foto:525409577 6 de julho de 2026 - 11:14
Calendário com o foco nas datas do fim do mês e com o dia 31 circulado. Há moedas, papéis e calculadora sobre uma mesa 5 de julho de 2026 - 18:16
5 de julho de 2026 - 16:04
Prêmio da Mega-Sena 5 de julho de 2026 - 10:18
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar