🔴 É HORA DE SAIR DA DEFENSIVA: ESTES 10 ATIVOS PODEM MULTIPLICAR ATÉ 400x EM 12 MESES – CONFIRA

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

SELIC ALTA DEMAIS, BOLSA SEM LASTRO?

“Banco Central já deveria cortar a Selic em 0,25 p.p”, diz Felipe Guerra, da Legacy, que alerta para bolha na bolsa

Enquanto a Legacy defende corte imediato de 0,25 ponto nos juros, Genoa alerta para o risco de o Banco Central repetir erros do passado

Felipe Guerra, sócio-gestor da Legacy Capital
Felipe Guerra, sócio-gestor da Legacy Capital - Imagem: Divulgação

Enquanto o mercado praticamente joga a toalha para um corte de juros nesta reunião do Copom, Felipe Guerra, fundador e CIO da Legacy, vai na contramão. Para o gestor, o Banco Central já deveria iniciar o ciclo de afrouxamento agora — ainda que de forma tímida, com um corte de 0,25 ponto percentual na Selic, já nesta noite (28). 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Não é que a economia precise de juros caindo rapidamente para níveis abaixo da taxa neutra. Mas precisa de calibragem. O juro atual está muito alto”, afirmou Guerra durante um painel no evento do UBS. 

Para ele, há espaço — e justificativa — para um corte inicial de 0,25 ponto percentual, especialmente diante da recente valorização do real frente ao dólar. O comportamento do câmbio, segundo o gestor, deveria pesar mais na decisão de política monetária. 

“Historicamente, o Banco Central costuma ser mais lento e acaba reagindo depois. Mas hoje há espaço na mesa para começar a cortar. Um ajuste de 25 pontos-base seria adequado.” 

Nas contas de Guerra, esse movimento abriria caminho para um ciclo de cortes mais longo, que poderia somar até 450 pontos-base. Isso levaria a Selic para 10,5% ao ano, abaixo do patamar de cerca de 12% que hoje domina as projeções do mercado. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Com o cenário externo atual, o ajuste será inevitável para evitar que o Brasil se transforme em um polo excessivo de atração de fluxos financeiros”, disse. 

Leia Também

LCIs e LCAs

A crítica de André Esteves aos títulos isentos: ‘sou detentor, emito esses títulos, mas está simplesmente errado’

ALERTA DE PROMOÇÃO!

Leilão da Casas Bahia promete eletrodomésticos com até 75% de desconto; veja como participar

No mesmo painel, Andre Raduan, cofundador, sócio e portfolio manager da Genoa Capital, concordou que um corte de 0,25 ponto percentual não seria um absurdo, mas fez um alerta. 

Para ele, o Banco Central precisa evitar repetir o erro de 2023, quando acelerou demais o afrouxamento monetário e depois foi obrigado a voltar atrás. 

“Um corte hoje não seria maluquice. Mas sinalizar cautela e manter um ritmo mais consistente pode ser mais eficaz para ancorar expectativas”, afirmou. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na leitura de Raduan, uma manutenção da Selic agora, acompanhada de uma sinalização clara de corte em março, ajudaria a “segurar o ânimo da galera”. 

Selic caindo, bolsa subindo — e o investidor local de fora 

Apesar da perspectiva de queda dos juros no horizonte, Guerra mantém uma postura cautelosa em relação à bolsa brasileira. Pelo menos por enquanto, a Legacy prefere ficar à margem do mercado de ações locais. 

Na visão do gestor, eleições, ruídos institucionais e debates políticos internos têm peso secundário neste momento. 

A lógica, segundo ele, é simples: o fluxo estrangeiro manda. “Estamos tentando pensar como gringo. E a regra é nunca ficar contra o fluxo. Se você vê dinheiro entrando, ou fica fora ou entra junto na bolha — sabendo que precisa sair quando ela estourar.” 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O que realmente importa agora, segundo Guerra, é o comportamento das commodities, dos juros globais e do apetite ao risco lá fora.

É nesse ponto que Guerra vê sinais de alerta. Para ele, há um “quê de bolha” na bolsa brasileira — ainda que isso, por si só, não seja um gatilho imediato para sair do mercado.

“Não significa que seja hora de vender. O fluxo estrangeiro é avassalador. Se os caras quiserem comprar ações, os múltiplos sobem mesmo sem lastro ou fundamento.”

O risco, segundo o gestor, está na dependência excessiva desse capital, enquanto o investidor local segue de fora da bolsa brasileira. “Se o estrangeiro pausar por alguns dias, a bolsa pode tombar rapidamente”, acrescentou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Diante desse cenário, a Legacy prefere manter posições vendidas em dólar contra o real, aproveitando o carrego do câmbio, e aplicadas em juros nominais e reais — ou seja, apostando em uma queda maior das taxas do que aquela hoje precificada pelo mercado.

Já na Genoa, a gestora mantém cerca de 70% de sua posição otimista no câmbio, apostando na assimetria favorável da moeda brasileira.

“O câmbio oferece uma assimetria positiva. Mesmo em um cenário de continuidade do governo atual, o carrego dos juros elevados protege a posição”, afirmou Raduan.

Diferentemente da Legacy, porém, a Genoa mantém um viés comprado em bolsa brasileira.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“A bolsa parece cara, mas não diria que é um fluxo totalmente maluco, porque os ativos globais em geral estão inflados por políticas expansionistas de dívida. Qualquer fluxo que saia dos EUA em direção aos emergentes é uma fortuna para o mercado brasileiro. Não acredito que esteja em vias de acabar”, disse o gestor.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Aplicativo de IA de internet de ícones de inteligência artificial, ChatGPT, da OpenAi 13 de setembro de 2026 - 18:03
Imagem feita com inteligência artificial. Notas de dinheiro e moedas e, ao fundo, prédios em São Paulo 13 de setembro de 2026 - 14:35
Chuva pode baratear preço da energia elétrica, mas cenário pode mudar até 2027 12 de setembro de 2026 - 10:30
Em um fundo que traz uma montagem com cédulas e gráficos, Roberto Padovani, economista-chefe do Banco BV, aparece do lado direito usando blazer azul e camisa branca. Do lado esquerdo, a pergunta: Por que os juros não caem? 11 de setembro de 2026 - 17:32
lotofácil da independência 11 de setembro de 2026 - 9:45
Imagem gerada por inteligência artificial mostra muitos condôminos discutindo em um condomínio com diversas torres de prédios. Ao fundo, há ainda uma churrasqueira e uma piscina 10 de setembro de 2026 - 12:35
Botijões de gás de cozinha do programa Gás do Povo em destaque, com identidade visual do governo federal, representando benefício social para recarga gratuita de gás de cozinha destinado a famílias de baixa renda. 10 de setembro de 2026 - 9:01
Bomba de combustível diesel e gasolina 9 de setembro de 2026 - 19:15
Chuva forte em São Paulo 9 de setembro de 2026 - 16:02
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar