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PARA ONDE VAI O SETOR?

Apartamentos de até 40 metros, foco em investidores e moradia como serviço: pesquisa mostra o que está na mira das incorporadoras

Apesar do receio com os juros altos e custos de insumos, a maioria das incorporadoras tem planos para lançar imóveis neste ano; quais são as tendências?

profissão imóveis
(Imagem: Freepik) -

“A moradia deixa de ser imóvel e vira serviço”. É isso que mostra uma pesquisa de tendências para o setor imobiliário realizada pela Housi, plataforma de moradia por assinatura. As incorporadoras sinalizaram alguns movimentos que estão na mira neste ano: apartamentos compactos, construções para investimentos e comodidades dentro dos condomínios.

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A pesquisa foi realizada com 352 profissionais do setor imobiliário, sendo 105 sócios, fundadores, CEOs e diretores de incorporadoras.

Um dos focos das incorporadoras, segundo o estudo, é o público investidor. Cerca de 69% das empresas têm parte dos lançamentos direcionados para investimentos.

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Para se ter ideia, um quarto das incorporadoras reservam mais da metade dos imóveis lançados para quem deseja ter uma outra fonte de renda.

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Esse público-alvo coincide com uma tendência que já tem sido vista nas grandes cidades: os apartamentos menores.

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A sócia-fundadora da Housi, Roberta Faria, enxerga uma mudança nos comportamentos de consumo. Para ela, a demanda por moradia compacta deixou de ser um nicho para se tornar uma necessidade devido a questões comportamentais, econômicas e regionais.

Nesse sentido, 41,1% dos lançamentos que estão no radar das incorporadoras devem ter, no máximo, 40 metros quadrados — conhecidos como studios. Em seguida, estão os apartamentos médios, de até 80 metros quadrados, com 29,8% dos planos das empresas.

Além disso, os participantes do estudo indicam que os imóveis mais compactos têm recebido protagonismo por entregarem três principais fatores: tíquete menor, alta liquidez e eficiência operacional.

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Condomínios com serviços estão no radar

Em linha com as moradias mais compactas e o foco em investimentos, a busca por comodidade se torna uma das prioridades nos imóveis.

A pesquisa diz que a parte física do imóvel se tornou apenas metade da equação do que os compradores procuram. A outra metade é focada em operação, experiência e serviço.

Cerca de 52,9% dos entrevistados acreditam que os moradores tendem a buscar moradias mais flexíveis e com serviços inclusos, como coworking, minimercado, academia, lavanderia e espaço multiuso.

As incorporadoras também enxergam a inovação como um fator de diferenciação que pode valorizar os empreendimentos.

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Nesse sentido, tecnologias como prédios inteligentes com gestão digital aparecem no topo de apostas do que mais pode impulsionar a valorização dos imóveis, com 20,3% das respostas.

Em seguida, em percentuais bem próximos, a pesquisa indica predição de rentabilidade para os investidores, serviços compartilhados como os já citados de coworking e lavanderias e segurança de acesso inteligente, com 17,7%, 16,6% e 16,2% das opiniões, respectivamente.

Quais desafios são observados pelo setor?

Mais de 85% das incorporadoras têm lançamentos previstos para 2026, mas as empresas não descartam riscos para o setor.

Os juros altos ainda são o principal fator de preocupação dos profissionais do mercado imobiliário. Para 61,5% dos entrevistados, a restrição de crédito é o grande desafio para os imóveis neste ano.

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Outros fatores de atenção são citados, como os custos dos insumos e mão de obra, medidas regulatórias, incertezas políticas em meio a um ano de eleições, a busca por terrenos bem localizados e o patamar de inflação.

Ainda assim, a executiva da Housi se mostra otimista com o cenário imobiliário neste ano. Para ela, “o Brasil está entrando em um novo ciclo do mercado de imóveis. Investidores, incorporadores e corretores que estiverem atentos às mudanças podem ter um ano bastante positivo”.

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