O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Para Anthropic, há uma nova preocupação além dos erros humanos: a vulnerabilidade dos sistemas contra ataques cibernéticos

Quando o assunto é inteligência artificial, há quem imagine que não aconteçam erros. Afinal, é para isso que ela foi desenvolvida. O problema é que, para que as IAs existam, elas ainda dependem de humanos — e humanos são conhecidos por errar.
No fim de março, a Anthropic, dona da IA Claude, divulgou por acidente um arquivo interno que continha partes do código fonte do modelo. Segundo a empresa de tecnologia, o erro não estava relacionado a um ataque, mas a um... erro humano.
A questão, por mais irônica que pareça, é preocupante para a companhia pois o grande risco do vazamento é a propriedade intelectual do seu principal produto.
Isso porque os concorrentes passaram a entender como a ferramenta foi construída e seu funcionamento.
Mas essa não foi a única novidade que originou do exposed da Anthropic.
Após a divulgação da notícia, a Anthropic confirmou e explicou sua mais nova iniciativa, o Project Glasswing, em parceria com empresas como a Amazon, Apple, Microsoft e Cisco System.
Leia Também
A ideia é dar o acesso a outras companhias de tecnologia a um modelo de inteligência artificial mais avançado, que ainda não foi lançado oficialmente. O diferencial da nova ferramenta é que ela ajudará na preparação contra possíveis ataques cibernéticos.
O Mythos tem como objetivo identificar falhas em seus produtos e compartilhar os resultados com outras empresas do setor.
Para a Anthropic, essa questão não é um problema individual, mas de toda a indústria. Ainda, eles argumentam que também é algo para que os governos devem olhar. A empresa já contatou autoridades dos Estados Unidos, mas não revelou quais agências.
E sua grande concorrente, a OpenAI, também identificou essa crescente preocupação com a segurança nos códigos-fontes. Por isso, a empresa de Sam Altman desenvolveu um programa piloto para colocar suas ferramentas “primeiro nas mãos de defensores”.
Até o momento, nenhuma das empresas pretende lançar as ferramentas ao público geral. Quem sabe assim, o feitiço não vire contra o feiticeiro — e o resto do mundo.
O PREÇO DA IDADE
RADAR DOS FIIS
CRISE NO COMÉRCIO BILATERAL
EMPERROU
CAMIL EM QUEDA LIVRE
SEM POSTO RUIM
TECNOLOGIA
VACAS MAGRAS
BANCO CENTRAL
DORMINDO NO PONTO
MAIS DESCANSO
Conteúdo Empiricus
ATENÇÃO TRABALHADORES
HORA DE COMPRAR?
ESTRELA QUE BRILHA SOZINHA?
MÁQUINA DE MILIONÁRIOS
DEPOIS DA CHUVA
Internet
TUDO PRONTO
TER OU NÃO TER