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No Brasil, a semana começa com a tradicional divulgação do Boletim Focus, para calibrar as apostas do mercado nacional

Enquanto o clima dos mercados esquenta após EUA e Irã não chegarem a um acordo, a próxima semana chegará carregada de indicadores. A publicação de dados e os conflitos no Oriente Médio prometem mexer com as expectativas de juros, atividade e fluxo global.
No Brasil, a semana começa com a tradicional divulgação do Boletim Focus, para calibrar as apostas do mercado nacional após dados surpreendentes de inflação que podem alterar, inclusive, a trajetória da Selic.
Na terça-feira (14), os investidores locais acompanham o desempenho do setor de serviços, seguido por uma quarta-feira mais encorpada: vendas no varejo e IGP-10.
O fluxo cambial, ainda no meio da semana, entra como peça-chave para entender o comportamento do dólar. Já na quinta-feira (16), o IBC-Br, que é considerado uma prévia do Produto Interno Bruto (PIB) do país, fecha o bloco doméstico com pistas sobre o ritmo da economia no início do ano.
Nos Estados Unidos, o cardápio é amplo e com forte peso para política monetária. Logo na terça-feira, o mercado acompanha o relatório ADP e o índice de preços ao produtor (PPI), que funcionam como um aquecimento para os dados de inflação.
Ao longo da semana, discursos de membros do Federal Reserve (Fed, banco central norte-americano) reacendem as apostas sobre os próximos passos do comitê acerca dos juros.
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Já na quarta-feira (15), o Livro Bege oferece uma leitura qualitativa da economia dos Estados Unidos, enquanto indicadores industriais e pedidos de seguro-desemprego, que serão conhecidos na quinta-feira (16), ajudam a completar o quebra-cabeça.
Dados do setor imobiliário e de atividade regional também entram na agenda econômica norte-americana, compondo um cenário que pode reforçar – ou desafiar – a narrativa de desaceleração gradual.
Na Europa, o destaque recai sobre inflação e atividade. A divulgação do índice de preços ao consumidor (CPI) da Zona do Euro e as atas do Banco Central Europeu devem orientar as expectativas para a trajetória de juros na região.
No Reino Unido, indicadores de PIB, produção industrial e falas de dirigentes do Banco da Inglaterra adicionam volatilidade ao noticiário.
Já na Ásia, o protagonismo é da China, com uma bateria robusta de dados na virada de quarta para quinta-feira. A agenda econômica chinesa contará com PIB do primeiro trimestre, produção industrial, vendas no varejo e taxa de desemprego.
Os indicadores oferecem uma visão abrangente sobre a segunda maior economia do mundo e, por tabela, sobre o apetite global por risco e commodities.
Já no Japão, os números de inflação ao fim da semana completam o panorama.
Para não ficar perdido na enxurrada de indicadores que serão divulgados na próxima semana, confira a lista abaixo, organizada por ordem de país.
SEGREDOS SUBTERRÂNEOS
AZEITE IMPRÓPRIO
PREÇO NAS ALTURAS
PRÊMIOS ACUMULADOS
O valor da escassez
CANSAÇO GLOBAL
VAI TER NO SUS?
HASTA LA VISTA, BABY
DINHEIRO DE VOLTA
JORNADA DE TRABALHO
ALERTA DE NOVOS MILIONÁRIOS
BOLA DENTRO
COMBATE AO CRIME
IR NA MIRA
MUDANÇA NA LEI
REI DAS BILHETERIAS
DISCUSSÃO EM PAUTA
NOVO DESENROLA BRASIL
REFINARIA