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Entenda por que os FIIs de lajes corporativas ainda não se recuperaram desde a pandemia, e se vale a pena investir agora que as cotas são negociadas com descontos

A vida do trabalhador nunca é simples. Durante a pandemia da covid-19 nossas reuniões eram interrompidas por nossos cachorros, gatos ou barulhos de construção, e fazíamos malabarismos para equilibrar a vida profissional e a pessoal.
Já hoje enfrentamos o trânsito, fila para esquentar a marmita no micro-ondas e restaurantes por quilo lotados. Temos até incongruências como reuniões pelo Teams ou Meets mesmo estando presencialmente no mesmo espaço, pela falta de salas de reuniões adequadas.
Aliás, quantos dias você tem de home office no seu trabalho? Se há seis anos passamos meses enclausurados em casa, hoje o trabalho totalmente remoto está cada vez mais raro, e o modelo híbrido é um benefício oferecido pelas empresas aos seus funcionários corporativos.
Com a maior procura pelos escritórios nos últimos anos, seria de se imaginar que os fundos que investem nesse nicho do mercado imobiliário estivessem valorizados. Porém, não é o que está acontecendo.
Os FIIs de lajes corporativas ainda não se recuperaram desde a pandemia, ainda que o valor de fundos com foco em shoppings, centros comerciais e até galpões logísticos esteja em alta.
A repórter Dani Alvarenga conversou com diversos analistas e gestores para explicar esse movimento. Ela diz também se vale a pena ou não investir nesses FIIs neste momento. Confira tudo nesta matéria aqui.
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Os mercados internacionais começam a semana sob pressão. Enquanto os governos dos EUA e do Irã ainda negociam o acordo final, o presidente Donald Trump voltou a ameaçar o país persa.
Ele afirmou, na rede social Truth Social, que poderá atacar "fortemente" Teerã caso seus aliados no Líbano — fazendo referência ao Hezbollah — não parem de "causar problemas".
Apesar das declarações realizadas ontem (21), os preços do petróleo amanhecem em queda. Os contratos futuros do Brent chegaram a cair mais de 1,50%.
Na Ásia, os investidores reagiram positivamente às negociações. Por lá, as bolsas fecharam o pregão desta segunda-feira (22) majoritariamente em alta, com novas máximas históricas no Japão e na Coreia do Sul.
Não é só a guerra que adiciona pressão nos mercados hoje. O primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, renunciou nesta manhã, abrindo caminho para que o país tenha o sétimo chefe de governo em pouco mais de uma década. Com isso, as bolsas europeias amanhecem sem uma direção única.
Em Wall Street, os índices futuros de Nova York iniciam o dia em queda, enquanto investidores aguardam a divulgação do índice de inflação PCE (Índice de Preços para Despesas com Consumo Pessoal).
Já por aqui, os holofotes se voltam para a divulgação da balança comercial. Nesta semana, investidores também estarão de olho na ata do Copom e no Relatório de Política Monetária, ambos divulgados amanhã.
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RESUMO
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MODO TURISTA
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SUSTO NA MADRUGADA
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