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Confira as principais movimentações do mercado de fundos imobiliários, que voltou do Carnaval “animado”
Os investidores voltam do Carnaval em ritmo de agito, mas, dessa vez, o rebuliço vem do mercado financeiro. Os fundos imobiliários (FIIs) fecham a primeira semana pós-folia com uma série de movimentações de peso.
Após o Tellus Rio Bravo (TRBL11) disparar 12% com a locação de um imóvel que foi alvo de disputa com os Correios, outros cinco FIIs anunciaram operações que estão sendo digeridas pelos investidores nesta manhã.
Para você ficar bem-informado sobre tudo o que está rolando no mercado imobiliário, o Seu Dinheiro reuniu as principais movimentações do dia. Confira:
O RBVA11 anunciou a venda de um imóvel localizado em São Gonçalo (RJ), que está locado ao Santander.
Segundo fato relevante divulgado nesta manhã (20), o valor total da operação foi de R$ 7 milhões, 5,3% acima do montante avaliado para o ativo atualmente.
O pagamento foi dividido em uma parcela de R$ 4 milhões à vista, recebida no fechamento da venda, e 20 parcelas mensais consecutivas e fixas.
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O RBVA11 informou que a transação não teve ganho de capital contábil, mas “contou com retorno econômico positivo”. A Taxa Interna de Retorno (TIR) da operação foi de 10,65% ao ano, durante o período de 13 anos.
Essa é a 30ª venda do RBVA11 e a terceira realizada na região, marcando a saída definitiva do FII da cidade.
“É um movimento estratégico que permite concentrar os investimentos em praças que consideramos mais promissoras para o portfólio”, disse a Rio Bravo, gestora do fundo imobiliário em documento.
O RVBA11 vem reduzindo a participação de bancos em sua carteira de inquilinos, buscando uma maior diversificação. Vale lembrar que o FII nasceu como um fundo imobiliário 100% de agências bancárias.
Desde 2019, o fundo já vendeu 30 imóveis, totalizando R$ 291,8 milhões, com lucro acumulado de R$ 95,8 milhões.
“Buscamos desinvestir de regiões onde não vemos mais potencial de longo prazo, ao mesmo tempo em que fortalecemos a geração de caixa para melhorar a estrutura de capital do RBVA11”, disse a gestora.
As bolsas locais já estavam fechadas ontem (19) quando o fundo imobiliário Bluemacaw Logística (BLMG11) anunciou o lançamento de um programa de recompra de cotas, com início naquele mesmo dia.
Por isso, os investidores estão digerindo a informação nesta manhã. Por volta das 10h50, as cotas do FII caíam 0,83%, a R$ 34,61. Já no pregão de ontem, o BLMG11 encerrou o dia com alta de 1,39%, a R$ 34,90.
De acordo com o documento divulgado, a iniciativa permitirá a aquisição de até 467.454 papéis, o que equivale a 10% do total de cotas emitidas atualmente.
As recompras serão feitas no mercado organizado da bolsa de valores (B3), desde que o preço seja inferior ao valor patrimonial da cota do FII no dia anterior à transação.
Pelas regras definidas, o programa terá duração de 12 meses, com término previsto para 19 de fevereiro de 2027, sendo que todos os papéis adquiridos serão posteriormente cancelados.
Segundo a gestão do BLMG11, o objetivo da operação é utilizar recursos disponíveis em caixa para maximizar a geração de valor aos cotistas.
Entre empresas listadas na B3, a prática de recompra já é comum. Companhias abertas costumam recorrer a esse tipo de programa quando consideram que suas ações estão descontadas, como forma de sinalizar confiança aos investidores.
Porém, a recompra de cotas por fundos imobiliários e fiagros é algo mais recente: passou a ser autorizada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) somente em maio de 2025.
Além do BLMG11, o fundo imobiliário Mérito Desenvolvimento I (MFII11) também fez um anúncio ao mercado após o fechamento de ontem. O FII divulgou que firmou uma proposta para a aquisição de um terreno localizado no bairro Vila Ré, na Zona Leste de São Paulo.
Segundo o comunicado divulgado ao mercado, o espaço possui uma área total de 1.500 metros quadrados. Estudos de implantação e mercado indicam a viabilidade da construção de um edifício multifamiliar residencial, com um total de 240 unidades.
A Mérito Investimentos, gestora do fundo, estima que o projeto possa alcançar um Valor Geral de Vendas (VGV) de aproximadamente R$ 58 milhões, embora tenha informado que não espera impactos relevantes nos rendimentos no curto prazo.
Com pouco mais de 32,4 mil cotistas na B3, o MFII11 tem uma estratégia voltada a empreendimentos residenciais principalmente ligados ao Minha Casa Minha Vida (MCMV).
O programa habitacional do governo federal tem impulsionado os resultados da construção civil, especialmente desde a criação da chamada faixa 4, voltada para famílias com renda mensal de até R$ 12 mil.
Em 2025, o FII lançou quatro projetos que somaram mais de R$ 300 milhões em VGV, distribuídos em 693 lotes e 797 apartamentos para comercialização. Todos os apartamentos estão enquadrados no MCMV.
O Carrefour anunciou na quinta-feira (19) a venda de 22 imóveis a fundos imobiliários, e teve quem achasse que parte desses ativos tinha ido parar no portfólio do Guardian Real Estate FII (GARE11), que chegou a adquirir 15 empreendimentos da varejista em 2024.
Porém, dessa vez, a operação foi um pouco mais complexa, sendo estruturada fora do mercado de capitais.
A gestora Guardian de fato adquiriu 15 destes imóveis, mas foi por meio da criação de um FII cetipado, o Guardian Oportunidades Varejo, direcionado a investidores institucionais.
Além disso, a transação contou com emissão de Certificado de Recebíveis Imobiliários (CRI) pré-fixado para financiar parte da aquisição.
No total, a aquisição dos 15 ativos custou R$ 679 milhões ao fundo cetipado, no qual o GARE11 possui uma participação minoritária, segundo fontes.
Já as outras sete lojas da varejista foram vendidas para a TRX Investimentos, por aproximadamente R$ 296 milhões. Consultada pelo Seu Dinheiro, a gestora não informou qual de seus FIIs passará a deter os imóveis.
Mesmo após as vendas, o Carrefour continuará ocupando os imóveis por meio de contratos de sale and leaseback — modelo em que o proprietário vende o espaço, mas permanece como locatário.
Os contratos têm prazo de 15 anos, com duas opções de renovação de cinco anos exercíveis por iniciativa do Atacadão, rede de atacarejo da companhia.
Segundo o Carrefour, a operação gerou um ganho de capital de cerca de R$ 100 milhões, reconhecido como receita não recorrente no seu balanço de 2025.
*Com informações do Money Times.
Após a compra, o fundo passará a ter 114 imóveis em carteira, com presença em 17 estados e uma ABL de aproximadamente 1,2 milhão de metros quadrados
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