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Em meio a incertezas políticas e sobre juros, BTG Pactual vê utilities como o melhor setor e lista empresas de saneamento e energia com potencial
O ano de 2026 começa sob um céu carregado de incertezas para as ações brasileiras. No tabuleiro geopolítico, as incertezas seguem empilhadas. No campo eleitoral, o mercado ainda não sabe sequer quem serão os candidatos — quanto mais quem vencerá a disputa. E, na política monetária, a pergunta deixou de ser apenas quando e quanto os juros vão cair: agora, o debate também passa pelo se.
Nesse ambiente de ruído elevado e visibilidade reduzida, há um setor que parece melhor equipado para atravessar a turbulência — e, mais do que isso, surfar a volatilidade. Para o BTG Pactual, 2026 tem tudo para ser o ano das utilities, o setor de serviços básicos.
“Em termos relativos, o setor de serviços básicos ainda parece mais interessante do que a maioria dos outros setores”, diz o banco, em relatório.
Mesmo após um desempenho robusto e com prêmios de risco historicamente mais apertados, o BTG segue vendo as utilities como um dos setores mais defensivos e consistentes da bolsa brasileira — especialmente em um ano em que a previsibilidade deve continuar em falta.
“É um dos melhores lugares para investir em ações brasileiras”, afirmam os analistas.
Na avaliação do banco, o apelo do setor vem da combinação de fundamentos sólidos e menor exposição ao ciclo político de 2026.
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Em um cenário de juros potencialmente mais baixos, mas ainda cercado de incertezas eleitorais, essa equação ganha peso e torna o setor “bastante atraente em termos relativos”.
Isso não significa, porém, que os preços ainda estejam tão convidativos quanto há um ano. Os analistas reconhecem que o valuation já não é mais tão barato.
Por isso, a estratégia passa a privilegiar liquidez, qualidade e seletividade — três atributos essenciais para atravessar um ano que promete ser volátil para a renda variável brasileira.
O BTG destaca três nomes com potencial de se destacar em 2026, impulsionados por gatilhos específicos ao longo do ano: Eneva (ENEV3), Copasa (CSMG3) e Sanepar (SAPR11).
Para os analistas, o trio deve apresentar o melhor desempenho na bolsa neste ano. “Entendemos que essas companhias podem passar por revisões positivas de valuation devido a eventos específicos que podem ocorrer ao longo do ano”, diz o banco.
Para além dos gatilhos de curto e médio prazo, o BTG acredita que as teses de carrego — aquelas pensadas para atravessar ciclos e gerar valor ao longo do tempo — seguem intactas.
Nesse grupo, o banco destaca preferência por Sabesp (SBSP3), Equatorial (EQTL3) e Copel (CPLE6).
“São vencedoras de longo prazo, com risco de queda e volatilidade limitados, além de oferecerem oportunidades interessantes de alocação de capital”, afirmam os analistas.
Cada uma dessas empresas carrega seus próprios vetores de crescimento, com boas oportunidades de alocação de capital em 2026.
A Sabesp, por exemplo, está no centro do projeto Universaliza SP, que envolve novas concessões no estado de São Paulo, além de ser vista como potencial interessada em uma eventual oferta pela Copasa, possivelmente em parceria com a Equatorial.
A Copel, por sua vez, pode se beneficiar do Leilão de Capacidade, previsto para março de 2026. Já a Equatorial segue ativa na busca por oportunidades tanto no saneamento quanto na distribuição de energia — com expectativa de aumento no ritmo de fusões e aquisições.
Já do lado de geração de energia, o BTG avalia que é difícil imaginar uma nova rodada de expansão de múltiplos tão expressiva quanto a já observada na Axia Energia (AXIA3), antiga Eletrobras. Ainda assim, há espaço para ganhos adicionais, especialmente se os preços de energia se mantiverem elevados em 2026.
"Mais um ano de preços spot elevados e melhorias na governança dos preços spot [à vista] podem levar os investidores a esperar preços ainda mais altos”, afirmou o banco.
Outras companhias também aparecem como potenciais beneficiárias desse cenário, como é o caso da Auren (AURE3).
Mas aqui o banco faz uma ressalva importante: o curto prazo ainda deve ser desafiador para a maioria das geradoras, já que muitas não dispõem de energia descontratada para vender neste ano.
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