🔴 É HORA DE SAIR DA DEFENSIVA: ESTES 10 ATIVOS PODEM MULTIPLICAR ATÉ 400x EM 12 MESES – CONFIRA

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

ISENÇÕES NA MIRA

Pente fino dos impostos chega nas deduções de despesas médicas no Imposto de Renda — Hugo Motta defende criação de teto

O presidente da Câmara dos Deputados participou de evento nesta segunda-feira (9) e falou sobre as pautas do Congresso para os próximos dias

Presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, em participação no evento Agenda Brasil - Imagem: Reprodução/YouTube

Deu a louca no governo, e o pente fino dos impostos está a todo vapor. O debate sobre a compensação do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) respingou para todos os lados e chegou na reforma do imposto de renda que deverá ser analisada pelo Congresso no âmbito da proposta de ampliação da isenção de IR para pessoas que ganham até R$ 5 mil por mês. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo Hugo Motta (Republicanos/PB), presidente da Câmara dos Deputados, há espaço para se considerar mais revisões de privilégios dentro dessa proposta, para conseguir um resultado mais estruturante, e menos paliativo. 

No evento “Agenda Brasil”, nesta segunda-feira (9), Motta defendeu a discussão sobre a questão da moléstia grave e a criação de um teto para despesa de saúde

“Não é justo o modelo de dedução integral que temos hoje. Pessoas que se tratam com médicos particulares conseguem deduzir tudo do IR, enquanto o cidadão na ponta não tem nem médico na unidade básica de saúde que ele se trata. É justo o governo financiar [a saúde particular] dessa forma? Me parece que não”, disse no evento.

Motta também criticou a isenção dobrada para pessoas com mais de 65 anos e sugeriu a criação de uma avaliação com base na aposentadoria paga pelo INSS e não um benefício geral, como o atual. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O parlamentar afirma que a reforma do imposto de renda precisa ser estruturante e eficiente do ponto de vista fiscal, para que o governo não entre em um ciclo vicioso de ter que voltar para aprovar pequenas medidas porque as contas não fecham. 

Leia Também

ELEIÇÕES 2026

Afastamento na PF, silêncio de Lula e reação dos presidenciáveis: o resumo político do dia

ELEIÇÕES 2026

Após crise no STF: Flávio Bolsonaro e Augusto Cury passam numericamente o presidente pela primeira vez, mostra pesquisa BTG Pactual/Nexus

Os tópicos levantados, entretanto, são sugestões do parlamentar que ainda devem ser debatidas no Congresso Nacional. 

  • LEIA TAMBÉM: Ferramenta te mostra uma projeção de quanto é necessário investir mensalmente na previdência privada. Simule aqui

Entretanto, o presidente da Câmara salientou que é urgente que se fale desses temas difíceis, pois o país estaria à beira da ingovernabilidade. 

“Qualquer presidente que entrar em 2026 terá que dar um choque nessa situação, porque não é possível administrar o país da forma que está. O que está em jogo é o futuro do país e tem que colocar o dedo nessa ferida. Uma solução mágica não vai acontecer”, afirmou, em referência às contas públicas e aumento dos gastos obrigatórios. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Títulos isentos de imposto na mira 

Na noite de ontem (8), o governo federal anunciou que pretende cobrar um imposto de 5% sobre títulos que eram anteriormente isentos, como as Letras de Crédito Imobiliário (LCIs) e as Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs), para compensar o recuo nos aumentos de alíquotas para o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). 

Não ficou claro pelas falas do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, se essa nova alíquota seria aplicada apenas nas emissões bancárias de LCIs e LCAs

Porém, nesta segunda-feira (9), Hugo Motta foi mais claro sobre o assunto: Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) e do Agronegócio (CRAs) também devem ser tributados em 5%. 

A informação foi confirmada durante o evento, entretanto, debêntures incentivadas e FI-Infra — que investem nas debêntures — não foram mencionados. Ainda assim, apurações de veículos de imprensa junto a fontes do governo confirmaram que estes ativos, hoje isentos, também passariam a ser tributados em 5%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo o presidente da Câmara, a proposta é de manter o incentivo, porém, por meio de uma alíquota menor do que a de outros títulos. 

Motta não se aprofundou no assunto. Em sua fala, disse que o governo ainda irá entregar o texto final da medida provisória e que os deputados e senadores irão debater os tópicos que estão ali. 

“Não há, por parte do Congresso, compromisso de aprovar essas medidas que vêm na MP. Vamos analisar cada um dos tópicos”, disse Hugo Motta no evento. 

O presidente da Câmara afirmou que essa MP do governo será enviada apenas para cobrir, do ponto de vista contábil, os R$ 20 bilhões de arrecadação que foram calculados para serem obtidos por meio do aumento da alíquota do IOF. Segundo Motta, a intenção é não perder esse valor por meio de mais contingenciamento de gastos. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva em pé, de frente a um púlpito, com bandeira do Brasil atrás. 3 de setembro de 2026 - 19:03
O ministro Alexandre de Moraes aparece sentado, olhando para o lado, com cara de poucos amigos. 3 de setembro de 2026 - 13:41
banco master pesquisa atlasintel bloomberg 2 de setembro de 2026 - 19:46
alexandre de moraes daniel vorcaro 1 de setembro de 2026 - 19:41
shein e temu varejistas chinesas china e-commerce 30 de agosto de 2026 - 17:55
eleições 2026 brasil economia investimentos bolsa ibovespa 20 de agosto de 2026 - 12:51
eleições 2026 brasil economia investimentos bolsa ibovespa 13 de agosto de 2026 - 14:00
Senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em discurso ao Plenário do Senado. 3 de agosto de 2026 - 12:31
Spray de pimenta 27 de julho de 2026 - 13:42
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar