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Os dois líderes devem se reunir na sexta-feira (15) em uma tentativa de estabelecer um cessar-fogo na Ucrânia que leve ao fim da guerra, mas europeus não estão confiantes nos propósitos do presidente norte-americano
Os presidente dos EUA, Donald Trump, e da Rússia, Vladimir Putin, vão se reunir nesta sexta-feira (15) na Base Conjunta Elmendorf-Richardson no que poderia ser mais um encontro em uma base militar no Alasca. O local, no entanto, é histórico: foi ali que o avanço da União Soviética começou a ser contido no auge da Guerra Fria.
A ironia de Putin visitar uma base militar norte-americana que serviu para conter ameaças russas ocorre enquanto Trump tenta fechar um acordo de cessar-fogo na Ucrânia.
A reunião, no entanto, se dá sob o temor por parte de autoridades ucranianas e europeias — que foram excluídas do encontro — de um desfecho favorável aos objetivos da Rússia.
Trump teria dito aos europeus que seu objetivo na cúpula é obter um cessar-fogo entre Moscou e Kiev e também concordou que quaisquer questões territoriais deveriam ser decididas com o envolvimento do presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, e que garantias de segurança deveriam fazer parte do acordo.
Desde que a cúpula EUA-Rússia foi anunciada na semana passada, Trump fez várias referências à "troca de terras" entre Kiev e Moscou — gerando sérias preocupações na Ucrânia e na Europa de que ele poderia estar se preparando para ceder à antiga demanda de Putin de tomar grandes áreas do território ucraniano.
Na manhã desta quarta-feira (13), o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Alexey Fadeev, reiterou que a posição russa não havia mudado desde que Putin a estabeleceu em junho de 2024.
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Na época, Putin disse que um cessar-fogo entraria em vigor no minuto em que o governo ucraniano se retirasse de quatro regiões parcialmente ocupadas pela Rússia — Donetsk, Luhansk, Kherson e Zaporizhzhya.
Ele também disse que a Ucrânia precisaria desistir oficialmente de seus esforços para se juntar à aliança militar da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) — demandas que nem Kiev nem seus parceiros europeus consideram viáveis.
Desde o início do ano, o Reino Unido e a França lideram os esforços para criar a chamada "Coalizão dos Dispostos" — um grupo de países que se comprometeram a impedir a Rússia de invadir a Ucrânia.
Nesta quarta-feira (13), o grupo afirmou estar "pronto para desempenhar um papel ativo", inclusive enviando "uma força de segurança assim que as hostilidades cessarem" — embora a forma, a composição e o papel de tal força ainda não estejam claros.
Enquanto isso, nas linhas de frente, a ofensiva da Rússia continua se mantém. Referindo-se ao avanço repentino das tropas de Moscou perto de Dobropillya, na região de Donetsk, Zelensky disse que Putin estava fingindo que as sanções não foram eficazes em prejudicar a economia russa.
Criada em 2010 com a fusão da Base Aérea Elmendorf e do Forte Richardson do Exército, o lugar teve papel estratégico fundamental na vigilância e dissuasão da União Soviética durante grande parte da Guerra Fria.
Ao longo de sua história, abrigou grande número de aeronaves e radares para detectar atividade militar soviética e possíveis lançamentos nucleares, sendo apelidada de "Cobertura Superior da América do Norte".
Embora boa parte do equipamento militar tenha sido desativada, a base ainda abriga esquadrões de aeronaves estratégicas, incluindo o caça furtivo F-22 Raptor. Aviões do local também interceptam regularmente aeronaves russas que se aproximam do espaço aéreo dos EUA.
*Com informações da Associated Press e da BBC
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