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Com apenas 158 mil habitantes e 444 km², Curaçao se torna o menor país a disputar uma Copa — e o primeiro a chegar ao Mundial sem nenhum jogador nativo
Curaçao acaba de protagonizar um dos capítulos mais improváveis da história do futebol mundial. Com pouco mais de 158 mil habitantes e apenas 444 km², a ilha caribenha avança para a Copa do Mundo 2026 e se torna o menor país — em população e território — a se classificar para um Mundial.
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O recorde atual pertence à Islândia, que com 404 mil habitantes disputou a copa de 2018, na Rússia. Ela ia ser superada em 2026 por Cabo Verde. Mas a nação africana nem entrou em campo e já perdeu o posto para Curaçao.
Para além do feito, que já é algo singular na história, há ainda um outro detalhe mais surpreendente: a seleção chega à Copa do Mundo sem nenhum jogador nascido no país.
A classificação coloca Curaçao em um grupo único. Até então, nunca um país tão pequeno havia alcançado o Mundial.
A ilha caribenha tem menos habitantes do que muitos bairros de grandes cidades brasileira — como Itaquera, na zona leste de São Paulo, com cerca de 550 mil moradores, e até mesmo a Ilha do Governador, no Rio de Janeiro, que possui aproximadamente 211 mil habitantes.
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Ainda assim, a seleção conseguiu se impor nas eliminatórias e garantir sua vaga — mesmo enfrentando adversários com estrutura e tradição muito maiores.
Com 444 km², Curaçao supera o feito recente de Cabo Verde — que tem cerca de 4 mil km² de extensão territorial e havia se tornado o menor país a chegar a uma Copa com a classificação em meados de outubro deste ano.
Se o território cabo-verdiano já correspondia a um quarto do estado de Sergipe — o menor do Brasil —, a ilhota caberia quase 50 vezes dentro do estado nordestino.
Se comparado o tamanho da ilha caribenha com o território de Curitiba, Curaçao supera a capital paranaense por apenas 8 quilômetros quadrados.
A classificação veio com contornos dramáticos: mesmo sob forte pressão ao longo da partida, Curaçao segurou o 0 a 0 contra a Jamaica e empurrou a então vice-líder do grupo B das Eliminatórias da Concacaf para a repescagem — carimbando seu passaporte histórico para o Mundial.

Se o tamanho do país já chama atenção, a composição da equipe reforça o caráter extraordinário da campanha marcada pelo DNA da diáspora curaçauense.
Curaçao será a primeira seleção na história das Copas do Mundo a disputar o torneio sem nenhum jogador nascido no próprio país.
A equipe é formada majoritariamente por atletas que nasceram na Holanda, herança direta da relação histórica entre os dois territórios.
Entre 1954 e 2010, Curaçao, juntamente com Aruba, Bonaire, Santo Eustáquio e São Martinho, fizeram parte das Antilhas Holandesas. Depois disso, a pequena ilha se tornou um país autônomo, pertencente ao Reino dos Países Baixos.
Por isso, todos os cidadãos que nascem por lá possuem passaporte holandês e os mesmos direitos de alguém que nasce em um território da União Europeia.
A única diferença são ‘só’ os mais de 7,8 mil km de distância, já que Curaçao fica quase na América do Sul, a apenas 60 km do litoral da Venezuela.
Assim, dos 24 jogadores convocados pelo técnico Dick Advocaat para o duelo histórico contra a Jamaica, nenhum nasceu em Curaçao. Todos vieram de cidades da Holanda, mas têm família ou raízes ligadas à pequena ilha caribenha.
"Há muitos jogadores que sonhavam em um dia jogar pela Holanda. Alguns já têm 23, 24 ou 25 anos e nem pensam mais na seleção europeia. Devemos dar-lhes uma oportunidade aqui. Felizmente, eles escolheram Curaçao", disse Advocaat.
Confira a seguir o time titular que entrou em campo na classificação histórica:

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