O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Com alta de 47% no ano, ZAMP3 deve sair do cardápio da bolsa após OPA pelo fundo árabe. Veja os detalhes da oferta
Chegou a hora de fechar a conta. O Mubadala, maior acionista da Zamp, decidiu tirar de vez as ações do menu da B3 — e transformar ZAMP3 em um prato exclusivo, servido à la carte, sem espaço para os minoritários à mesa.
O Mubadala, fundo dos Emirados Árabes Unidos e sócio majoritário da dona do Burger King, Popeyes e Subway no Brasil, serviu na última quinta-feira (5) aos investidores uma OPA (oferta pública de aquisição de ações) para fechar o capital da companhia.
A ideia do Mubadala é transformar a operação da Zamp em um restaurante de mesa única — e reservada apenas ao fundo árabe.
O plano do fundo árabe é transformar o registro da Zamp (ZAMP3) de categoria “A” para “B” na CVM — passo técnico que será seguido pelo adeus da empresa aos pregões da B3.
As ações da Zamp iniciaram o pregão desta sexta-feira (06) no vermelho. Por volta das 11h20, os papéis ZAMP3 caíam 2,93%, cotados a R$ 3,31.
Em 2022, o fundo árabe já havia feito uma proposta para comprar a Zamp, mas acabou desistindo. Agora, quase três anos depois, o Mubadala volta à mesa com apetite ainda maior — e pronto para ir até o fim.
Leia Também
A ideia do Mubadala é adquirir todas as ações ZAMP3 em circulação no mercado e, assim, assumir o controle integral da operação no Brasil. Hoje, o Mubadala já possui 71,5% do capital da Zamp.
A proposta da OPA oferece R$ 3,50 por ação da dona do Burger King no Brasil — exatamente o teto da faixa indicada previamente pelo fundo. Ainda assim, o prêmio é modesto: apenas 2,6% acima do último fechamento.
Mas, segundo comunicado da Mubadala à Zamp, o laudo de avaliação calculou o preço justo em R$ 2,93 por ação e com isso, o prêmio da oferta sobre esse valor é de 19,5%.
Considerando o preço proposto, o Mubadala deveria desembolsar até R$ 404 milhões para comprar o restante das ações da Zamp e virar o único dono da gigante brasileira dos fast foods.
A efetivação da OPA depende do apoio à oferta por mais de dois terços dos acionistas detentores das ações em circulação da Zamp.
Quando estreou na B3, em dezembro de 2017, a dona do Burger King no Brasil chegou à mesa com apetite.
A promessa era abocanhar um pedaço do mercado de fast food do rival McDonalds e, ao mesmo tempo, conquistar o paladar dos investidores.
Mas o sabor da promessa logo se perdeu. Ao longo de quase oito anos, o desempenho das ações foi indigesto — e o brilho da estreia virou história passada.
Em 2025, ZAMP3 até acumula uma valorização de mais de 40%, embalada pelos rumores e, agora, pela oferta oficial do Mubadala.
Só que o valor de mercado da companhia ronda os R$ 1,4 bilhões — um prato bem mais modesto que o servido no IPO, em um tombo de quase 80% desde a estreia na bolsa.
*Com informações do Money Times.
Transição para modelo de co-CEOs com executivos da casa não preocupa o banco, que vê continuidade na estratégia e reforço na execução da companhia
Empresas foram excluídas de dezenas de outros índices da B3 em meio a ações pressionadas e rebaixamentos de crédito no mercado
Potencial parceria surge após uma sequência de iniciativas que não conseguiram consolidar a recuperação da companhia, enquanto mercado se questiona: agora vai?
Uma redução mais relevante do endividamento dependerá de iniciativas de execução mais complexa, como a venda de ativos, mas que estão fora do controle da CSN, diz o banco
Decisão envolve supostas irregularidades em contratos com aposentados; banco nega problemas e promete contestar decisão na Justiça
O cenário não ajudou, com desaceleração do segmento de beleza. A empresa também perdeu mercado com a falta de lançamentos no ano passado e viu o número de consultoras caírem; veja o que esperar para a Natura daqui para a frente
A Petrobras passará a deter 100% de participação nos ativos que estavam sendo negociados
Decisão ocorre após liquidação da Will Financeira, que sustentava tentativa de recuperação do grupo
A proposta, que ainda deve ser aprovada em assembleia, prevê a ida de Fabio Cury, atual presidente da companhia, para o comando do conselho de administração
Do valor total, US$ 50 milhões serão pagos na data de assinatura do contrato, US$ 350 milhões no fechamento da operação e outras duas parcelas, no valor de US$25 milhões cada, em 12 e 24 meses após a conclusão do negócio
O anúncio da distribuição do JCP acontece quando a Itaúsa está nas máximas históricas, após saltar 57% nos últimos 12 meses
A sugestão do Nubank para integrar a instituição foi uma recomendação do conselheiro Milton Maluhy Filho, presidente do Itaú Unibanco
Concorrência crescente no e-commerce exige gastos maiores do Mercado Livre, pressiona margens no curto prazo e leva Itaú BBA a revisar projeções
Depois de atingir o menor valor em quatro anos na última sexta-feira (13), banco acredita que é hora de colocar os papéis da fabricante de aeronaves na carteira; entenda os motivos para isso
O valor total bruto a ser distribuído é equivalente a R$ 0,22515694882 por ação, sujeito à retenção do imposto de renda na fonte
O pagamento ocorrerá no dia 20 de março de 2026 e farão jus a esse provento acionistas com posição na companhia em 22 de dezembro de 2025
A companhia, que saiu de uma recuperação judicial três anos atrás possui negócios na produção de cabos, válvulas industriais e outros materiais, principalmente para o setor de exploração de petróleo e gás
O banco elevou a recomendação para a ação da Petrobras de neutro para compra, e o novo preço-alvo representa um potencial de alta de 25 em relação ao preço do último fechamento
Parceria prevê nova empresa para reunir cerca de 200 clínicas, enquanto grupo negocia dívidas e troca o comando financeiro
Ao Seu Dinheiro, Glauber Mota afirma que o modelo da fintech não depende do crédito para crescer e aposta na escala global e em serviços financeiros para disputar espaço no Brasil