O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Em um comunicado interno, o CTO do banco digital afirmou que foram tomadas ações rápidas para evitar que a trama fosse concluída
Desde o fim da pandemia e do isolamento social, as empresas vêm lentamente restaurando o modelo presencial. Porém, nem toda volta ao escritório tem sido tranquila — e, no caso do Nubank, a transição do home office para o modelo híbrido tem sido tudo, menos suave.
Durante o anúncio de que o modelo remoto total estaria com os dias contados, 12 a 13 funcionários tumultuaram a apresentação do fundador e CEO da empresa, David Vélez, e foram demitidos.
Mas as dores de cabeça não chegaram ao fim. Agora, o Nubank desligou mais dois funcionários que teriam planejado sabotar sistemas internos da empresa, segundo apuração do Estadão/Broadcast.
Em comunicado interno ao qual o jornal teve acesso, o CTO do banco digital, Eric Young, informou que operações regulares de segurança da informação identificaram os planos dos dois empregados.
Young afirmou que foram tomadas ações rápidas para evitar que a trama fosse concluída e que o caso foi reportado às autoridades. O CTO ainda alertou os colaboradores que qualquer ameaça ao sistema financeiro se enquadra como crime federal e deve ser reportada.
Até o momento, não é possível dizer se os planos de sabotagem estavam ligados ao retorno do presencial.
Leia Também
O banco, que até então tinha uma das políticas de trabalho mais flexíveis entre as instituições financeiras brasileiras, informou na semana passada que passaria a exigir dois dias presenciais por semana a partir de julho de 2026. Já em 2027, serão exigidos três dias presenciais.
Alguns funcionários que não gostaram da mudança tumultuaram a apresentação de Vélez, que estava sendo assistida por mais de 7 mil funcionários.
Enquanto o CEO explicava as mudanças, que incluíam um período de oito meses para adaptação e ajustes dos funcionários, a sala de bate-papo da conferência começou a ter mensagens ofensivas, segundo relatos.
Os textos continham comentários sobre a preferência em continuar com o trabalho remoto e propostas de revogação “imediata” das medidas. As mensagens assustaram outros participantes: “Nem no happy hour no bar se fala coisas que vi lá”, disse um colaborador ao Estadão/Broadcast.
SAIBA MAIS: Fique por dentro das principais notícias do mercado. Cadastre-se no clube de investidores do Seu Dinheiro e fique atualizado sobre economia diariamente
No dia seguinte (7), o Nubank demitiu os 12 funcionários e alertou os demais. Em um comunicado interno, avisando das demissões, a direção afirmou que “acolhe o dissenso”, mas que há limites.
“Estamos prontos para o feedback e a resistência. Essa é uma decisão difícil. Mas traçamos uma linha na areia contra a falta de respeito e a agressão”, disse em documento.
Ao Estadão/Broadcast, o Nubank se pronunciou sobre o ocorrido na reunião online. “Infelizmente, ontem (quinta-feira, 6), testemunhamos comentários inaceitáveis em nosso chat no Zoom, que é um canal corporativo e exige um comportamento profissional. Essas ações envenenam nosso ambiente e impactam todos os funcionários que estão tentando se envolver respeitosamente”, avaliou o banco.
Ao anunciar a mudança, Vélez disse que sabia que a decisão de mudar o regime de trabalho era difícil, mas necessária. O banco ainda anunciou a reforma de escritórios e a criação de novos locais, em cidades como Belo Horizonte e Rio de Janeiro.
“Ao longo dos últimos anos, mencionei recorrentemente que me preocupo com o nosso ambiente prioritariamente remoto escolhido, pois os seus benefícios eram muito óbvios, mas os seus custos eram invisíveis”, escreveu Vélez.
*Com informações do Estadão Conteúdo.
Executivo deixa o posto por razões pessoais, enquanto conselho aciona headhunter para encontrar sucessor
O foco do investidor continua na dívida da empresa, a reestruturação da estrutura de capital e o resultado potencial para os acionistas minoritários
BTG Trends permite operar cenários de alta ou queda em ativos e decisões de juros dentro de ambiente regulado
A empresa de saúde e diagnósticos sofre com leitura negativa do mercado após balanço do quarto trimestre de 2025; entenda os impactos do desinvestimento e as dúvidas sobre a joint venture com a Amil
Companhia destaca que qualquer decisão de investimento passa por análises técnicas e processos formais, tranquilizando investidores da bolsa
Epic Games, empresa criadora do Fortnite, faz corte brutal na equipe e coloca a culpa no principal game da casa
O balanço da companhia foi aprovado sem ressalvas pela auditoria da KPMG; no entanto, houve o registro de uma “incerteza relevante relacionada com a continuidade operacional da companhia”.
Regulador cita fragilidade financeira e irregularidades; grupo já estava no radar de investigações
Data de corte se aproxima enquanto caixa turbinado muda o jogo para quem pensa em investir na ação da farmacêutica
Projeções de proventos ganham fôlego com revisão do banco; veja o que muda para o investidor
Nova estrutura separa operações e cria uma “máquina” dedicada a um dos segmentos mais promissores do grupo; veja o que muda na prática
A JBS ainda considera que o cenário de oferta de gado nos EUA seguirá difícil em 2026, com o boi se mantendo caro para os frigoríficos devido à baixa no ciclo pecuário
No entanto, enquanto ela olhava para dentro de seu negócio, as concorrentes se movimentavam. Agora, ela precisará correr se quiser se manter como uma competidora relevante no jogo do varejo brasileiro
Em participação no Imersão Money Times, em parceria com a Global X, Caio Gomes, diretor de IA e dados do Magalu, explica quais foram as estratégias para adoção da tecnologia na varejista
Após a recuperação judicial nos Estados Unidos, quase fusão com a Azul e OPA, a companhia vai voar para longe da bolsa
Com papéis na casa dos centavos, varejista tem prazo para reagir; saída de presidente do conselho adiciona pressão
Após reduzir alavancagem, varejista busca agora melhorar a qualidade do funding; entenda
A Americanas estava em recuperação judicial desde a revelação de uma fraude bilionária em 2023, que provocou forte crise financeira e de credibilidade na companhia. Desde então, a empresa fechou lojas, reduziu custos e vendeu ativos
Companhia propõe cortar piso de distribuição para 1% do lucro e abre espaço para reter caixa; investidor pode pedir reembolso das ações
Pagamento anunciado pelo banco será realizado ainda em 2026 e entra na conta dos dividendos obrigatórios