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Além da comprar uma parceira do mercado, a Rio Bravo anunciou que segue atenta a novas oportunidades de aquisição
A Rio Bravo Investimentos está com fome de aquisições e já abocanhou uma parceira no mercado. A gestora anunciou nesta segunda-feira (10) a assinatura de um memorando de entendimento (MoU) para a compra da JPP Capital.
A empresa administra mais de R$ 500 milhões em FIIs, originou mais de R$ 1 bilhão em operações de crédito e tem mais de 30 mil cotistas em seus fundos.
Já a Rio Bravo possui mais de R$ 13,6 bilhões em ativos sob gestão, distribuídos entre 40 fundos de investimento. Assim, com a aquisição, as duas casas passam a gerir mais de R$ 14,1 bilhões.
De acordo com a Rio Bravo, um dos principais benefícios da aquisição é o aumento de liquidez e a pulverização dos fundos da JPP. A gestora ressalta que quatro deles já entraram para o seu portfólio.
Outro aspecto importante da operação é a chegada de um time de peso na Rio Bravo. Com a aquisição da JPP Capital, os sócios Roni Rodrigues Antonio e Joaquim Kokudai se unem à gestora, o que “representa um avanço estratégico para a especialização da área de crédito”, afirma em nota.
A Rio Bravo não parece querer parar por aí. A gestora anunciou que segue atenta a novas oportunidades de aquisição. Segundo o documento, está priorizando empresas que, além de solidez financeira, possuam uma governança robusta.
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“Esta operação é a primeira de outras que temos em vista. Estamos aproveitando uma janela de oportunidades para consolidar nossa posição e expandir o portfólio com produtos inovadores, como ETFs, tokens e FIDCs”, afirma Evandro Buccini, Diretor de Créditos e Renda Fixa da Rio Bravo.
Porém, a gestora indica que futuros projetos ainda estão sendo avaliados. “Estamos em diálogo com outras gestoras, mas cada movimento é cuidadosamente analisado, considerando não apenas os números, mas também a sinergia e os princípios dos sócios”, diz Buccini.
Em fato relevante divulgado hoje (3), a companhia disse que os requisitos para a transação não foram cumpridos, em especial a assinatura do compromisso de voto entre a GPT e a gestora Trígono Capital, que tem 15,3% do capital da empresa.
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Qualquer melhora na bolsa depende do sucesso da Qualicorp em conseguir se reerguer. “Continuamos a acreditar que a performance da ação está firmemente conectada ao sucesso do seu plano de turnaround”, escreve o BTG Pactual.