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Candidatos indicados pela administração da elétrica formam maioria no conselho depois da votação realizada nesta terça-feira (29) — a primeira grande reformulação desde a privatização
Cheia de contornos dignos de uma novela das nove — com trocas de farpas públicas e reviravoltas — chegou ao fim nesta terça-feira (29) a disputa em torno do Conselho de Administração (CA) da Eletrobras (ELET3).
E a primeira grande reformulação do CA desde a privatização da companhia veio com a ampliação do colegiado para dez membros, incluindo três representantes do governo federal.
Em votação de acionistas ordinaristas, foram reconduzidos ao conselho quatro membros atuais: Vicente Falconi, Ana Silvia Corso Matte, Felipe Villela e Marisete Pereira.
Além disso, foram eleitos dois novos integrantes: Carlos Marcio Ferreira e José João Abdalla Filho — conhecido como Juca Abdalla, ele concorreu por fora da lista recomendada pela Eletrobras.
Dono do Banco Clássico e importante acionista individual da Eletrobras, Abdalla também é conselheiro da Petrobras (PETR4). Ele conseguiu aval dos acionistas da Eletrobras para ser considerado elegível mesmo permanecendo como conselheiro da petroleira.
Já Ferreira foi indicado pelas gestoras SPX, Opportunity HDF, Oceana Investimentos e Navi Capital e ocupou cargos de direção em grandes elétricas, como CPFL e Energisa, além de ter passagens pelos colegiados de Eneva e Light.
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A assembleia também deu luz verde à eleição dos três nomes apontados pela União para novas cadeiras cativas no CA: Maurício Tolmasquim, Silas Rondeau e Nelson Hubner.
Mas o que muita gente queria saber era sobre o destino de Marcelo Gasparino na assembleia de hoje.
O advogado e conselheiro profissional escancarou uma guerra interna por uma vaga no CA da Eletrobras ao contestar a indicação de Pedro Batista e questionar tanto a administração da elétrica como o próprio processo eleitoral. E ele fez tudo isso no Linkedin — o que resultou em três advertências formais.
E de nada adiantou fazer barulho. Gasparino acabou ficando de fora do colegiado. O mesmo não aconteceu com Batista.
Em uma votação em separado dos acionistas preferencialistas, Batista — que é sócio da Radar Gestora, foi escolhido como conselheiro, mantendo a vaga que já ocupa atualmente.
Os acionistas da Eletrobras também aprovaram, como era amplamente esperado, a alteração no critério de desempate de matérias deliberadas no Conselho de Administração.
Com isso, o primeiro critério de desempate passa a ser o predomínio da manifestação de vontade do grupo de conselheiros que contemplem o maior número de membros independentes. O voto de minerva do presidente do conselho passa a ser, então, apenas um segundo critério de desempate.
A empresa justificou, em proposta de administração, que a mudança tem como objetivo "resguardar as premissas da desestatização da Eletrobras e do modelo Corporation".
No auge da guerra interna da Eletrobras, Gasparino chegou a enviar uma consulta à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) questionando as regras propostas.
Para ele, em documento encaminhado à autarquia, a alteração garantiria que somente aqueles candidatos que foram ungidos pelo Conselho de Administração teriam poderes para fazer prevalecer suas posições.
Os acionistas da Eletrobras também aprovaram na AGE de hoje a redução do número mínimo de membros independentes para cinco, correspondente a 50%. Até agora, o número mínimo era de seis, equivalente a 60%.
Segundo a administração, o novo patamar mantém enquadrado nas orientações e melhores práticas de governança e se adequa "com mais razoabilidade às necessidades da companhia à luz dos critérios mais rigorosos sobre independência".
Depois que Guido Mantega saiu da disputa, a eleição para o Conselho Fiscal da Eletrobras perdeu o brilho — mas ainda assim trouxe novidades.
O suplente do ex-ministro da Fazenda, Regis Anderson Dudena, ocupará temporariamente a vaga no colegiado.
Na semana passada, Mantega desistiu da vaga no Conselho Fiscal, como informou o Ministério de Minas e Energia. Ele representava uma indicação da União, que ainda não enviou um novo nome para ocupar o cargo.
A indicação direta da União para uma das cinco vagas no Conselho Fiscal da Eletrobras faz parte do acordo fechado entre governo e companhia no âmbito de uma conciliação para colocar fim à disputa judicial sobre a limitação do poder de voto na companhia.
O termo de conciliação também foi aprovado hoje pelos acionistas da Eletrobras e segue agora para homologação pelo STF.
*Com informações do Estadão Conteúdo
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