O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Petrobras recebeu permissão para operar a Unidade de Atendimento e Reabilitação de Fauna. O centro é uma exigência do Ibama para liberar a busca de petróleo no litoral do Amapá
A exploração do “novo pré-sal” por parte da Petrobras (PETR4) vem sendo uma das preocupações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que visitou a região da Bacia da Foz do Amazonas na sexta-feira (4).
Apesar da operação ainda ser alvo de negociações com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis (Ibama), a estatal avançou no processo de licenciamento ambiental neste domingo (6).
Segundo documento divulgado, a Petrobras recebeu o aval da Secretaria de Estado de Meio Ambiente do Amapá para operar a Unidade de Atendimento e Reabilitação de Fauna localizada no município de Oiapoque.
A unidade no Amapá é uma exigência do Ibama para liberar a busca de petróleo no litoral do estado, no bloco FZA-M-59.
A estatal já havia construído uma unidade desse tipo em Belém, chamado de Centro de Despetrolização e Reabilitação da Fauna. Porém, a instalação foi considerada distante do local pretendido para a operação no mar. Segundo a empresa, as duas unidades vão funcionar "em sinergia".
A unidade funciona como uma espécie de hospital para fauna e conta com ambulatório, salas de estabilização, atendimento, centro cirúrgico e outros espaços dedicados a atender aves, mamíferos marinhos, tartarugas, golfinhos e peixes-boi.
Leia Também
No entanto, para o início da operação no Oiapoque, ainda é necessária a realização de inspeção pelo Ibama, segundo a Petrobras. A empresa já informou ao órgão regulador que a instalação está disponível para vistoria a partir desta segunda-feira (7).
A Bacia da Foz do Rio Amazonas é considerada a mais promissora para descobertas de petróleo em toda a Margem Equatorial brasileira, região que vai do Rio Grande do Norte ao Amapá.
O local tem grande potencial para a abertura de uma nova fronteira exploratória no Brasil, mas também enfrenta enormes desafios socioambientais.
A Petrobras estima que, até 2028, deve investir R$ 3,1 bilhões na exploração e produção de petróleo na Margem Equatorial com a perfuração de 16 poços.
Em uma história que se desenrola desde 2013, quando houve a concessão da região, a petroleira ainda aguarda aprovação do Ibama para iniciar a produção na Bacia da Foz do Amazonas.
Em 2023, o órgão de defesa do meio ambiente negou um pedido da Petrobras para fazer perfurações de teste na área para verificar a existência de petróleo. A justificativa foi de que havia inconsistências técnicas no projeto da petroleira.
Desde então, a companhia apresentou novas propostas. Já em setembro de 2024, a presidente da Petrobras, Magda Chambriard, disse que esperava a autorização do Ibama até dezembro e que o início das perfurações na região seria imediato, porém a permissão do órgão não veio.
Em janeiro deste ano, em meio a pressões do governo, o presidente do Ibama, Rodrigo Agostinho, disse que não seria possível prever o prazo para a análise conclusiva do pedido para perfuração na Margem Equatorial.
"Não consigo prever. A Petrobras apresentou um novo plano de emergência em dezembro, que está sendo analisado pela equipe. O plano se baseia em uma nova base de atendimento que está sendo construída e que, segundo a companhia, deverá ser inaugurada no final de março", disse ele ao Broadcast, na época.
Após a declaração, Lula voltou a defender o projeto e indicou a necessidade de uma “mediação” entre as pessoas que são a favor e contra a exploração de petróleo na região. O petista também afirmou que a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, “jamais será contra" ao projeto.
Já em relação ao Ibama, o presidente afirmou que o órgão não poderia parecer que é contra o governo.
Com a conclusão do Unidade de Atendimento e Reabilitação de Fauna em Oiapoque, a presidente da Petrobras, Magda Chambriard, informou que aguarda para abril a licença para avaliação pré-operacional (APO) do Ibama para a exploração da Margem Equatorial brasileira.
*Com informações do Money Times e Estadão Conteúdo.
BTG Trends permite operar cenários de alta ou queda em ativos e decisões de juros dentro de ambiente regulado
A empresa de saúde e diagnósticos sofre com leitura negativa do mercado após balanço do quarto trimestre de 2025; entenda os impactos do desinvestimento e as dúvidas sobre a joint venture com a Amil
Companhia destaca que qualquer decisão de investimento passa por análises técnicas e processos formais, tranquilizando investidores da bolsa
Epic Games, empresa criadora do Fortnite, faz corte brutal na equipe e coloca a culpa no principal game da casa
O balanço da companhia foi aprovado sem ressalvas pela auditoria da KPMG; no entanto, houve o registro de uma “incerteza relevante relacionada com a continuidade operacional da companhia”.
Regulador cita fragilidade financeira e irregularidades; grupo já estava no radar de investigações
Data de corte se aproxima enquanto caixa turbinado muda o jogo para quem pensa em investir na ação da farmacêutica
Projeções de proventos ganham fôlego com revisão do banco; veja o que muda para o investidor
Nova estrutura separa operações e cria uma “máquina” dedicada a um dos segmentos mais promissores do grupo; veja o que muda na prática
A JBS ainda considera que o cenário de oferta de gado nos EUA seguirá difícil em 2026, com o boi se mantendo caro para os frigoríficos devido à baixa no ciclo pecuário
No entanto, enquanto ela olhava para dentro de seu negócio, as concorrentes se movimentavam. Agora, ela precisará correr se quiser se manter como uma competidora relevante no jogo do varejo brasileiro
Em participação no Imersão Money Times, em parceria com a Global X, Caio Gomes, diretor de IA e dados do Magalu, explica quais foram as estratégias para adoção da tecnologia na varejista
Após a recuperação judicial nos Estados Unidos, quase fusão com a Azul e OPA, a companhia vai voar para longe da bolsa
Com papéis na casa dos centavos, varejista tem prazo para reagir; saída de presidente do conselho adiciona pressão
Após reduzir alavancagem, varejista busca agora melhorar a qualidade do funding; entenda
A Americanas estava em recuperação judicial desde a revelação de uma fraude bilionária em 2023, que provocou forte crise financeira e de credibilidade na companhia. Desde então, a empresa fechou lojas, reduziu custos e vendeu ativos
Companhia propõe cortar piso de distribuição para 1% do lucro e abre espaço para reter caixa; investidor pode pedir reembolso das ações
Pagamento anunciado pelo banco será realizado ainda em 2026 e entra na conta dos dividendos obrigatórios
Após tombo de mais de 90% desde o IPO, banco vê espaço adicional de queda mesmo com papel aparentemente “barato” na bolsa; entenda
Apesar de sinalizar uma possível virada operacional e reacender o otimismo do mercado, a Hapvida (HAPV3) ainda enfrenta ceticismo do Citi, que reduziu o preço-alvo das ações