O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Segundo Marcelo Noronha, uma das estratégias do banco foi focar no crescimento maior em linhas de menor risco — que geram menos margens, mas são garantidas para o banco
Depois de cumprir com as expectativas do mercado em 2024, o Bradesco (BBDC4) decidiu iniciar este ano com o pé no freio — mas isso não significa que esteja disposto a abrir mão do crescimento, afirmou o CEO Marcelo Noronha.
“O guidance de 2025 é pé no chão, conservador para esse ano”, afirmou o executivo, em entrevista coletiva com jornalistas na sede do banco. “Estamos com um negócio com muito pé no chão, atentos ao retorno ajustado ao risco, mas com crescimento significativo.”
Uma das estratégias do banco foi ajustar o apetite ao risco e focar no crescimento maior em linhas de menor risco — que geram menos margens devido aos spreads menores, mas são garantidas para o banco —, diante da pressão sobre o câmbio e perspectivas de juros em patamares restritivos por mais tempo.
Na avaliação do CEO, o cenário mais apertado terá um impacto maior no desempenho de pequenas e médias empresas (PMEs) do que na carteira de pessoas físicas, já que muitas companhias operam com margens pressionadas e alavancagem elevada.
“Vamos procurar sempre trabalhar com os melhores riscos e modalidades para garantir que o banco tenha muita tranquilidade e uma carteira mais saudável. A qualidade dos ativos é crucial independente da taxa de juros. O que importa é que mantenhamos o crescimento da margem líquida e entreguemos cada vez mais resultados operacionais.”
Basicamente, a principal recomendação para 2025 será trabalhar de forma mais conservadora. Veja as projeções (guidance):
Leia Também
Isso não significa, porém, que não haja espaço para revisões do guidance para perspectivas mais otimistas. Pelo contrário, aliás, na visão do CEO.
“Se o banco continuar tracionado diante de cenário interno melhor, apesar de ter estresse, podemos ver uma oportunidade de crescimento. Estamos olhando de forma bem dinâmica para as oportunidades que podem surgir”, disse.
Contudo, qualquer mudança dependerá do desenrolar do quadro macroeconômico. Noronha cita duas variáveis importantes para um cenário melhor para 2025: a valorização do câmbio e o controle dos núcleos de inflação.
“Eu não descarto um cenário melhor, mas temos que ser cautelosos, porque tem variáveis que estão na mesa e fora do nosso controle. Agora, a depender do andar da carruagem, dos núcleos de inflação e das decisões futuras do Copom, podemos ver um ano diferente conjunturalmente.”
Uma das grandes apostas do Bradesco (BBDC4) para os próximos anos é o Principal, novo segmento do banco, lançado em outubro de 2024, com foco em clientes ‘mais que premium’, com investimentos a partir de R$ 300 mil e renda superior a R$ 25 mil.
Até fevereiro, a migração de clientes para a nova faixa foi de 50 mil pessoas — mas o objetivo do banco é encerrar 2025 com um total de 500 mil usuários no Principal.
Para o ano que vem, a meta é a adição de mais 300 mil contas, levando o total para algo próximo dos 800 mil clientes.
O foco do investidor continua na dívida da empresa, a reestruturação da estrutura de capital e o resultado potencial para os acionistas minoritários
BTG Trends permite operar cenários de alta ou queda em ativos e decisões de juros dentro de ambiente regulado
A empresa de saúde e diagnósticos sofre com leitura negativa do mercado após balanço do quarto trimestre de 2025; entenda os impactos do desinvestimento e as dúvidas sobre a joint venture com a Amil
Companhia destaca que qualquer decisão de investimento passa por análises técnicas e processos formais, tranquilizando investidores da bolsa
Epic Games, empresa criadora do Fortnite, faz corte brutal na equipe e coloca a culpa no principal game da casa
O balanço da companhia foi aprovado sem ressalvas pela auditoria da KPMG; no entanto, houve o registro de uma “incerteza relevante relacionada com a continuidade operacional da companhia”.
Regulador cita fragilidade financeira e irregularidades; grupo já estava no radar de investigações
Data de corte se aproxima enquanto caixa turbinado muda o jogo para quem pensa em investir na ação da farmacêutica
Projeções de proventos ganham fôlego com revisão do banco; veja o que muda para o investidor
Nova estrutura separa operações e cria uma “máquina” dedicada a um dos segmentos mais promissores do grupo; veja o que muda na prática
A JBS ainda considera que o cenário de oferta de gado nos EUA seguirá difícil em 2026, com o boi se mantendo caro para os frigoríficos devido à baixa no ciclo pecuário
No entanto, enquanto ela olhava para dentro de seu negócio, as concorrentes se movimentavam. Agora, ela precisará correr se quiser se manter como uma competidora relevante no jogo do varejo brasileiro
Em participação no Imersão Money Times, em parceria com a Global X, Caio Gomes, diretor de IA e dados do Magalu, explica quais foram as estratégias para adoção da tecnologia na varejista
Após a recuperação judicial nos Estados Unidos, quase fusão com a Azul e OPA, a companhia vai voar para longe da bolsa
Com papéis na casa dos centavos, varejista tem prazo para reagir; saída de presidente do conselho adiciona pressão
Após reduzir alavancagem, varejista busca agora melhorar a qualidade do funding; entenda
A Americanas estava em recuperação judicial desde a revelação de uma fraude bilionária em 2023, que provocou forte crise financeira e de credibilidade na companhia. Desde então, a empresa fechou lojas, reduziu custos e vendeu ativos
Companhia propõe cortar piso de distribuição para 1% do lucro e abre espaço para reter caixa; investidor pode pedir reembolso das ações
Pagamento anunciado pelo banco será realizado ainda em 2026 e entra na conta dos dividendos obrigatórios
Após tombo de mais de 90% desde o IPO, banco vê espaço adicional de queda mesmo com papel aparentemente “barato” na bolsa; entenda